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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Tour des Grottes - Versão longa



Faltam três semanas para o Geo-Raid Terras de Xisto tenho treinado durante a semana mas para uma prova tão difícil impunha-se um treino mais pesadinho. Habitualmente saio de casa sem uma grande ideia da volta que irei dar, mas desta vez sabia bem qual seria o objectivo, volta longa com o maior número de subidas possiveis!
Ás 10:20 estava na rua, depois de um café numas bombas de gasolina, fiz-me à estrada.
Logo à saida da Marinha Grande cruzei-me com o Quim e outro colega do Clube BTT do Juncal, vamos à conversa durante algum tempo, mas param na Moita para um lanche.
Sigo para a Nazaré, muitos ciclistas e bttistas na estrada. Cada vez há mais pessoal a pedalar, que bom! Já na Nazaré não resisto e tenho que passar pela marginal para ver o mar. Estava calmo, melhor do que em muitos dias de Agosto!
Nazaré fica para trás, viro para a subida de Cela, são 3 ou 4 quilómetros de subida, que se for feita com alguma intensidade vai doer. Meto o prato 50 e duas abaixo da mais leve na cassete, até meto o pulsometro a contar o tempo, mas a 700 metros do fim da subida, vejo o chão sujo, olho para a árvore que esta em cima e vejo que é uma figueira!!! Ainda por cima de figos pretos. Mandei lixar a contagem do tempo e parei. Comi uns 10 figos, eram pequenos mas bastante saborosos.
Em Alcobaça, cruzo-me com um colega de pedaladas, é o Gualdino e o seus colegas, são 12:20 a volta deles está a terminar. Subi para Aljubarrota, parei nas bombas do David, colega do CBTT do Juncal, enquanto conversamos, como metade do pão com marmelada.
De volta ao asfalto, sigo em direcção à Batalha, para fazer a subida para Fátima. Uma coisa boa das subidas mais duras é que depois, apesar de continuarmos a subir, por vezes apanhamos uma subida ligeiramente menos inclinada, que, se não metermos uma velocidade mais pesada e continuarmos com uma relação leve, nos deixa descansar! Na rotunda do café Kanguro viro para a direita em direcção a São Mamede, Pia do Urso, Minde. Chego a um cruzamento, tenho que decidir entre Minde e Mira D'Aire. Virei para Minde. Esta estrada não tem nada de especial, mas gostei bastante, é estreita, isolada e o asfalto é bom.
Mais umas pedaladas e já estou perto. No final da subida vemos a autoestrada A1 do lado esquerdo, em frente a subida para a Serra de Santo António e lá em baixo Minde. Vinha a fazer conta como supermercado do Minipreço no qual tinha parado numa das minhas voltas por aqui, quando lá chego estava fechado!!! Bolas, queria uma bebida isotónica, uma cola e alguma coisa para comer. Paciência, nas bombas de gasolina logo ali ao lado comprei uma Coca-cola. bebi um pouco e guardei a garrafa, tinha que fazer mais alguma coisa para beber o que faltava!

De volta à estrada olho em frente, a serra vista de Minde parece enorme (e é!). Tenho que relativizar, não vale a pena pensar em tudo o que falta subir, ironicamente o acesso à subida inicia-se com uma subida.
Não vale a pena estar a brincar com as mudanças, 34x25 e rabo no ar. O calor no asfalto e a força que é necessária para meter a bicicleta em movimento fazem o pneu de trás chiar a cada pedalada, como é que será fazer esta subida com chuva??? O inicio da subida custa bastante, a certa altura, apesar de continuar a subir esta deixa de ser tão inclinada, quase que dá para descansar. Depois da curva em cotovelo mais uma recta de 1 km? Agora já não há árvores por isso encosto-me ao lado esquerdo da estrada, pelo menos as pernas apanham sombra. Vou alternando a posição ora sentado ora em pé. Minde está lá em baixo. Hora de beber a Coca-cola e o resto do pão com marmelada, já trabalhei para o lanche! Agora é descer qualquer coisa e tornar a subir para as grutas de Santo António. Sigo para Alvados.
Em Porto de Mós apanho o Minipreço aberto. Abasteci-me com1 Powerade, 1 Red Bull marca Minipreço (0,39€) e 1 pacote de tiras de milho (estava a precisar de sal). Quando vou para meter novamente o capacete vejo que tenho um penteado espectacular, uma crista perfeita, pareço mesmo um galo (que figurinha...)
Bem, não há muito mais para contar, Juncal, Montes, Pataias e Marinha Grande. Aqui parei logo no McDonalds afinal eram 17:30 e não tinha almoçado. Depois de lavar a cara e os óculos, ataquei um CBO umas batatas e uma bela cerveja. Não será a melhor alimentação para recuperar, mas ninguém é perfeito.
O caminho até casa foi feito devagar. Depois de um banho ainda deu para ir ver as nuvens e o mar.
Tenho 3 espaçadores no avanço, estava a andar com dois em baixo e um em cima, na semana passada passei o terceiro para baixo. Não me estava a dar problemas, mas com vento meto as mãos nos drops e acabo por ficar com dores no pescoço, no final desta volta não tinha dores nenhumas.
O conta-quilómetros está sem pilhas, é uma pena estava a adorar a informação da cadência, na verdade é isso que sinto mais falta. É sempre bom saber quantos Kms já fizemos, mas normalmente sempre que ando evito saber o que já fiz. No passado dava alguam atenção a isto mas depois verificava que faltava sempre muito ou então as centenas de metros demoravam tempo de mais a passar no mostrador. Na Gary Fisher, depois de ter perdido o sensor nas 24 horas de Lisboa nem me preocupei em comprar outro. As voltas são todas registadas, mas em horas.

O que levei comigo:
1 bidon com água 500ml
1 bidon com Isostar Long Energy 750ml
1 pão de mistura com marmelada
2 bananas
1 barra energética, EAFIT

O que comprei durante a volta:
1 Coca-cola 500 ml
1 Powerade 500 ml
1 lata tipo Redbull Minipreço
1 Hamburger CBO+ batatas fritas+ ketchup
1 Cerveja

Os dados da volta:
- 144kms, velocidade média 20 km/h
- Acumulado de subidas de 1357 metros (pensei que fosse mais)
- Acumulado de descida 1362mt

O Coração:
Tempo real: 7:30 Tempo de treino 6:25, 143 bpm md, 175 bpm mx, 4417 kcal, 2 horas acima dos 160 bpm

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Domingo, Terça-Feira e Cleats

Na semana passada combinei com dois amigos meus irmos fazer o Tour des Grottes.
Finalmente iria fazer esta volta, com companhia! No Sábado, combinei tudo, horas, pontos de encontro. Mas... Durante a noite de Sábado para Domingo ás 4 horas da manhã, acordei com uma tremenda dor de barriga!!! Casa de banho... Cama, ás 7, acordo faço o meu pequeno-almoço habitual para os dias de volta, mas não estava em condições de sair de casa. Telefonei-lhes a avisar que não podia ir e fui-me deitar.
Ás 9:30, já me sentia um pouco melhor. Tinha que sair, já não pedalava à uma semana e por isso não podia deixar de sair. Bidons cheios, duas bananas umas barras, mais um toque nos cleats e rua!
Direcção: Marinha Grande, pedaladas sem muita força, a rolar, o objectivo era ver se o novo reposicionamento dos cleats resultava.
Já na Marinha Grande, a barriga deu-me um aviso, acho que foi da golada de água, acabei por chegar a casa com os bidons cheios. Virei para São Pedro de Moel, Pedra do Ouro e nas Paredes nem fui pela praia, virei logo em direcção a Pataias. Acabei por fazer 45kms em 2 horas, a média foi 23 km/h, já há muito tempo que não pedalava tão calmamente, tão descontraído, gostei!!! Quanto à volta até ás grutas da Serra D'Aire fica para a próxima.

Quando ao ajuste dos cleats, posso dizer que gostei bastante, quando cheguei a casa baixei-me e não senti a dor que sentia nos joelhos, portanto resultou.

Nos dois cleats mantive os parafusos nos buracos de cima, mas puxei-os mais para baixo. No sapato esquerdo para além desta alteração não fiz mais nada, se não sentia nada nos joelhos, não se justificava mexer mais nesta posição. No sapato direito, movi-o mais ainda para o lado direito. Assim, consegui afastar mais a perna direita, para fora, uma vez que estava a pedalar com a perna direita mais perto do quadro.
Mas como é que vi que a dor no joelho direito se devia a este facto?
Bem, no domingo do Tróia-Sagres, falei sobre este problema ao Paulo Alves, ele meteu-se atrás de mim e viu que eu pedalava com o joelho a apontar para dentro. Falámos de soluções, um calço na palmilha, calços nos cleats, posicionar o cleat mais para o lado, bem, variadíssimas soluções. Depois lembrei-me da minha guerra dos calções, e do sofrimento quando passo mais horas na bicicleta, fico sempre com o traseiro mais amassado do lado direito do que o esquerdo. Já para não falar nos selins que perdem a cor do lado direito. Isto tudo intensificou-se com a bicicleta de estrada porque a distância de um pedal ao outro é menor nas bicicletas de estrada em comparação com as BTT.
Conclusão, a causa dar dor nos joelhos também poderia ser a causa das dores no traseiro (não vale a pena gozar!!!) No final da volta, apesar de pequena não sentia dor nenhuma do lado direito.

Terça-feira tornei a sair, desta vez em direcção à Nazaré, estou com uns planos para uma saida na próxima semana e queria estar com o mínimo de preparação possivel.
Desta vez carreguei com mais na força nos pedais, e confirmou-se, não tive qualquer dor no joelho direito e quando cheguei a casa baixei-me, levantei-me umas quantas vezes e não doeu nada. Achei que estava a conseguir pedalar com mais força, não sentia perda de potência.

Para saberem mais sobre este assunto, e leiam o artigo Footloose. Super interessante, com indicações sobre como posicionar os cleats em função à modalidade de ciclsmo que praticamos.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Mais um ajuste na altura do avanço.

AntesDepois Baixei a altura do guiador. Já tinha o avanço invertido, agora troquei as anilhas e a posição ficou mais baixa uns 15mm. Andava a sentir que um desconforto nos ombros e as mãos queriam ir mais para a frente, desde a volta de domingo e de terça-feira sinto-me melhor.
Talvez tente mais tarde um avanço com 100 mm, o actual tem 90, mas para já não mexo em mais nada.
Tenho o mesmo avanço que o Alberto Contador!!!