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quinta-feira, 9 de julho de 2009

3 horas depois das 5

Foi o tempo da volta de ontem.
Casa>Marinha Grande> Vieira> Vieira Praia>São Pedro de Moel>Nazaré>Casa =85kms
Saí de casa rumo a norte, pelo menos assim apanhava com o vento logo no inicio da volta! Nada de especial planeado a não ser passar mais tempo em cima da bicicleta. Grande parte da estrada até Vieira de Leira até correu depressa, consegui andar acima dos 160bpm e a velocidades perto do 32km/h, mas mesmo a chegar apanho uma zona sem pinheiros e o vento empurra-me para trás, 25 kms/hora a muito custo! Andar com as mãos nos drops ajuda muito.
Ciclovia Vieira Praia>São Pedro de Moel.
Na Vieira Praia, nem fui ver o mar, meti-me na ciclovia e a velocidade aumentou para os 37km/h o vento deu uma pequena (grande) ajuda, o cheiro da maresia já se sente!A fotografia da praxe do farol de São Pedro.
São Pedro de Moel.
A volta é sempre a mesma, mas com uma paisagem como esta, para onde é que iria pedalar? A estrada nacional tem demasiado trânsito e fumo.
No Sitio da Nazaré.
Não há muito mais para dizer a não ser que o mar estava bastante calmo, tenho que ir passar uns dias à praia, é incrível estar aqui tão perto do mar e não ir mais vezes à praia.

domingo, 5 de julho de 2009

Finalmente a pedalar com os amigos.

Hoje quando saí de casa o céu estava escuro, a meio caminho do Juncal começou a chover mesmo. Ainda pensei que não iria encontrar ninguém no ponto de encontro habitual, mas afinal, não estava sozinho e o Peralta, o Bruno o Zé Luís também apareceram.
O objectivo era ir fazer alguns dos trilhos mais fantásticos da Maratona do Centro.

Custa a subir, mas a vista vale a pena.Mais subidas...
O Zé Luís já postou no seu blogue, a volta de hoje.
Já nos trilhos perto de Leiria.
Já não andava com o pessoal há tanto tempo!!! Confesso que já tinha saudades, ficou a faltar mais pessoal, mas em breve voltaremos a pedalar juntos. Mais 84 kms feitos.

As 12 horas de Castelo Branco estão quase aí.

Segunda-Feira vou ver uma prova de ciclismo na Martingança (entre a Marinha Grande e Nazaré), todos os anos vou lá.
Apareçam a prova começa ás 18:00 horas. No ano passado estive lá.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

O que fiz no fim de semana

No Sábado, alguns membros do Clube BTT do Juncal juntaram-se na casa do Pedro Belo para uma sessão de mecânica.
O Licíneo ficou com o quadro do Pedro e estiveram a monta-lo, o Zé andou de volta da corrente e eu contei com a ajuda Pedro para tentar endireitar o desviador torcido nas 24 Horas de Castelo Branco. No fim ainda tivemos direito a uma mini e umas torradas!
No Domingo, como não estava muito confiante com o desviador,não fui ter com o pessoal, enquanto eles foram para a Serra, eu fui até São Pedro de Moel.
Cheguei a beber várias vezes desta e outras fontes do Pinhal de Leiria, agora a água é considerada imprópria para consumo.
Acho que tenho uma boa pressão nos pneus (não sei qual é, foi a dedo) mesmo assim, nos paralelos... Vejam os raios!!!! A câmara do telemovel é que tem uma velocidade lenta.
Praia de São Pedro de MoelNa Praia Velha cruzei-me com o Carlo e o Edgar, acabei por acompanha-los até à Nazaré e depois até à Marinha Grande.Boa conversa e bom ritmo.
Depois de ter bebido duas garafas com pós, a falta de energia estava a tomar conta de mim, apesar de faltar apenas uns 7 kms para chegar a casa, parei numa estação de serviço, um gel e uma Coca-Cola fresca, num instante as baterias ficaram carregadas.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

140 km na Trek 1.7

Sexta-Feira, mais uma vez saio de casa sem ter uma ideia em concreto do itinerário a fazer, tenho alguns circuitos pensados, apenas tinha que escolher um. Caldas da Rainha passando por Foz do Arelho, foi o escolhido.
Ainda sem conta-quilómetros, fui pedalando sem ter grande noção das distâncias sabia que Caldas da Rainha ficava a 40 quilómetros de casa, a partir daí não pensei mais na distância mas sim em ir chegando aos ponto que queria passar.
9:20 Saio de casa em direcção a Alcobaça, primeira paragem Mosteiro de Alcobaça. Caldas não é muito longe, mas pelo Facho até há estrada nacional é quase tudo a subir.
10:50 Chego ao MacDonalds das Caldas da Rainha, como ainda estava fechado (abria ás 11:00) fui até ao Centro, passei em frente do Hospital Termal das Caldas da Rainha, grande confusão, é dia de mercado.11:20 MacDonalds, um Hamburger e uma Coca-cola, nada de batatas fritas e encher as garrafas. Hora de escolher a próxima paragem, Foz do Arelho ou Óbidos, talvez os dois?
Vila de Óbidos, havia muitos turistas e crianças. A última vez que aqui estive foi no natal com a minha filha. Ao sair de Óbidos virei à esquerda e segui para Arelho, mal feito, o que eu queria mesmo era ir para Foz do Arelho...
Manteiga de amendoim com mel.
Passei nesta estrada de brita 4 vezes, primeiro virei à esquerda, quando cheguei a Vau, vi que estava enganado, depois segui à direita, aí andei mais, cheguei até ao cruzamento para Pedras d'El Rei, foi aqui que tive que voltar novamente para trás. Nestes enganos, subi e desci muito.
Depois de voltar a Caldas da Rainha, tomei a direcção de Foz do Arelho. Não encontrei a tal ciclovia, devo ter tomado outro caminho, mas lá cheguei. Nova paragem para comer uma tosta mista, beber uma Coca-cola e encher novamente as garrafas, não convém parar muito tempo, já bastou estar à espera 1o minutos pela tosta.
Novamente na estrada, estou a curtir mesmo este dia comigo e a minha bicicleta. Há pessoal que não gosta de pedalar sozinho, eu aprecio ter companhia, mas também gosto de sair comigo mesmo.
As mãos já habituaram, vou alterando a posição das mãos no guiador, as pernas vão aguentando e nas subidas lá me levanto, não quero apenas fazer um passeio, quero também dar um calor ás pernas, as subidas também ajudam a aliviar a pressão no traseiro...
Acertei com o tamanho do quadro (56). O guiador, já está na posição que quero, o selim também, provavelmente as alterações não ficam por aqui, com o tempo logo se vê.
Que saudades da suspensão total da Gary Fisher... Ainda assim, a bicicleta absorve melhor do que eu pensava as irregularidades da estrada, será que é da forqueta de do tubo de selim em carbono? Da pressão dos pneus? São Martinho do Porto, já estou mais perto de casa.
Nazaré, não consigo evitar, tenho que passar pela marginal, apesar de ser dia de semana, o transito já é muito. Faltam 15 kms para chegar a casa, mas mesmo assim ainda bebo um Compal e mais uma metade de pão com manteiga de amendoim com mel. 16:20 chego a casa, com a satisfação de ter passado 7 horas a andar de bicicleta, com tantos enganos mais valia ter ido até Peniche, fica para a próxima, talvez com companhia para almoçar um peixe grelhado, talvez uns chocos...

domingo, 17 de maio de 2009

Andei numa 26"

Após uma semana de novas sensações de roda fina, tempo de ir ter com o pessoal para mais uma volta domingueira, ponto de encontro, Bombeiros do Juncal. A minha bicicleta ficou em casa, porque tinha que aproveitar a oportunidade que tive para levar a Gary Fisher Roscoe III para os trilhos do Juncal!!!
All mountain, 12,5 quilos de bicicleta com 140 mm de curso e cheia de coisas com nomes todos Hi-Tec: Geometria G2, DRCV, ABV, E2; TUBE SHAPING, RP 24, etc. Como destas coisas não percebo nada, vejam os links, e o video do próprio Gary Fisher a explicar a filosofia desta bicicleta.
Este é o amortecedor Fox RP 23 de câmara dupla, mas o que quero mostrar são os tubos gordos e redondos, simplesmente belos!!!Direcção, trilhos de Chiqueda, perfeito para ver o que era esta bicicleta com 140mm de curso e uns pneus 2.4! Trilhos de pedra cheios de curvas, num constante sobe e e desce.
Hoje para além de experimentar as sensações da Roscoe, também pude testar, quase todas as bicicletas do Clube BTT do Juncal. Já que todos quiseram ver como era andar nesta bicicleta.Bem, já devem ter percebido que sou um entusiasta da Gary Fisher, portanto sou suspeito, mas o que é certo é que adorei andar nesta bicicleta.
Os pneus 2.4 e o curso de 140 mm deram-se a sensação de estar montado numa XR!!!
Mesmo a subir em pé, com a ajuda do RP23 para eliminar qualquer bombeio exagerado, foi imaginar uma linha e segui-la independentemente das pedras que se atravessavam no caminho a Roscoe "papava" tudo, parecia mesmo uma mota de enduro.
A descer e a curvar é onde deu as sensações mais fortes, que viragens!!! Fiquei com vontade de experimentar esta bicicleta numa prova dessas que há agora tipo avalanche, mas como tenho receio (é mesmo medo!) de saltos...
Esta bicicleta, é perfeita para quem gosta de sensações fortes aos fim de semana, com um peso de 12, 7 quilos, com o ajuste correcto na suspensão dá perfeitamente para alguém aventurar-se a fazer maratonas e divertir-se à grande!!!
Aprovadissima!!!
Mais coisas sobre a Roscoe:
- Biker Mag
- Bike Radar

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Portalegre é amanhã.

Ontem lavei e lubrifiquei a bicicleta. Aproveitei para tirar toda aquela porcaria que o óleo agarra, tenho mesmo que comprar um óleo seco, com cera, para ver se não agarra tanto pó. Durante a semana passada, andei à luta com o desviador de trás, as mudanças andavam a entrar a dobrar , metia uma para baixo e caiam logo duas... Ontem fiquei a saber porquê. Depois de ter tirado a roda para limpar a corrente e o desviador vi que este estava solto!Mas solto mesmo!
Lições aprendidas: - Convém de vez em quando dar a volta toda a todos os apertos da bicicleta, para depois nos trilhos não apanharmos com surpresas desagradáveis!
Hoje de manhã ás 8:00 estava na estrada em direcção à Nazaré(para variar)... Parei para beber o café da praxe, a falta dele é como se saísse de casa sem lavar os dentes. Amigo Filipe, o asfalto novo já chegou aqui! Estou certo que um destes dias nos iremos cruzar!
Maré cheia, as ondas estão fortes tal como cheiro a maresia.
Aqui o cheiro é outro, o dos carapaus abertos a secar ao sol, zona favorita para os turistas tirarem fotografias!
Está na hora de meter tudo no carro e rumar a Portalegre. Até amanhã!

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Domingo, a volta dos Tristes

Domingo de manhã acordei estava uma ventania enorme, ainda vesti as calças, mas como a minha filha já tinha acordado, preferi passar este domingo com ela, fomos assim até à Nazaré mas de carro. Só de ver os ciclistas a rolar, doíam-me as pernas... Pensei que é preciso mesmo gostar de pedalar, para andar por aí a fazer quilómetros... Como que ao não estar com a lycra agarrada ao corpo e os cleats a bater no chão, me sentisse longe, bem distante deste desporto que é pedalar.
Da parte da tarde durante o almoço estive a ver no Eurosport a clássica Liège-Bastogne-Liège, uma prova de um só dia com 260kms. Gosto mais destas provas do que os Tours, talvez porque de algum modo se assemelham com as provas normais de BTT de um dia. Adoro ouvir os comentários ainda não dei foi com o site deles no Eurosport. No final da prova e após carregar o cérebro com estas imagens lá fui vestir novamente as calças, ver bicicletas na televisão motivam-me, tenho que sair!Estou na estrada, o vento que estava de manhã, ainda se mantém, custam mesmo pedalar, mas como qualquer treino é melhor que nenhum treino, lá fui pedalando. São muitas as vezes em que já na estrada é que decido para onde vou. Desta vez parti em direcção a São Pedro de Moel, apanhei logo no inicio o vento de frente, um pé atrás do outro, lá fui pedalando.
Chegado a São Pedro cruzo-me com um cicloturista com mais de 65 anos com, pergunto para onde vai e se precisa de alguma coisa. Diz-me que o destino é Santiago de Compostela e que está tudo bem. As suas barbas levaram-me a pensar nas viagens do Rui Ruim, daqui a uns 20 ou 30 anos. Cruzo-me com a minha tia que me oferece metade de um bolo carregadinho de açúcar, fixe! Os carros na estrada são muitos, os estacionamentos estão lotados com pessoas dentro dos carros, uns dormem, os namorados esburacam-se à procura de pontos negros e outros olham para o horizonte, esta é o que por aqui chamamos da volta dos tristes.
Ciclisticamente falando, apesar do vento e das temperaturas terem baixado, não tive frio, estava bem vestido. Não me esqueci de levar as capas dos sapatos em neoprene, portanto nada de frio nos pés, que diferença!!! Encho a garrafa em São Pedro, a praça está cheia, é mesmo domingo! Sigo em direcção ao Sitio da Nazaré. Como mais qualquer coisa e desço até lá abaixo ao porto de abrigo. Hora de virar a bicicleta para norte, mais vento de frente, faz parte, não vale a pena lutar contra isso. A verdade é que o que é mais difícil é sair de casa, depois da primeira pedalada, já não custa nada. Portanto, pedalem!