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domingo, 12 de julho de 2009

Hoje a volta foi à tarde

De manhã, não consegui sair de casa antes da minha filha acordar, por isso acabei por ir até à praia da Nazaré e a volta matinal,passou para a tarde.
O objectivo do dia era fazer o Tour des Grottes, passando pelas grutas dos Alvados e fazendo a subida às grutas de Santo António pelo lado de Minde.16:30 Saí de casa em direcção à Nazaré. Um dos objectivos era fazer mais de 120 quilómetros de subidas.
Depois da Nazaré em direcção a São Martinho virei para os 2/3 Kms de subida entre Cela Velha e...
...Cela Nova, sempre em 50x3 velocidade mais leve (não tenho aqui a bicicleta para ir verificar quantos dentes tem...).
Alcobaça e e o seu mosteiro
Nesta subida, fui alternado entre sentado e levantado, a tentar manter a velocidade acima dos 18 kms, nem sempre consegui.
Ainda tinha que passar para lá daquela serra lá ao fundo.
Já depois de Porto de Mós, o inicio das subidas a sério, está quase.
Uma recta para descansar depois de passar Livramento.
Alguns amigos, já me perguntaram o caminho para a subida das curvas por Alvados até ás grutas, pois bem, podemos chegar lá de duas maneiras, ambas passam por esta rotunda.
A primeira, é a menos difícil, indo de Porto de Mós em direcção a Mira D'Aire, basta virar em direcção ao parque de merendas dos Alvados, seguir a recta até chegar a esta rotunda e virar na primeira à direita.
A segunda opção, é não virar aí e continuar a subir em direcção a Mira D'Aire e já mais em cima, virar à direita em direcção a Alvados. Aqui se virarmos logo à direita dá para subir às grutas mas é sempre a direito, para fazer as curvas das fotografias em baixo, seguimos em frente até apanhar a tal rotunda.
Quem quiser fazer um treino um pouco mais intenso, pode sempre fazer a segunda opção...
Ao iniciar a subida, "bateu-me" um certo desanimo, depois de fazer mais de 1 km de plano, estava à frente de uma "parede", não podia ir-me a baixo, estava lá para subir e já a tinha subido antes. Atiro esse pensamento para trás, meto o prato de 34 e a 2ª mais leve (estava a guardar a mais leve, para mais tarde...).
Pouco antes de fazer este cotovelo, tive mesmo que parar, não pelo cansaço (que tinha) mas pelo suor que caiu nos olhos. Ainda tentei seguir, mas estava mesmo a arder. Parei, passei os olhos por água e continuei.
Não é a fotografia ideial, estava ocupado a pedalar, mas dá para ver parte do dito cotovelo lá em baixo!
Chegado ás grutas dos Alvados vi que já era tarde de mais para a volta que tinha em mente, por isso continuei a subir até chegar ás grutas se Santo António.
Chegado aí parei no café do restaurante, para beber o meu prémio de montanha, uma merecida Coca-Cola bem fresquinha!!! Aproveitei para lavar a cara, os óculos, encher os bidons e comer um pão com doce de amora. 19:00 Horas, está a ficar tarde.
Como estava calor não levei a habitual camisa interior, como o regresso até Porto de Mós é sempre a descer e já estava a ficar frio, lembrei-me de uma coisa que os ciclistas "a sério" fazem nas descidas. Eles metem algumas folhas de jornal no peito a fazer de corta vento. Eu o que tinha era a película das sandes e um papel que tinha para limpar os óculos, foi isso que utilizei, não fica muito bonito, mas resultou!
Mira D'Aire lá ao fundo.
A tal subida e cotovelo.
O outro acesso sem curvas até ás grutas dos Alvados.
O caminho de regresso é mais rápido.
No total, foram 95,9 kms feitos em 3:55 horas, não foi aquilo que queria fazer, mas fiquei satisfeito, cheguei a casa com a sensação que teria conseguido fazer mais. A verdade, é que se nos alimentarmos como deve de ser, o corpo consegue recuperar e seguir caminho.
Agora é ter calma e não abusar, até ás 12 Horas de Proença acabaram-se as subidas, não quero fazer o mesmo erro das 3 Horas de Leiria...

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Tour des Grottes!

Hoje fui fazer a Volta das Grutas!!!
Já começa a ser habitual, quanto estou para ir a uma prova mais importante, vou fazer estrada para a Serra D'Aire e Candeeiros. O Castelo de Porto de Mós lá ao fundo.Curvas e mais curvas até aos Alvados.
Habitualmente aqui sigo em frente até Mira d'Aire, mas no caminho vi outra estrada. Virei à esquerda.
Grutas de Alvados.
Mas uma subida.
E vim dar aqui! Mira d'Aire fica lá ao fundo.
Grutas de Santo António, não conhecia, mas espero aqui voltar.Prémio de Montanha conseguido! Altura de voltar para casa.
Levei na mochila 1,5 lt de água, uma maçã dois croissants cortados a meio com doce de morango e uma fatia de uma tarte com ovos e leite (comi tudo)!
Desci por um outro caminho, para a próxima é por aqui que venho. Para os que querem fazer esta estrada basta irem a Alvados e seguir as placas para as Grutas de Alvados ou de Santo António. Já parece um pouco Alpes d'Huez não é?
Desta vez saí mais tarde do que o habitual, eram 9 horas, portanto tinha apenas no máximo 4 horas de bicicleta. Totalizei 65 kms em 3:40 horas, se tivesse saído uma hora mais cedo teria ido até à Nazaré beber uma Coca-cola, mas conheci novas estradas, vim aqui pela primeira vez com a Gary Fisher e apesar das subidas até me senti bastante bem durante a volta toda.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Tour des Grottes - O Regresso!

Finalmente tenho uns pedais de estrada!
Depois dos cleats montados (na estrada chamam-lhe travessas não é?) e de um teste no trainer de 40 minutos na sexta-feira. Chega a hora de ir para a rua testar o conjunto!
Sem pedalar no Sábado, tive que no Domingo compensar de algum modo essa falta. Por isso o destino foi a Serra D'Aire e Candeeiros para fazer o Tour des Grottes.
Sem chuva até aqui, começo a ver as nuvens cada vez mais carregadas! Para me motivar começo a pensar neste vídeo.
As primeiras gotas aparecem em Alvados. O tempo até nem estava muito frio por isso não levei as capas, mal feito... Chuva=Pés Molhados até chegar a casa!
Em Minde, já sem chuva, apanho a subida para as grutas de Santo António. 14% de inclinação logo no inicio, depois 11 um descanso de 7 e o regresso aos na curva mais 15% . Por curiosidade, a subida têm 2 kms, com um acumulado de 176mt.
Esta subida é impressionante e custa a fazer mas a subida até ás grutas de Santo António é que faz o gráfico da altimetria chegar lá mesmo acima! Desta vez não parei no Café das Grutas tinha os pés molhados.
Pronto, até parei, mas só para tirar esta fotografia. A estrada que está de baixo dos aerogeradores é a mesma por onde passei na semana passada. Depois daqui a estrada é quase sempre a descer, quando cheguei aos 65km/h achei por bem utilizar mais os travões. A recta que passa em Alvados, perto da Pousada da Juventude fez-se bastante bem, o vento que apanhei de frente até aqui, estava a levar-me na direcção que queria.
No horizonte, nuvens e à saída de Porto de Mós mais chuva, agora bem mais forte e que me acompanhou até à Marinha Grande.
Gostei dos sapatos e dos pedais de estrada, a superfície de apoio é notória, dizem que as bases de carbono aquecem os pés, mas não dei por isso... Eles aqueceram e até ficaram dormentes mas só quando me meti debaixo do chuveiro!!!
As pernas aqui estão mesmo sujas com uma mistura de protector solar factor 50, areia e sujidade da estrada. Apesar do protector, já estou com um bronzeado tricolor... Pés brancos, depois castanho (apesar do protector) depois um pouco menos castanho, mais castanho em cima dos joelhos e depois branco outra vez. Já estou a ver a minha figurinha no Verão, só quem andar de bicicleta é que vai entender alguma coisa!!!
Uma boa surpresa foi o pneu de trás. Mesmo com 15% de inclinação nas subidas molhadas não derraparam uma única vez!!! Em Mira D'Aire, um carro passou-me, para logo a seguir travar e virar à esquerda tive que travar e mesmo com a roda bloqueada e atravessada senti a tracção, agora só quero mesmo é meter um igual à frente.
4:28 horas exactamente o mesmo tempo da volta do Sábado passada!!! Não tenho andado com nenhuma motivação para as provas que estão agendas, mas estou a gostar bastante de pedalar e isso é que interessa.
Os dados da volta aqui.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

XC , estrada e chuva

No Domingo passado o meu colega de voltas veio ao meu encontro para irmos até Porto de Mós ver a última prova do campeonato de XC. O pessoal do Juncal, também iria passar por lá mas de BTT, nós fomos de estrada.
Pouco tempo depois de nos termos encontrado começa a chover, ainda sugeri ao António voltarmos a minha casa meter a bicicleta dele no meu carro e ir confortavelmente até Porto de Mós, mas nada disso. Estávamos ali para andar de bicicleta e foi isso que fizemos.

Ao chegarmos a Porto de Mós seguimos para o local da pista, uma subida que a determinada altura tinha 14% de inclinação. Chegados lá a primeira coisa que fiz foi arranjar um guardanapo de papel para limpar os óculos, estavam sujos e embaciados. Não pudemos andar muito pela pista, eu como ainda ando com os sapatos de BTT tinha alguma liberdade de movimentos, mas se o António metesse lama nos cleats da Speedplay, a coisa complicava-se. Ficamos a ver a prova na descida de terra e pedra que antecedia a chegada à recta da meta. A lama e a pedra escorregadia transmitia alguma insegurança aos atletas, mas outros passavam cheios de confiança e atitude! Uma coisa que gostei bastante de ver foi as meninas a participar, ainda eram algumas, que bom.
Será que a minha filha irá gostar de andar de bicicleta?

Por mim, voltava para casa e fazia uns 60kms mas o António estava cheio de vontade de fazer a volta por Chão das Pias, por isso, lá partimos nós, eram umas 11:30. Começamos a subir, não estou nos meus melhores dias e a vontade de pedalar não era muita, por isso não me entusiasmei em ir atrás da roda. Optei por meter um ritmo relativamente confortável, a 160 bpm e a tentar manter uma cadência de 80 ppm. Quase a chegar lá acima carreguei mais um pouco e cheguei-me ao António, estávamos ao lado do acesso a uma das descidas de Downhill mais antigas do país (vejam o vídeo).

Mais umas descidas e umas subidas, felizmente levei um impermeável, fechava-o nas descidas abria-o nas subidas. Passamos por uma localidade onde havia um mercado, estávamos na hora de almoço e o cheiro de um frango verdadeiramente, assado nas brasas passou-me pelo nariz...

Pouco tempo depois entravamos na estrada que dá acesso às grutas de Santo António. As subidas ganham novamente mais inclinação e distância, apesar do pequeno almoço ter sido há mais de 5 horas parece que a digestão ainda não estava feita e por isso ia-me dando umas cólicas. Agora acho que sei o que foi, é que comi mueslies com iogurte, normalmente faço uma papa com os mueslies, como estes ficam cozidos adianta um bocado o trabalho da digestão, desta vez como foi tudo ao natural, o estômago teve mais trabalho que o habitual e não gostou.
Chegamos ás grutas de Santo António parámos para beber uma Coca-cola, é uma chatice usar óculos, mas depois de passar pelo ritual de os lavar, sinto-me como que rejuvenecido, tudo fica literalmente mais claro, mais visível. Bebo a Coca-cola, na esperança que o gás resolva alguma coisa lá no estômago! Subimos mais 100 metros e estamos no topo da Serra de Santo António, começamos a descer para Alvados.

Em Porto de Mós seguimos para a Batalha, e na Batalha viramos para Fátima, para depois virarmos para a s Cortes em direcção a Leiria. Mais uma subida... Para ser solidário com o António começo com uma relação de 50x23, vou na roda dele, mas depois numa altura mais difícil passo para 34x18?, pronto 17km/h e lá vai ele embora. Pouco tempo depois, meto 50x25, volto a conseguir manter a estonteante velocidade de 20/22km/h, são só mais dois dentes mas fazem toda a diferença!!! Isto de andar na estrada tem realmente muito que se lhe diga...
Depois foi sempre a rolar até Leiria.

Mais 105 kms feitos, não tenho jeito nenhum a curvar, estou cada vez mais à vontade em cima da bicicleta de estrada, mas as curvas e as rotundas ainda são um problema e rotundas, quando vou com o pessoal, fico sempre para trás... Ainda não me habituei à ideia que consigo inclinar-me com menos de 1cm de pneu a tocar na estrada, então com chuva...

Ás 3 da tarde estava em casa a tomar um banho.

domingo, 9 de maio de 2010

Falta uma semana para 24 Horas de Castelo Branco

Hoje fui para a zona da Serra dos Candeeiros, Chão das Pias, Grutas de Santo António e outros nomes esquisitos, resumindo foi o habitual Tour des Grottes antes de alguma prova mais importante.
Era a subir mas aqui este gráfico parece mais do que realmente foi. Na sexta utilizei o GPS no carro e não o meti a carregar, resultado, desliguei a função do GPS e trabalhou apenas com os sensores, aguentou-se bem, para a carga que tinha. A informação da volta aqui.

domingo, 28 de março de 2010

2 Dias de Pedaladas


Tenho andado mais a conduzir do que a pedalar.
No Sábado, ás 8:15 estava começar a pedalar, tinha uma princesa para ir buscar por isso, toca a despachar a volta, nem à Nazaré fui, mas nem por isso deixei de ver o mar. Depois de uma paragem para dar mais um toque na travessa do sapato direito, segui por Pataias até São Pedro de Moel. Foi uma volta curta mas bastante agradável com 40 kms em hora e meia.

Hoje e como não pedalei e o meu maior exercício da semana foi levar o garfo à boca, tive que me me esforçar mais um pouco para compensar a falta de treino.
Por isso toca a carregar nos pedais. Dia fantástico para pedalar, nem os manguitos levei, estava um pouco frio mas depois da má escolha de vestuário na Maratona do Centro achei que realmente a Primavera está aí e não era preciso mais roupa. Primeira paragem na Nazaré, segui para a primeira subida do dia, na Cela, foi feita sentado e a manter a cadência acima das 80ppm custou mas já está feita! Viro à esquerda, para Alcobaça. Depois, Aljubarrota, Porto de Mós e Alvados. Queria ter feito mais, mas as horas estavam a passar e tinha outras coisas para fazer. Mesmo assim ainda subi para as grutas dos Alvados. Foi a segunda vez que subi por este lado a primeira foi com a Gary Fisher. Depois foi voltar por Alpedriz e finalmente passo pela Cimpor de Pataias, 17 kms depois estava em casa.

Já saíram as classificações da Maratona do Centro 2010. Fiquei em 46º em 60 que concluíram na categoria Veteranos A com o tempo de 5:42H. Soube-me a pouco, mas pronto, aprendi mais umas coisas para a próxima vez não errar: -Na Primavera anda-se com menos roupa e quando se pedala em lama, convém levar óleo para meter na corrente quando esta começa a portar-se mal!