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domingo, 28 de fevereiro de 2010

Tour des Grottes - O Regresso!

Finalmente tenho uns pedais de estrada!
Depois dos cleats montados (na estrada chamam-lhe travessas não é?) e de um teste no trainer de 40 minutos na sexta-feira. Chega a hora de ir para a rua testar o conjunto!
Sem pedalar no Sábado, tive que no Domingo compensar de algum modo essa falta. Por isso o destino foi a Serra D'Aire e Candeeiros para fazer o Tour des Grottes.
Sem chuva até aqui, começo a ver as nuvens cada vez mais carregadas! Para me motivar começo a pensar neste vídeo.
As primeiras gotas aparecem em Alvados. O tempo até nem estava muito frio por isso não levei as capas, mal feito... Chuva=Pés Molhados até chegar a casa!
Em Minde, já sem chuva, apanho a subida para as grutas de Santo António. 14% de inclinação logo no inicio, depois 11 um descanso de 7 e o regresso aos na curva mais 15% . Por curiosidade, a subida têm 2 kms, com um acumulado de 176mt.
Esta subida é impressionante e custa a fazer mas a subida até ás grutas de Santo António é que faz o gráfico da altimetria chegar lá mesmo acima! Desta vez não parei no Café das Grutas tinha os pés molhados.
Pronto, até parei, mas só para tirar esta fotografia. A estrada que está de baixo dos aerogeradores é a mesma por onde passei na semana passada. Depois daqui a estrada é quase sempre a descer, quando cheguei aos 65km/h achei por bem utilizar mais os travões. A recta que passa em Alvados, perto da Pousada da Juventude fez-se bastante bem, o vento que apanhei de frente até aqui, estava a levar-me na direcção que queria.
No horizonte, nuvens e à saída de Porto de Mós mais chuva, agora bem mais forte e que me acompanhou até à Marinha Grande.
Gostei dos sapatos e dos pedais de estrada, a superfície de apoio é notória, dizem que as bases de carbono aquecem os pés, mas não dei por isso... Eles aqueceram e até ficaram dormentes mas só quando me meti debaixo do chuveiro!!!
As pernas aqui estão mesmo sujas com uma mistura de protector solar factor 50, areia e sujidade da estrada. Apesar do protector, já estou com um bronzeado tricolor... Pés brancos, depois castanho (apesar do protector) depois um pouco menos castanho, mais castanho em cima dos joelhos e depois branco outra vez. Já estou a ver a minha figurinha no Verão, só quem andar de bicicleta é que vai entender alguma coisa!!!
Uma boa surpresa foi o pneu de trás. Mesmo com 15% de inclinação nas subidas molhadas não derraparam uma única vez!!! Em Mira D'Aire, um carro passou-me, para logo a seguir travar e virar à esquerda tive que travar e mesmo com a roda bloqueada e atravessada senti a tracção, agora só quero mesmo é meter um igual à frente.
4:28 horas exactamente o mesmo tempo da volta do Sábado passada!!! Não tenho andado com nenhuma motivação para as provas que estão agendas, mas estou a gostar bastante de pedalar e isso é que interessa.
Os dados da volta aqui.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Tour des Grottes - Versão longa



Faltam três semanas para o Geo-Raid Terras de Xisto tenho treinado durante a semana mas para uma prova tão difícil impunha-se um treino mais pesadinho. Habitualmente saio de casa sem uma grande ideia da volta que irei dar, mas desta vez sabia bem qual seria o objectivo, volta longa com o maior número de subidas possiveis!
Ás 10:20 estava na rua, depois de um café numas bombas de gasolina, fiz-me à estrada.
Logo à saida da Marinha Grande cruzei-me com o Quim e outro colega do Clube BTT do Juncal, vamos à conversa durante algum tempo, mas param na Moita para um lanche.
Sigo para a Nazaré, muitos ciclistas e bttistas na estrada. Cada vez há mais pessoal a pedalar, que bom! Já na Nazaré não resisto e tenho que passar pela marginal para ver o mar. Estava calmo, melhor do que em muitos dias de Agosto!
Nazaré fica para trás, viro para a subida de Cela, são 3 ou 4 quilómetros de subida, que se for feita com alguma intensidade vai doer. Meto o prato 50 e duas abaixo da mais leve na cassete, até meto o pulsometro a contar o tempo, mas a 700 metros do fim da subida, vejo o chão sujo, olho para a árvore que esta em cima e vejo que é uma figueira!!! Ainda por cima de figos pretos. Mandei lixar a contagem do tempo e parei. Comi uns 10 figos, eram pequenos mas bastante saborosos.
Em Alcobaça, cruzo-me com um colega de pedaladas, é o Gualdino e o seus colegas, são 12:20 a volta deles está a terminar. Subi para Aljubarrota, parei nas bombas do David, colega do CBTT do Juncal, enquanto conversamos, como metade do pão com marmelada.
De volta ao asfalto, sigo em direcção à Batalha, para fazer a subida para Fátima. Uma coisa boa das subidas mais duras é que depois, apesar de continuarmos a subir, por vezes apanhamos uma subida ligeiramente menos inclinada, que, se não metermos uma velocidade mais pesada e continuarmos com uma relação leve, nos deixa descansar! Na rotunda do café Kanguro viro para a direita em direcção a São Mamede, Pia do Urso, Minde. Chego a um cruzamento, tenho que decidir entre Minde e Mira D'Aire. Virei para Minde. Esta estrada não tem nada de especial, mas gostei bastante, é estreita, isolada e o asfalto é bom.
Mais umas pedaladas e já estou perto. No final da subida vemos a autoestrada A1 do lado esquerdo, em frente a subida para a Serra de Santo António e lá em baixo Minde. Vinha a fazer conta como supermercado do Minipreço no qual tinha parado numa das minhas voltas por aqui, quando lá chego estava fechado!!! Bolas, queria uma bebida isotónica, uma cola e alguma coisa para comer. Paciência, nas bombas de gasolina logo ali ao lado comprei uma Coca-cola. bebi um pouco e guardei a garrafa, tinha que fazer mais alguma coisa para beber o que faltava!

De volta à estrada olho em frente, a serra vista de Minde parece enorme (e é!). Tenho que relativizar, não vale a pena pensar em tudo o que falta subir, ironicamente o acesso à subida inicia-se com uma subida.
Não vale a pena estar a brincar com as mudanças, 34x25 e rabo no ar. O calor no asfalto e a força que é necessária para meter a bicicleta em movimento fazem o pneu de trás chiar a cada pedalada, como é que será fazer esta subida com chuva??? O inicio da subida custa bastante, a certa altura, apesar de continuar a subir esta deixa de ser tão inclinada, quase que dá para descansar. Depois da curva em cotovelo mais uma recta de 1 km? Agora já não há árvores por isso encosto-me ao lado esquerdo da estrada, pelo menos as pernas apanham sombra. Vou alternando a posição ora sentado ora em pé. Minde está lá em baixo. Hora de beber a Coca-cola e o resto do pão com marmelada, já trabalhei para o lanche! Agora é descer qualquer coisa e tornar a subir para as grutas de Santo António. Sigo para Alvados.
Em Porto de Mós apanho o Minipreço aberto. Abasteci-me com1 Powerade, 1 Red Bull marca Minipreço (0,39€) e 1 pacote de tiras de milho (estava a precisar de sal). Quando vou para meter novamente o capacete vejo que tenho um penteado espectacular, uma crista perfeita, pareço mesmo um galo (que figurinha...)
Bem, não há muito mais para contar, Juncal, Montes, Pataias e Marinha Grande. Aqui parei logo no McDonalds afinal eram 17:30 e não tinha almoçado. Depois de lavar a cara e os óculos, ataquei um CBO umas batatas e uma bela cerveja. Não será a melhor alimentação para recuperar, mas ninguém é perfeito.
O caminho até casa foi feito devagar. Depois de um banho ainda deu para ir ver as nuvens e o mar.
Tenho 3 espaçadores no avanço, estava a andar com dois em baixo e um em cima, na semana passada passei o terceiro para baixo. Não me estava a dar problemas, mas com vento meto as mãos nos drops e acabo por ficar com dores no pescoço, no final desta volta não tinha dores nenhumas.
O conta-quilómetros está sem pilhas, é uma pena estava a adorar a informação da cadência, na verdade é isso que sinto mais falta. É sempre bom saber quantos Kms já fizemos, mas normalmente sempre que ando evito saber o que já fiz. No passado dava alguam atenção a isto mas depois verificava que faltava sempre muito ou então as centenas de metros demoravam tempo de mais a passar no mostrador. Na Gary Fisher, depois de ter perdido o sensor nas 24 horas de Lisboa nem me preocupei em comprar outro. As voltas são todas registadas, mas em horas.

O que levei comigo:
1 bidon com água 500ml
1 bidon com Isostar Long Energy 750ml
1 pão de mistura com marmelada
2 bananas
1 barra energética, EAFIT

O que comprei durante a volta:
1 Coca-cola 500 ml
1 Powerade 500 ml
1 lata tipo Redbull Minipreço
1 Hamburger CBO+ batatas fritas+ ketchup
1 Cerveja

Os dados da volta:
- 144kms, velocidade média 20 km/h
- Acumulado de subidas de 1357 metros (pensei que fosse mais)
- Acumulado de descida 1362mt

O Coração:
Tempo real: 7:30 Tempo de treino 6:25, 143 bpm md, 175 bpm mx, 4417 kcal, 2 horas acima dos 160 bpm

domingo, 9 de janeiro de 2011

A Primeira Volta Trek Madone 4.9



Depois, mais tarde desenvolvo, mas é só para dizer que realmente o carbono é confortável.

Hoje foi a volta para estrear a minha nova bicicleta! A verdade é que, apenas o quadro, a forqueta e o avanço é que é novo tudo o resto veio da 1.7. Os travões e a transmissão é Shimano 105, portanto, material mais que bom para mim, além disso até é bonito! As rodas Bontrager Race X Lite, já foram compradas para serem montadas neste quadro e fizeram da 1.7 uma bicicleta completamente diferente!
Zorze, um grande obrigado pela montagem da máquina subi o avanço, mas não mexi na posição do guiador, tinhas razão, ficou melhor!

A volta de hoje.
Saí em direcção à praia da Vieira.depois, foi Nazaré e quase Alcobaça, foram 90kms e 3:40 horas de volta. A mudança do tamanho do quadro foi uma boa aposta, de um 56 passei para um 58.

Tenho andado a adiar a volta à Serra dos Candeeiros, para fazer o meu Tour des Grottes, é para entretanto, porque as saudades da serra são muitas!

domingo, 9 de maio de 2010

Falta uma semana para 24 Horas de Castelo Branco

Hoje fui para a zona da Serra dos Candeeiros, Chão das Pias, Grutas de Santo António e outros nomes esquisitos, resumindo foi o habitual Tour des Grottes antes de alguma prova mais importante.
Era a subir mas aqui este gráfico parece mais do que realmente foi. Na sexta utilizei o GPS no carro e não o meti a carregar, resultado, desliguei a função do GPS e trabalhou apenas com os sensores, aguentou-se bem, para a carga que tinha. A informação da volta aqui.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Fui para a Serra D'Aire e Candeeiros e à praia.

Depois da cafeína de uma bica quase cheia (3/4) e sem intenções de cumprir alguma promessa fiz-me à estrada, direcção Fátima. Aquela subida, em que dantes dava para ver aquele painel publicitário da Pan-Am cheia de curvas, enche-me as medidas... Depois de meter o coração a trabalhar para chegar a Reguengo de Fetal, olho para a tal subida... Mais uma curva e vejo um ciclista ao longe. Um pouco depois começamos a falar, ele era de Tomar e estava a treinar para a Maratona do Centro, entre a conversa e pedaladas a subida foi feita! Na rotunda separámo-nos, eu virei para Pia do Urso, em direcção a Mira d'Aire.
Lá em cima estão as Grutas de Santo António, que fazem parte do Tour des Grottes. Ao descer para Alvados aparece o Gaf mais um colega da sua nova equipa a Casa do Benfica de Pataias. Vamos a conversar sobre o óbvio até Alcobaça.
Faltava ver o mar, destino Nazaré.
4 horas e meia de bicicleta.
Depois do almoço mais uma volta com a minha menina no jardim onde que aprendi a andar de bicicleta, já queria ir a pedalar até casa, acho que tenho companheira para as pedaladas em 2020!!!
Domingo de manhã, está a chover a potes, calças ,capas de neoprene ,impermeável de plástico. Só tenho dois dias por semana para pedalar fora de portas, por isso estava decido a sair. Quando chego à rua, sol!!! Já tinha tido a minha dose de montanha no dia anterior, por isso apontei a agulha para Norte em direcção à Praia da Viera.
Recta para lá e recta para cá.
Uma paragem em São Pedro de Moel, depois a rota do costume Nazaré e um regresso mais rápido a casa com o vento a ajudar. O prato 50 nunca se encontrou com a corrente.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Domingo, Terça-Feira e Cleats

Na semana passada combinei com dois amigos meus irmos fazer o Tour des Grottes.
Finalmente iria fazer esta volta, com companhia! No Sábado, combinei tudo, horas, pontos de encontro. Mas... Durante a noite de Sábado para Domingo ás 4 horas da manhã, acordei com uma tremenda dor de barriga!!! Casa de banho... Cama, ás 7, acordo faço o meu pequeno-almoço habitual para os dias de volta, mas não estava em condições de sair de casa. Telefonei-lhes a avisar que não podia ir e fui-me deitar.
Ás 9:30, já me sentia um pouco melhor. Tinha que sair, já não pedalava à uma semana e por isso não podia deixar de sair. Bidons cheios, duas bananas umas barras, mais um toque nos cleats e rua!
Direcção: Marinha Grande, pedaladas sem muita força, a rolar, o objectivo era ver se o novo reposicionamento dos cleats resultava.
Já na Marinha Grande, a barriga deu-me um aviso, acho que foi da golada de água, acabei por chegar a casa com os bidons cheios. Virei para São Pedro de Moel, Pedra do Ouro e nas Paredes nem fui pela praia, virei logo em direcção a Pataias. Acabei por fazer 45kms em 2 horas, a média foi 23 km/h, já há muito tempo que não pedalava tão calmamente, tão descontraído, gostei!!! Quanto à volta até ás grutas da Serra D'Aire fica para a próxima.

Quando ao ajuste dos cleats, posso dizer que gostei bastante, quando cheguei a casa baixei-me e não senti a dor que sentia nos joelhos, portanto resultou.

Nos dois cleats mantive os parafusos nos buracos de cima, mas puxei-os mais para baixo. No sapato esquerdo para além desta alteração não fiz mais nada, se não sentia nada nos joelhos, não se justificava mexer mais nesta posição. No sapato direito, movi-o mais ainda para o lado direito. Assim, consegui afastar mais a perna direita, para fora, uma vez que estava a pedalar com a perna direita mais perto do quadro.
Mas como é que vi que a dor no joelho direito se devia a este facto?
Bem, no domingo do Tróia-Sagres, falei sobre este problema ao Paulo Alves, ele meteu-se atrás de mim e viu que eu pedalava com o joelho a apontar para dentro. Falámos de soluções, um calço na palmilha, calços nos cleats, posicionar o cleat mais para o lado, bem, variadíssimas soluções. Depois lembrei-me da minha guerra dos calções, e do sofrimento quando passo mais horas na bicicleta, fico sempre com o traseiro mais amassado do lado direito do que o esquerdo. Já para não falar nos selins que perdem a cor do lado direito. Isto tudo intensificou-se com a bicicleta de estrada porque a distância de um pedal ao outro é menor nas bicicletas de estrada em comparação com as BTT.
Conclusão, a causa dar dor nos joelhos também poderia ser a causa das dores no traseiro (não vale a pena gozar!!!) No final da volta, apesar de pequena não sentia dor nenhuma do lado direito.

Terça-feira tornei a sair, desta vez em direcção à Nazaré, estou com uns planos para uma saida na próxima semana e queria estar com o mínimo de preparação possivel.
Desta vez carreguei com mais na força nos pedais, e confirmou-se, não tive qualquer dor no joelho direito e quando cheguei a casa baixei-me, levantei-me umas quantas vezes e não doeu nada. Achei que estava a conseguir pedalar com mais força, não sentia perda de potência.

Para saberem mais sobre este assunto, e leiam o artigo Footloose. Super interessante, com indicações sobre como posicionar os cleats em função à modalidade de ciclsmo que praticamos.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

De volta aos trilhos

...Desta vez para começarmos a preparar o 2º Raid do Juncal no dia 20 de Setembro, distâncias, zonas de abastecimentos, em que sentido fazemos os trilhos, etc.
9:05 cheguei ao Juncal, já com 10 kms feitos. O pessoal( 9 canários) já estava por lá, vou para irar a fotografia de grupo mas a máquina recusou-se a trabalhar. Mas o Zé Luís, o 2º blogger mais activo do grupo, levou e tirou uma série de fotos e já actualizou o seu blogue "Pedal Virtual".

Uma semana sem andar de bicicleta teve as suas consequências:
- Um quilo a mais,
- As pernas apesar de um pouco entorpecidas por não ter dado uma volta de recuperação na segunda-feira, estavam recuperadas ao nível de força, pelo menos até metade da volta, depois...
- O joelho direito ainda doeu um pouco, mas disso falo mais tarde(próximo post).
- Continua-me a doer o tendão na parte de cima do gémeo, acho que tenho que ir ao médico por causa disso.

Mas voltando à volta de Domingo! Começámos por fazer uns estradões, umas subidas, algumas descidas (menos), pedalar, pedalar. O terreno está seco e a pressão dos pneus é fundamental, quem leva muita pressão facilmente derrapa, há muita gravilha.

Entretanto, o grupo passa a 12 elementos, o Gualdino o João e mais um colega juntam-se a nós. Eles participaram na semana passada no Campeonato nacional de XC em Fátima na classe promoção. Gostaram da experiência e acho que é para repetir.

Estava calor, não levei Camelbak, o peso nas costas, a fita que prende as alças a apertar o peito... Optei por levar duas garrafas, uma com bebida energética e outra com água, que acabei por atesta-las numa fonte, portanto mais ou menos 2 litros de água bebidos, uma das garrafas levei-a no bolso de trás do jersey.

Um dos colegas da Maiorga, o João dobrou a corrente, uma XTR. Ele diz que estas são as melhores mais leves, que se estragam mais facilmente por serem também mais macias e por isso poupam também as cassetes e as pedaleiras, não deixa de ter razão. Deu para resolver a situação, tinha elo e desmonta correntes.

A volta terminou com habituais subidas até ao Juncal, o calor e a falta das voltinhas durante a semana, tornaram-nas mais penosas. Chegado ao Juncal eu e o Bruno bebemos uma Coca-Cola, fresquinha, faltavam-me mais 10 kms para casa.
Como sempre é bom pedalar com os amigos! Ficou combinado para a próxima semana durante a tarde, fazer com bicicleta de estrada, o Tour des Grottes com o Gualdino e quem mais quiser participar.

Para não terminar este post sem fotografias, ficam aqui estas duas como teaser de um post para a próxima semana sobre bike fit.
Descubram as diferenças!

domingo, 12 de julho de 2009

Hoje a volta foi à tarde

De manhã, não consegui sair de casa antes da minha filha acordar, por isso acabei por ir até à praia da Nazaré e a volta matinal,passou para a tarde.
O objectivo do dia era fazer o Tour des Grottes, passando pelas grutas dos Alvados e fazendo a subida às grutas de Santo António pelo lado de Minde.16:30 Saí de casa em direcção à Nazaré. Um dos objectivos era fazer mais de 120 quilómetros de subidas.
Depois da Nazaré em direcção a São Martinho virei para os 2/3 Kms de subida entre Cela Velha e...
...Cela Nova, sempre em 50x3 velocidade mais leve (não tenho aqui a bicicleta para ir verificar quantos dentes tem...).
Alcobaça e e o seu mosteiro
Nesta subida, fui alternado entre sentado e levantado, a tentar manter a velocidade acima dos 18 kms, nem sempre consegui.
Ainda tinha que passar para lá daquela serra lá ao fundo.
Já depois de Porto de Mós, o inicio das subidas a sério, está quase.
Uma recta para descansar depois de passar Livramento.
Alguns amigos, já me perguntaram o caminho para a subida das curvas por Alvados até ás grutas, pois bem, podemos chegar lá de duas maneiras, ambas passam por esta rotunda.
A primeira, é a menos difícil, indo de Porto de Mós em direcção a Mira D'Aire, basta virar em direcção ao parque de merendas dos Alvados, seguir a recta até chegar a esta rotunda e virar na primeira à direita.
A segunda opção, é não virar aí e continuar a subir em direcção a Mira D'Aire e já mais em cima, virar à direita em direcção a Alvados. Aqui se virarmos logo à direita dá para subir às grutas mas é sempre a direito, para fazer as curvas das fotografias em baixo, seguimos em frente até apanhar a tal rotunda.
Quem quiser fazer um treino um pouco mais intenso, pode sempre fazer a segunda opção...
Ao iniciar a subida, "bateu-me" um certo desanimo, depois de fazer mais de 1 km de plano, estava à frente de uma "parede", não podia ir-me a baixo, estava lá para subir e já a tinha subido antes. Atiro esse pensamento para trás, meto o prato de 34 e a 2ª mais leve (estava a guardar a mais leve, para mais tarde...).
Pouco antes de fazer este cotovelo, tive mesmo que parar, não pelo cansaço (que tinha) mas pelo suor que caiu nos olhos. Ainda tentei seguir, mas estava mesmo a arder. Parei, passei os olhos por água e continuei.
Não é a fotografia ideial, estava ocupado a pedalar, mas dá para ver parte do dito cotovelo lá em baixo!
Chegado ás grutas dos Alvados vi que já era tarde de mais para a volta que tinha em mente, por isso continuei a subir até chegar ás grutas se Santo António.
Chegado aí parei no café do restaurante, para beber o meu prémio de montanha, uma merecida Coca-Cola bem fresquinha!!! Aproveitei para lavar a cara, os óculos, encher os bidons e comer um pão com doce de amora. 19:00 Horas, está a ficar tarde.
Como estava calor não levei a habitual camisa interior, como o regresso até Porto de Mós é sempre a descer e já estava a ficar frio, lembrei-me de uma coisa que os ciclistas "a sério" fazem nas descidas. Eles metem algumas folhas de jornal no peito a fazer de corta vento. Eu o que tinha era a película das sandes e um papel que tinha para limpar os óculos, foi isso que utilizei, não fica muito bonito, mas resultou!
Mira D'Aire lá ao fundo.
A tal subida e cotovelo.
O outro acesso sem curvas até ás grutas dos Alvados.
O caminho de regresso é mais rápido.
No total, foram 95,9 kms feitos em 3:55 horas, não foi aquilo que queria fazer, mas fiquei satisfeito, cheguei a casa com a sensação que teria conseguido fazer mais. A verdade, é que se nos alimentarmos como deve de ser, o corpo consegue recuperar e seguir caminho.
Agora é ter calma e não abusar, até ás 12 Horas de Proença acabaram-se as subidas, não quero fazer o mesmo erro das 3 Horas de Leiria...