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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Como montar uns Tubeless Ready


Em quanto não chega a fita para passar a tubeless, vou vendo uns vídeos para saber como se faz.

Após visitar o site devo dizer que para as rodas Bontrager 29 ou 26 a válvula para tubeless tem que ser mesmo da Bontrager. O kit das fitas e das válvulas não é caro, o selante é que é mas também não é por aí além.
Já que as minha GF veio com pneus (Jones ACX) e rodas Tubeless Ready(Rhythm Elite) à que aproveitar. Sempre se vai poupar umas gramas, ganhar conforto e aderência com a vantagem de evitar os enfadonhos furos.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Tubeless, como fiz.

No Domingo foi a volta de teste, não houve nenhum problema, não tomei nota da pressão com que saí, mas foi qualquer coisa entre 35 e 40 psi, dá para baixar mas para já, fica assim.

As rodas Bontrager Rythm Elite, são assimétricas, daí a furação ficar assim. Ao fundo a minha princesa.

A fita do lado de contacto do aro, também não é simétrica montei com o lado da aba maior, do lado dos furos.

Montou-se muito bem pensava que seria difícil, mas não foi. Mas se repararem, se do lado esquerdo a fita ficou a tocar no lado do aro, do lado esquerdo ficou afastada um ou dois milímetros!!!

Mas estava certo de que tinha encomendado as fitas correctas para os aros assimétricos.Foi então que vi esta inscrição na fita, OSB.

As iniciais, OSB - Offset Stroke Bed, portanto em principio não haveria problema, mas se alguém me pode explicar isto melhor, diga alguma coisa, pois ainda não tenho muita certeza se fiz bem!

Água e sabão para ver se havia fugas.

A confusão na oficina ao ar livre!
Não sou um maluquinho do peso mas fica aqui algumas pesagens, do antes e depois.

Roda da frente com pneu e câmara de ar, 1998gr.

Roda da frente já convertida tubeless e com selante, 1896gr.

Roda de trás com câmara de ar, 2604gr.

Mesma roda em Tubeless, 2556 gr.
Ficaram com uma diferença de 100gr na roda da frente e de 48 na roda de trás, nesta roda aumentei a dose se selante.

Desde que tenho válvulas com pipo fino(Presta) utilizo este adaptador, assim posso também dar ar com as bombas para pipo grosso.
A montagem fez-se bastante bem, como andei uns meses com estes pneus, estes fizeram-se bastante bem ao aro, para encher nem foi preciso compressor, enchi-os bastante facilmente com a bomba de pé. Na embalagem do selante recomendavam 60 ml para roda 29 polegadas, mas pelo sim pelo não meti 100. Rodei as rodas, dei uma voltinha pela estrada, no dia seguinte estava tudo bem, vamos a ver, para já está tudo bem!

domingo, 15 de março de 2009

A estreia do Tubeless

Volta curta, 50 kms, 10+10 em estrada casa/Juncal e 30 de BTT, não foram muitos kms mas ouve muitas subidas. Uma subida onde uma relação 20x34 teria dado jeito.
A continuação da subida anterior.
No próximo Domingo, o pessoal do Clube BTT do Juncal estará em força na Maratona do Centro!

Nada a apontar sobre o Tubeless. Funciona!
Ontem montei os pneus e hoje de manhã não foi preciso acrescentar ar, portanto está tudo a funcionar como previsto!

sexta-feira, 13 de março de 2009

Tubeless no Sábado!

Já tenho o o material, válvulas, fitas 29" e líquido selante.
Provavelmente será menos 150 ou 200 gramas por roda!
Com os pneus ACX a trabalharem em tubeless-ready, diminui a probabilidade de ter furos e permite rolar com menor pressão. Consequentemente, maior tracção, maior conforto e menos atrito fora de estrada. Para já são só vantagens!
Sábado de manhã já tenho que fazer!
No Domingo espero ir ter com o pessoal ao Juncal para fazer o ensaio.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Paragon 29er em Portugal

Já há uma Gary Fisher Paragon 29er em Portugal para testes!!!Está na península de Setúbal, mais concretamente em Palmela na loja VB BIKES. Acho que as bicicletas de teste andam a rodar pelo país, portanto, os que são da região não se acanhem e aproveitem a oportunidade os que não são, acompanhem o site e vejam quando é que a elas chegam à vossa região.

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

> QUADRO E SUSPENSÃO
Tamanhos SM (15.5") | MD (17.5") | LG (19") | XL (21")
Quadro Platinum Series 6066 butted & hydroformed aluminum, cold-forged dropouts, G2 29" Geometry
Suspensão Fox F80RL 29, 80mm travel, custom G2 Geometry 51mm offset crown, air spring, external rebound & lockout
Amortecedor n/d
> RODAS
Rodas Bontrager Rhythm Comp Disc 29, 28mm wide tubeless ready* rims
Pneus Bontrager XDX, 29x2.1 (53/51), tubeless ready, abrasion resistant,120 TPI aramid folding bead
> TRANSMISSÃO
Manípulos SRAM X.9, trigger
Desviador Fr SRAM X.9
Desviador Tr SRAM X.9
Pedaleiro Shimano FC-M543-SK, 44/32/22, Hollowtech arms, integrated pipe spindle
Cassette SRAM PG970 11-34T, 9spd
Pedais Custom Crank Bros Candy w/cleats
> COMPONENTES
Selim Bontrager Race Lite, superlight hollow cromoly rails
Espigão Selim Bontrager Race Lite, 2014 aluminum shaft, infinite adjust Bontrager head
Guiador Bontrager Race Lite Big Sweep, 640mm width, 12d backsweep, 31.8mm
Avanço Bontrager Race X Lite OS, 7d rise, 31.8mm
Direcção Cane Creek ZS3, semi-integrated, cartridge bearings, short top cap
Travões Avid Juicy 5, hydraulic disc, 160mm G2 Clean Sweep 6-bolt rotors

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Upa, Upa, Maunça

Serra e muita pedra na companhia de dois amigos do pedal num dia cheio de sol com muitas subidas e melhores descidas. Assim foi este domingo.

Grande entusiasta da cenas radicais o André pedala sempre à procura daquela pedra que dê para dar um salto. 
Este rapaz é o Rafa, tem uma bicla da Decathlon e dá-lhe mesmo bem nas descidas. Não tem, ao contrário de mim, medo nenhum quando tem de descer uns trilhos mais complicados. A bicla não  o acompanha o seu andamento e já no regresso o eixo da frente rebentou, o que obrigou a um regresso quase a andar a pé.
 
O André ainda tem câmara-de-ar atrás e desce como se estivesse na Enduro World Series...  Resultado: Furo! Parece que é só o pneu morrer e a conversão a tubeless será concretizada muito brevemente. 
Os dados da volta:
Distância: 35.8km
Altimetria: 961m
Tempo da volta:3,09h

domingo, 22 de março de 2015

Primeira Volta em Single Speed

Finalmente pedalei em Single Speed. Na verdade não foi a primeira vez, se tiver em conta os anos que pedalei com as minhas BMXs. Mas isso agora não interessa nada!Depois de uma série de trocas e baldrocas, lá consegui montar esta bicicleta.
Segue a lista do material:
Quadro: TREK Superfly Pro SL, tamanho 19,5"
Suspensão: Fox Terralogic G2 ( A trocar On-One Monocoque Carbon)
Rodas: DT Swiss 1700 29
Pneus: Bontrager XR2 Team Issue 2.2 (Tubeless)
Discos: Shimano SLX 160mm
Pedaleira: Race Face Atlas
Pedais: Shimano SPD Plataforma ( A trocar por Shimano XT)
Corrente: Shimano 9 Velocidades
Prato Pedaleiro: AbsoluteBlack Oval 32 dentes
Prato Traseiro: Surley 19 dentes
Esticador: Surley Singleator
Tubo Selim: 400mm
Selim: WTB Rocket V
Avanço: Bontrager RXL 100mm
Guiador: Bontrager RL 720mm 5º
Travões: Shimano Deore
Punhos Bontrager RL
Foram apenas 24 quilómetros mas gostei, por várias razões.
Quadro rígido, há muitos anos que não pedalava em BTT com um quadro rígido. Os últimos sete anos foi sempre com suspensão total. A leveza e a elasticidade do carbono quase fez lembrar a suspensão total. Quando for possível, vou trocar a Fox Terralogic G2 por uma On-One Monocoque de Carbono. A ideia é tornar esta bicicleta o mais simples possível.
Pedalar só com uma mudança é um misto de sensações. Para pedalar em estrada plana com 32x19 é preciso não ter muita pressa, apreciar a paisagem e pensar na vida. Se houver urgência em chegar ao destino, pedalar a 100 ppm durante muito tempo vai tornar-se extenuante tanto fisicamente como mentalmente. Quando entramos nos trilhos as curvas, os buracos e as mudanças de ritmo adaptam-se bem a esta relação. As subidas se forem relativamente curtas, com um pouco de esforço, também dão para fazer. Mas isso depende da nossa condição física, como a minha tem sido praticamente nula alguém com algum treino irá desenrascar-se melhor do que eu!
Para além de estar a pedalar só com uma velocidade, também experimentei uma outra sensação, pedalar o com o prato pedaleiro ovalizado da AbsoluteBlack de 32 dentes. Não que o prato ovalizado tenha sido uma novidade para mim, uma vez que a minha MBK de 1989, tinha o Biopace da Shimano, mas esse prato tinha esse princípio aplicado ao contrário, e por isso foi esquecido. A Rotor, voltou a trabalhar nos pratos ovalizados e mais tarde a AbsoluteBlack também. Para já não tenho grande opinião. Estou habituado a ter uma pedalada redonda, o prato ovalizado, resultou numa pedalada meio estranha, mas não notei grande diferença a não sem quando a cadência era muito grande. Mais umas voltas e chegarei a uma conclusão.
Mas porque é que optei pela single speed. Primeira razão foi a simplicidade do conjunto, daí a vontade de mais tarde trocar a suspensão pela forqueta rígida, Depois tudo o que advém de pedalar com uma só velocidade. A cadência condicionada, a imposição do relevo nas nossas pernas. Com a single speed, não é a bicicleta que se adapta a estas condições externas, ao desmultiplicar os andamentos.  mas sim as nossas pernas e os nosso corações. Logo o relevo impõem-se muito mais directamente em nós.


Solo Twenty-Four from Sixth Row on Vimeo.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Tubeless VS Eu - Quem Ganhou o 1º Round?

O pneu...
Fiz como fiz anteriormente.
Amanhã ganho eu (espero...).
Vai com o compressor.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Mecânica, pesos e tunnings.

Esta semana agarrei na Gary Fisher e fui à BTTerra, no fim de semana tentamos dar conta do desviador mas parece que não ficou a 100%. Agora está melhor, mas mesmo assim, quando me levanto e meto mais força nos pedais a corrente passa para outra mudança... Conclusão quando um desviador se dobra, o mais certo é ter que meter um novo, ainda vou tentar fazer a II Resistência da Martingança com este, logo se vê como corre a coisa. Já que lá estava aproveitei para pesa-la, está com 12.42 kg, menos 400 gramas em relação à última vez que a pesei, as mudanças não foram muitas: Tirei umas coisas e meti outras, passei as rodas a Tubeless, troquei os pedais, mudei o selim e o suporte de bidon. Por outro lado passei a utilizar os avanços.A última alteração foi o prato pedaleiro XT de 44 dentes, que foi substituído por um de 42 da Race Face. Esta modificação não pelo peso mas sim pela melhoria de rendimento oferecida por esta relação. Fiz 1o kms a caminho de casa que foram sempre feitos com este prato com uma cadência mais elevada sem ter quere correr à pedaleira do meio.
Apesar dos poucos quilómetros, creio que esta modificação vai trazer melhorias significativas na eficiência das pedaladas a unica vantagem do prato de 44 dentes era em estradões a descer e em estrada, mas quantas vezes é que apanhamos estas condições???
Acho que todas as 29ers deveriam vir de serie com um prato de 42 dentes, fica aqui a dica para os outros 3 utilizadores de 29er que conheço em Portugal, o Marco, o Carlo e o Nuno!!!

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Portalegre foi assim:

SEXTA-FEIRA,
08:00 - Volta matinal.
16:00 - Com a bicla e o resto da tralha no carro, parto em direcção à Meca do BTT nacional, já na A23, começo a ver os peregrinos dentro dos seus carros com as suas máquinas em cima dos carros. Na estação de serviço de Abrantes, mais bicicletas, dois dedos de conversa com o pessoal do BTT de Alpedriz e lá sigo eu.
18:00 - Chego a Portalegre, vou directo a casa do meu amigo Pedro e da Gina,que me vão hospedar por uma noite. Antes do jantar, saimos para uma pequena refeição cheia de nutrientes e sais minerais, em fim, cada um tem os seus segredos!!!
21:00 - Vou com o Pedro estacionar o carro junto ao estádio para no Sábado poder logo arrumar a bicicleta e tomar banho. O Marco e a malta, já lá está, encontramo-nos no Intermarché, o único supermercado que se lembrou de fazer negócio neste dia de feriado, ainda bem pois os outros estavam todos fechados.
22:00 - Jantar, conversa, net, conversa, cama.
SÁBADO
06:30 - Tocam os telemóveis, dois para não haver falhas, faço o pequeno almoço, já sabem qual, exagero um pouco na dose, pois a manhã promete e tenho tempo para fazer a digestão. Meto a água com os pós isotónicos no saco do Camelbak, bem como a tralha toda, alicate, chaves, 2 câmaras de ar, desmonta corrente,bomba, etc. Tenho uma bolsa para levar tudo no selim, mas com tanta subida a bicicleta tinha que estar o mais leve possível. Depois ver se não me esquecia de nada, parti em direcção ao controlo zero.8:00 - Depois de picar o dorsal posiciono-me na linha de partida, fico uns bons metros atrás da primeira curva, rapidamente o espaço vazio atrás de mim fica preenchido. Um visitante do blog, diz-me olá, falamos um pouco, é de Peniche, espero que não tenha sido um dos contemplados com um espalho! Entretanto vou-me entretendo a raspar uns excessos de fita-cola, olho à volta aprecio as máquinas e o pessoal, tiro umas fotografias e pronto é hora de partir. Ponho o Conta-quilometros a zero ligo e ligo o pulsometro.
9:00 -Partida, depois da maratona do Centro, decidi que tinha que partir mais rápido, custasse o que custasse, mesmo que as pernas ficassem a arder, sabia que depois tudo se compunha e encontrariam o seu ritmo próprio. É engraçado como no meio de tanta gente conseguimos encontrar pessoal amigo! Pouco depois de passar por baixo da ponte, de acesso a Portalegre encontro o Vítor Martins e o seu colega de pedaladas, falamos um pouco, aparece o separador central, tomamos direcções diferentes e não nos tornamos a ver.
Curva em cotovelo, chega a grande subida de asfalto. Com as pernas mais compostas, concentro-me. Sou passado por outro participantes mas , tenho a sensação que ainda assim estou a conseguir aumentar o ritmo, quero avançar o mais depressa possível antes da entrada em terra. Logo ali aparece a separação da meia para maratona, boa aposta, assim não haveria ninguém a empatar os que iam para os 100kms.
Chegam os trilhos. Pedra, muita pedra, levo os pneus com 30 psi atrás, à frente um pouco menos, parece que acertei, mais pressão e a bicicleta com tantas pedras e pedrinhas iria saltar muito tornar-se-ia desconfortável, menos ar e sujeitava-me a rasgar o pneu. Muitos foram os que tiveram furos, eu desde que montei a fita tubeless não tive mais furos, sorte talvez.
Consigo manter o ritmo o coração mantém-se entre os 160 e os 170 bpm, está onde eu quero, se ficar mesmo cansado só tenho que parar e recuperar, por agora ainda não é preciso. Nas subidas, no asfalto e quando me levanto, bloqueio tudo, nas subidas mais técnicas e descidas, desactivo o Propedal agarro os avanços e olho para a roda do que vai à minha frente, quando sinto que o ritmo está a abrandar ponho-me ao lado, aumento o ritmo e concentro-me na roda do que está lá mais à frente. Chegamos à subida das antenas, as pernas estão cansadas mas com vontade de continuar.As antenas estão mais perto, não parei no primeiro abastecimento por isso, achei melhor fazer aqui uma paragem, como uns gomos de laranja, no abastecimento da Isostar, bebo uns copos de uma bebida isotónica fresca e com um sabor agradável, ainda não tinha experimentado, apanho uma barra energética, encho a garrafa e sigo.
Começamos a descer, daqui para a frente, já não haveria grandes subidas, concentro-me pois não me posso distrair, roda mal direccionada pode fazer-me ver o chão de mais perto e eu não quero isso. A certa altura estou a descer um trilho com umas regueiras enormes, entro nelas, deixo a bicicleta fluir por debaixo de mim, não sei bem como, mas saio delas. Mais há frente uns degraus, que aparentemente não são nada de especial mas a 30 ou a 40 kms por hora podem ser bastante perigosos, meto travões, não quero cair tão perto do final. Umas pequenas subidas e as pernas começam a queixar-se. com caimbras, alivio a pedalada, levanto-se, sento-me mais para trás e elas desaparecem. Leva barras energéticas, mas faltava-me aquela energia turbonica que só os gels dão,ficaram em casa...
Apesar do conta-quilometros ter parado aos 20 kms, sabia que a meta estava quase, mais uma marteladas nos pedais, após 3 horas e 17 minutos estava na meta. Fico ainda um pouco por ali a falar com o pessoal amigo, sigo para o estádio de futebol para um banho. No regresso, ainda vejo um helicóptero com uma ambulância por perto, imagino que poderá ter sucedido algo de mais grave.
Sigo caminho para casa, paro novamente na estação de serviço de Abrantes, encontro o João Teixeira da Tomazzini, mais meia hora de conversa, sobre roda 29 e provas 24 horas.
18:00 Chego a casa.
CONCLUSÕES:
Prova dificil onde tinha objectivos concretos, dar o meu melhor sem estar a pensar muito em gestão do esforço, por isso mesmo escolhi os 54kms da meia-maratona. Confesso que fiquei surpreendido comigo próprio, quando consegui manter a minha posição na subida das antenas, tendo ainda passado alguns atletas.
O Camelbak foi uma boa opção, fui bebendo com regularidade. Se bebesse pelas garrafas, teria aumentado as probabilidades de cair e de não beber à espera de encontrar um sitio que desse para agarrar a garrafa.
Roda 29 não posso poupar elogios à minha querida bicicleta, portou-se lindamente, não necessito de mudanças mais leves que a relação 22x34, apesar de que um prato de 42 dentes provavelmente seria uma boa opção. Nas subidas a cada pedaladas ela andava mesmo! Nas descidas, ainda me safou de uma ou duas curvas em que o pneu da frente ameaçou fugir, ao deixar-me corrigir a trajectória. Nas valas causadas pela chuva e nos degraus, estou certo que foi graças à sua estabilidade que me safou de uma queda.
Classificação, 137º lugar em mais de 2000 participantes da meia maratona, com o tempo de 3:17, foi mesmo exactamente menos uma hora que o meu tempo em 2007 em que não passei pelas antenas!
Gostei de ver um bttista do clube Millenniumbcp que acompanhei na subida das antenas. Levava pedais de plataforma e o selim baixo demais para a altura dele, acho que chegou antes de mim. Se alguém o conhecer aconselhem-no a usar uns pedais de encaixe e a ajustar melhor a posição dele em cima da bicicleta, ele parece ter um grande potencial.
O que menos gostei foi de não ter carregado no start do pulsometro, liguei-o, via as pulsações e por isso achei que estava tudo bem, no final fui para analisar os dados e nada, vazio!!! Bolas, logo agora, na prova em que mais me esforcei! Nada...
Foi bom ver que os treinos têm dado resultado.
Próximo Sábado estarei em Castelo Branco.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Solo Bici - Teste Gary Fisher Hi-Fi 26 e 29

Há uns meses atrás, lembrei-me de como seria interessante, uma das revistas nacionais juntarem dois modelos da mesma marca, cuja única diferença fossem as rodas e as alterações geométricas que daí adviessem claro, mas com o mesmo conceito.
A receita seria simples 2 bicicletas uma 26" e uma 29", um circuito conhecido de todos, porque não em Monsanto nos mesmos trilhos das 24 Horas de Lisboa, mais dois ou três atletas conhecidos por todos! Após cada um rolar com as 2 bicicletas, umas 3 ou 4 voltas, cada um daria a sua opinião sobre o comportmento das duas máquinas!Pois bem, parece que a Solo Bici ouviu os meus pensamentos, não vieram para Monsanto, mas fizeram efectivamente esse comparativo! E se falam muito bem da Hi-Fi Pro 26 "Equilibrio perfecto", melhor falam do mesmo modelo em 29 polegadas "La sorpresa" !
Tal como me questiono da razão de não haver mais bicicletas destas e Portugal também Dani Pérez, o autor do texto faz a mesma pergunta, tal são as vantagens desta rodas.
Se têm algum interesse nas rodas 29 e nas Gary Fisher Hi-Fi, vejam nas bancas e apanhem esta revista pois não é todos os dias que aparecem artigos destes!
Já agora, nesta revista vem uma análise para ver qual é o pneu mais rápido do mercado. Dos 14 modelos testados, destaco dois. O Bontrager XR1 que ficou em 3ºlugar com velocidades muito próximas do 1º classificado e o IRC Serac XC que ficou na 4ª posição. O XR1 agrada-me porque existe uma versão para roda 29 Tubeless Ready e que pesa apenas 510gr!!! O Serac XC porque tive estes pneus na Mondraker MR101 e gostei muito deles, mas não há versão 29.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Domingo de Páscoa nos trilhos

Na sexta-feira estava a chover, mas hoje não!
De manhã enfiei a bicicleta no carro, queria chegar cedo a casa e por isso contribui para poluir mais um pouco o planeta ao ir para o Juncal de carro... Mas hoje era Domingo de Páscoa e tinha que ir comer a casa dos meus pais (a verdadeira razão:Paris-Roubaix no Eurosport...).
Foram 6 os caramelos que faltaram à missa para pedalar.9:10 partimos em direcção aos trilhos, as nuvens estavam lá mas não choveu.
Desta vez aventurei-me a tirar ar aos pneus, qualquer coisa como 25 psi, que grande diferença, que conforto!!! Fiquei a matutar ainda mais com a Gary Fisher Paragon (que eu saiba, já rolam duas em Portugal). Com as pressões que os pneus tubeless permitem e a utilização das rodas com 29 polegadas talvez a suspensão total não seja assim tão necessaria, seja possivel considerar a utilização de uma forqueta destas:Mais tarde, quem sabe num projecto de single speed ou 1x9 com ums pneus 2.3!!!

Desta vez levei a máquina agarrada ao tubo do selim para fazer uns videos.

Fica aqui a lista dos promenores, aos 30 segundos desactivo o Propedal do amortecedor, depois aos 38 segundos a primeira de duas tentativas para desbloquear a suspensão, à 3ª lá consegui! Aos 53 segundos uma derrapagem, quase que caia, deu um gozo do caraças!!!
Podem ver mais um outro vídeo aqui. Nos videos do Youtube, cliquem no HQ, fica com mais qualidade!

Gary Fisher Hi-Fi Pro 29 e Fox F29 RLC from As Minhas Pedaladas on Vimeo.

Dá para ver a Fox F29 RLC a trabalhar! Houve alturas que deve ter feito os 100mm de curso. Os vídeos são um teaser para 20 de Setembro, a data para o Raid do Clube BTT do Juncal.No regresso, ainda nos cruzamos com o pessoal da Maiorga e claro que estivemos à conversa, apesar de curta, todos tinhamos que chegar cedo a casa. (Fotografia de Pedro Belo)
Gosto mesmo da minha Gary Fisher, cada vez mais me sinto à vontade em cima dela, transmite-me confiança e acabo por me atirar mais .
Já me estou a habituar mais ás pedalaleiras standard (44,32,22) em relação à diferença de desmultiplicação entre as 29" e 26", ainda assim, gostava de experimentar uma 42! Uma boa surpresa foram os calções da Gary Fisher, boa licra e apesar de parecer fina, a almofada cumpriu bem a sua tarefa! Hoje não levei o Camelbak apesar de estar habituado a andar com ele, também é bom andar sem aquele peso ás costas.
O Bruno a mudar a câmara de ar, com o Dário e o Quim a dar uma mão.
Volta curta, 33 kms de trilhos espectaculares, que dão um gozo enorme fazer tanto a subir como a descer!

segunda-feira, 23 de março de 2009

Maratona do Centro 2009, missão cumprida.

Cheguei aos Pousos ás 8:15 para mais uma maratona pela Serra D'Aire e Candeeiros. A expectativa era grande entre os presentes e apesar de andar com o pessoal do Clube BTT do Juncal à mais de um ano era a segunda vez que participava numa maratona com tantos colegas do clube no entanto, na partida, só encontrei o Bruno.
Mais Hidratos de carbono, desta vez na forma de batata doce.
Já se sabe como é, nas maratonas independentemente do ritmo quem arranca à frente tem mais hipótese de apanhar a pista livre e sem engarrafamentos, por isso há sempre alguém a abrir caminho entre o pessoal cada uns tem os seus objectivos e não vale muito a pena reclamar.
Partida, no arranque ainda levei algum tempo a aquecer, não quis arriscar andar mais pois as pernas estavam presas, depois de 40 minutos, lá fui andando. Desta vez o meu objectivo era manter um ritmo dentro dos meus limites e mantê-lo vivo. Levava tudo o que precisava, por isso só bebi um coo de água no último abastecimento, bebi 1 litro de água do saco,750 ml de bebida isotónica na garrafa,5 gels, 4 barras de cereais, parece muito mas no final tinha gasto 3700 kcal o que bebi e comi não foi mais do que 1500 kcal, insuficiente, quando passava mais o tempo sem comer, começava a sentir as pernas a queimar, la tomava mais um gel e pouco tempo depois já me sentia melhor.
O percurso foi fantástico, um bocado de estrada no inicio para a caravana alongar e depois serra connosco. Estradões rápidos, e single tracks fantásticos. O abastecimentos apareceram nas melhores alturas, gostei também das marcações simples e eficazes. A marcação dos quilómetros feitos também ajudava a verificar se tínhamos o conta quilómetros a trabalhar bem! As descidas dos últimos quilómetros foram fantásticas, bem dita suspensão e rodas 29.
A Hi-fi Pro 29, foi uma boa companheira, transmitindo-me confiança tanto a subir como a descer. Nas subidas com muita pedra mantinha a suspensão e amortecedor abertos, facilitando a tracção, mantendo as rodas em contacto com terreno, só bloqueava tudo quando queria subir em pé ou no troços de alcatrão. Não tive nenhum problema com os pneus tubeless, que estavam com uma pressão de 34/35 à frente e 38/39 a trás, na próxima volta vou baixar mais um pouco e ver como fica. Senti também que poderia ter o tubo de de selim um pouco mais alto, portanto o tubo Bontrager vai voltar e o selim vou recua-lo mais um pouco, nada como ir experimentando até acertar. A roda 29 e a suspensão total ajudaram-me a passar as pedras com mais facilidade, e a descer com mais confiança. Aqueles ultimos trilhos cheios de curvas e contra-curvas foram fantásticos! Quem levou semi-rígidas deve ter sofrido muito! Já para não falar nos dois BTTistas que iam em duas Vodoos single-speeds rígidas!

A certa altura vi uma ambulância perto do trilho e mais à frente...
Lá no alto estava o parque éolico.
Cinco horas e cinco minutos depois estava a passar na meta. Pois é, um tempo fantástico, para mim claro, porque tempo espectacular mesmo foi o do vencedor, o Sérgio Valente com o tempo de 3:23!!! Quase 2 horas depois chego eu... Mas realmente fiquei satisfeito, no conta quilómetros o tempo de andamento foi de 5:04:11, o que significa que estive 49 segundos parado e só andei a pé no acesso à Pia do Urso.
Para além do pessoal habitual aqui da região, conheci o Nuno Machado que aproveitou esta maratona como um treino para a sua próxima prova além fronteiras na Transalp.
Finalmente conheci o Ricardo Melo, vencedor a solo das 24 Horas de Monsanto de 2008 e mais recentemente vencedor também após 400 kms nas 24 Horas de Coruche. O palmarés é maior mas destaco a participação em 2008 nas 24 Hours of Adrenaline em Canmore na British Colombia, fiquei a saber que nesse fim de semana choveu muito e as subidas estavam impossiveis de subir montado e a pista estava cheia de raizes, agora depois a conclusão foi que teria valido a pena continuar. Partilhamos uma vontade em comum ,participar nas 24 de Moab no Utah. Seria realmente engraçado cruzarmo-nos lá no outro lado do Atlântico, quem sabe um dia.
Depois da minha paragem antecipada nas 24 horas de Coruche, fiquei satisfeito com este dia que me deu força para acreditar que nas 24 Horas de Castelo Branco, irei conseguir rolar mais tempo em pista.
As classificações aqui e o rescaldo no ForumBtt aqui.
( Já é tarde e tenho que me deitar, amanhã revejo o texto, se estiver alguma coisa mal, paciência!!!)