Mário Trindade
Post nº 100
Há 14 horas


Depois foi subir até ao Salgado, descer até São Martinho do Porto e rolar até Caldas da Rainha.

Em São Martinho do Porto dei uma volta na praia, já à muitos anos que não andava de bicicleta na praia, gostei.
Após o almoço no "Meco" (Mc Donalds) com diz a minha filha, lá fomos até à estação.
No caminho ainda entraram um turista estrangeiro e alguém que ia para a Marinha Grande, os dois traziam a sua bicicleta.
Começamos logo com uma subida para aquecer e pouco tempo depois o frio já não se notava.
Lá fomos andado a um ritmo simpático esperavam uns pelos outros sem pressas , o que é bom! Como disse os trilhos eram bastante técnicos e num deles insisti mais e lá descí para o lado , mas sem estragos... Ainda fiz um teste na bicla Gualdino uma Gary Fisher Hi-Fi, grande bicla, obrigado. 
Subimos à antena, perto de Casal da Areia que terminou com mais uma descida feita com a bicicleta à mão e que mesmo a pé se mostrou difícil de fazer. Foi uma manhã interessante com pessoal porreiro e descontraído.
Dois portugueses estiveram no campeonato do mundo de maratonas, o João Marinho e o José Silva.
Esta é uma série de web tv, que chegou ao fim, pelo menos esta primeira série. Conrad deixa a sua terra para tentar a sua sorte como mecânico de bicicletas em Portland no Oregon EUA, a partir desenrola-se uma pequena história.
O Homem da Ultra Maratona, foi o último livro que li, é o relato de um homem Dean Karnazes, que nos conta as suas aventuras desde aquele dia que à noite depois de uma noite com os amigos agarra nas sapatilhas e põe-se a correr até às Ultra Maratonas como a Badwater no famoso Vale da Morte em que se corre 135 milhas (217km) a temperaturas perto dos 50ºC, e outras provas.
No livro tenta-se encontrar a razão pela qual o faz seguir estes desafios sem se encontrar bem a resposta. No fim do livro, Dean da-nos algumas dicas sobre alimentação e treinos.
No youtube também tem muitas coisas sobre Trail Running e no site na secção print tem também algumas reportagens e entrevistas. Acho que vale a pena, quanto mais não seja para saber como é que são estas provas por dentro.

A imagem não dá para ver bem mas no principio da década de 90 adorava esta bicicleta, reparem na forqueta, aqueles tubos, aquela pintura, agora parece mais pirosa, havia também outras cores o amarelo e o verde flourescente.
Encontrei, é esta. Que obra de arte. Se tivesse uma destas acho que andava com ela só em alcatrão e puxava-lhe o lustro todos os dias...
É aqui que fica a minha crítica a este dia espectacular, a hora da partida, talvez pela prova fazer parte do campeonato nacional de maratonas, seja habitual começarem a estas horas mas para os menos rápidos e com a mudança da hora, não seria difícil adivinhar o desfecho desta aventura.
Chamada para os federados alinhados


