quinta-feira, 13 de novembro de 2008

As 29er no Festival Bike 2008

O maior objectivo que tinha com esta ida ao Festival Bike, era ver que bicicletas iria ver por lá, uma tinha quase a certeza que iria encontrar, que era a Gary Fisher Hi-Fi 29, a primeira bicicleta que andei com esta roda. (Esta fotografia foi um contributo do Ricardo Marques)
A outra bicicleta que sabia que estava lá, era um Specialized, só não sabia qual era o modelo. A bicicleta que levaram foi uma RockHopper, já tinha testado uma suspensão total, agora queria testar uma rigida. Excepcionalmente, foi-me dada a oportunidade de testar esta bicicleta e se não fosse o facto de para o ano ir tentar fazer o máximo de provas de 24 horas possiveis e por isso preferir uma suspensão total, certamente escolheria uma com apenas suspensão dianteira. Apesar da Rockhopper estar equipada com materiais menos leves, não a notei pesadona, subi bastante à vontade até ás oliveiras que se vêm, nesta fotografia perto do selim, sem problemas e descí ainda melhor. Mesmo com um quadro e avanço pequeno para o meu tamanho, não tive nenhuma dificuldade em descer e também nunca tive a sensação de saltar por cima do guiador, mais uma das vantagens das 29ers.
Por 999,00€, já dá para aproveitar as vantagens de uma Roda 29 e devido à escora traseira tipo Paragon, só tem que tirar o desviador para converter esta bicicleta numa Single Speed.
Uma outra bicicleta que me agradou bastante foi a Haro, a marca incontornável do mítico Bob Haro cujas bicicletas fizeram história no mundo das BMX.
Com uma linda cor de laranja e um quadro de cromoly na liga 4130. Reparem que esta bicicleta é uma Single Speed. Nos EUA, as SS estão cada adoptar cada vez mais as rodas 29, pois conseguem manter mais a velocidade, factor importantíssimo quando não há mais mudanças para meter.
Estava também curioso se a Orbea estaria presente com a Alma 29er, no ano passado tinha testado a Alma 26, com um pouco de sorte teria a oportunidade de testar a 29, mas tal não foi possivel, este ano não tinham bicicletas para teste.
É este o caminho que as marcas tem que tomar, as vantagens das 29 são demasiado boas para não serem tidas em conta, e a Orbea sabe disso, esta tem material de topo:
CUADRO:ORBEA ALMA 29erHORQUILLA:REBA RACE PLATO:SHIMANO XT 22x32x44MANILLAR:ZEUS CARBON FLAT POTENCIA:ZEUS SL BLACK MANETAS:SHIMANO XT FRENOS:SHIMANO XT DISC CAMBIO: SHIMANO XT DESVIADOR:SHIMANO SLX RUEDAS: CROSSMAX 29 DISC PIÑON: SRAM 11-34 9S CUBIERTA: READY 29 TUBELESS TIJA SILLIN: ZEUS CARBON SILLIN: ORBEA XC PEDALES:SHIMANO PDM 520
Peso: 11,250kg
Uma marca que me surpreendeu bastante foi a PIVOT, marca criada por Chris Cocalis, que foi fundador da mítica Titus, esta bicicleta, a MACH 429, tem dado muito que falar, devido ao seu sistema de suspensão, DW Link, esta bicicleta consegue arranques bastante semelhantes ás bicicletas rígidas.Está equipada com XTR, tem travões Magura em carbono, guiador Syntace de carbono tive a oportunidade de lhe pegar e tenho que dizer que esta bicicleta é leve, com o peso a rondar os 11,500 kgs. A BH é quem importa estas bicicletas para a Europa, se quiserem experimentar uma bicicleta de gama alta com a certeza de qualidade já sabem.

O FUTURO DAS 29ER EM PORTUGAL
As bicicletas com roda 29 vieram para ficar, nos EUA, isso é mais evidente, mas basta ver os catálogos das maiores marcas, já incluem estes modelos, as vantagens são muitas comparativamente ás desvantagens, não são bicicletas para DownHill, nem para Free Ride, mas tem grandes vantagens em XC e provas de Endurance. Em Portugal a Gary Fisher foi a marca que deu o passo em frente, mas outras já lhe estão a seguir esses passos. A Specialized já teve uma bicicleta destas para testes na Festival Bike, e só assim é possível conseguirem aumentar as vendas destes modelos, experimentando, se não houver bicicletas para testar não vai ser mais difícil...
Uma outra desvantagem que as pessoas com quem falo sobre isto, é a falta de material, se fosse à 5 anos atrás isso era realmente verdade, mas actualmente os maiores fabricantes de suspensões, de pneus, de rodas tem modelos específicos para estas bicicletas.
Portanto, já sabem, experimentem, se não andarem numa nunca vão saber como é!

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Festival Bike, o que ví por lá.

Depois da partida da Maratona e como ainda faltava 15 minutos para a abertura da exposição fui até à pista de trial e dirt, logo aí ficava também o local para as marcas que tinham bicicletas disponíveis para testes. A Specialized, creio que foi a pioneira com os testes, grande parte da gama estava disponível para quem as quisesse testar. Eu seria um deles!
Após uma primeira volta para ver as novidades, lá fui ao stand da Specialized preencher a ficha para poder fazer os ensaios. Escolhi uma Demo 7 , uma Epic Marathon Carbon e uma Enduro SL Carbon.
Como estava com sapatilhas a primeira bicicleta que andei, foi a Demo 7. Pode ser que no próximo ano a Specialized consiga fazer uma verdadeira pista nos montes que circundam a feira e possamos realmente testar as bicicletas. A primeira ideia que fiquei é que a bicicleta é pesada, mas isso não é defeito, eu é que não pertenço mesmo ao mundo do DownHill, mas do que andei a descer gostei e estou certo de que se tivesse descer os trilhos que costumo descer em Porto de Mós teria adorado.A 2ª bicicleta que andei foi a Epic Marathon Carbon... Uau.!!!Quem preparou a bicicleta para eu andar foi o André Malha, que participou na edição deste ano da prova Sul-Africana Cape-Epic, montou os pedais de encaixe e até me perguntou o peso para afinar a suspensão, bem como a altura do selim com que habitualmente ando, como me tenho interessado por este assunto, por acaso até sabia. Após o "tuning" da Epic, explicou-me o funcionamento da suspensão e como fazer para testar os diferentes modos no ensaio.Bicicleta pronta, toca a andar.

Que bicicleta, leve, não custou nada fazer uns bunny-hops, a subir não bombeou nada, ainda subi uma parte do monte sem problema nenhum. Claro que só daria para perceber bem o potencial desta bicicleta com uma volta maior talvez quando estiver disponivel para testes. Faltava ainda testar a Enduro SL Carbon, mas já a tinha testado no ano passado, resolvi andar numa bicicleta de corrida, mas como não tinha selecionado nenhuma na ficha de inscrição para os testes, já não foi possivel. Este ano a Scott também também estava presente com bicicletas para testes, por isso não perdi a oportunidade de andar na Spark, bela bicicleta também, aqui o meu interesse era conhecer o sistema de bloqueio do amortecedor traseiro,TRACLOC.O amortecedor tem 3 posições, bloqueado intermédio com 80mm e a suspensão mais "solta" com 110mm. O manipulo preto activa o bloqueio e o de metal solta a suspensão, para cada uma dessas posições.
Como na minha Mondraker tenho um sistema deste tipo, bem mais simples e básico, apreciei especialmente este pormenor, bastante interessante. Não quis sair da exposição sem antes andar numa bicicleta de corrida, uma vez que estou interessado em comrar uma no próximo ano. Andar com uma BTT em estrada não tem graça nenhuma, mesmo com os pneus bem cheios, tenho sempre aquela sensação de atrito.
A bicicleta testada foi uma Addict R4 cujo quadro em carbono pesa 790 grs... O conjunto da transmissão é o Rival da Sram. Não estou habituado a andar em bicicletas de corrida e a última em que andei foi uma clássica em aço. Portanto, andar num "avião" de 2500,00€ foi bastante agradável. Gostei da relação das velocidades, pratos 50 e 34 e cassete 11-28, como a utilização quero dar à bicicleta de corrida é fazer montanha esta relação será a ideal.
Já na exposição devo dizer que gostei particularmente do stand da Specialized. Deu uma atenção especial ás crianças com um circuito para poderem brincar também, já que os pais tinham o se espaço lá fora na zona de testes.
A Specialized está ciente das tendências do mercado e apresentou a Langster New York, uma single speed com uma relacção 42x16 e com um guiador curto com 400mm, ideal para passar entre os carros e autocarros em Nova York.
Reparem a ausência de bloqueios rápidos, a segurança assim obriga, só falta o cadeado.
Com provas cada vez mais longas, o posicionamento na bicicleta, está a assumir um papel cada vez mais importante, a Specialized, não quer que os seus clientes tenham uma bicicleta que não esteja dimensionada correctamente, por isso está a preparar os seus agentes com equipamento e cursos nesta matéria. Num dos stands estava um rolo para treinos, daquilo que já vi, é um pouco difícil andar neles, mas dão a sensação real de andar na estrada.
Sempre gostei desta Cannondale.
No stand da BH estava esta bicicleta de Ciclocross com a particularidade de não ter o desviador dianteiro, situação pouco comum mesmo neste tipo de bicicletas.
Reparem nos travões cantilever e no pneu bem fininho. No stand da KCNC, estavam presentes as soluções mais leves para o BTT.

Ainda andei numa fixie, que sensação... se repararem apenas tem uma manete porque não existe roda livre, a transmissão está fixa a roda.
Quem acompanha a Volta a Portugal em bicicleta, já reparou neste jogo, o rolo está ligado aos ponteiros com uma transmissão, que acompanha a rotação da bicicleta, joga-se aos pares e quem conseguir fazer com que o seu ponteiro dê uma volta completa. Quem conseguir acabar primeiro, ganha. Já falei aqui neste jogo.
Amanhã, vou mostrar as bicicletas com roda 29 que estavam na Festival Bike.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Lance, Lance, Lance, Lance,Lance com 29er...

Lance Armstrong, está de novo nas noticias, agora foi mais uma conferência de imprensa para falar do ano que vem aí. Por outro lado mostrou-nos a incansável procura do perfeito posicionamento, " Tem que ser uma mistura perfeita entre posicionamento e potência. Se eu ficar 5% mais lento, mas tiver mais 25% de potência, melhor. " veja o vídeo.
Está também a ser preparado um documentário sobre o seu regresso,no qual também estará relatado a sua participação na Leadville 100, portanto o BTT também terá o seu destaque.
Mas a razão principal para este post são estas fotografias.Já tinha dito aqui que Lance para a Leadville 100 poderia levar uma Trek com roda 26 ou uma Gary Fisher com roda 29, mas talvez por razões comerciais Lance levou nessa prova a Trek Top Fuel com roda 26. Desta vez sob as cores da sua loja de bicicletas Melow Yellow, Lance participou na Rocky Hill Roundup, Texas Cup Series Finals em Smithville(27 milhas), com uma Gary Fisher Super Fly com roda 29 e terminou em primeiro lugar.
Se repararem bem ele não era o único com roda 29.Já agora, sabiam que o vencedor a solo da prova de Snowmass 12 Hours em que Lance participou também tinha uma 29er?
Agora que Lance ganhou com uma 29er, já acreditam que esta roda veio para ficar?

Festival Bike os amigos, a viagem e a maratona.

A viagem até Santarém começou cedo, com a recolha do pessoal do Clube BTT do Juncal, que ia participar na maratona do Festivalbike.
Eu fui o único que não participou na Maratona dos 40 kms, o Domingo seria o meu dia.
A escolha recaiu na maratona dos 40 kms porque desta vez o pessoal queria tomar um banho quente e comer sem ter que esperar na fila.
5 caramelos prontos para 40kms mais difíceis que nos anos anteriores, o 6º caramelo, o fotografo estava pronto para ir ver a exposição e testar o máximo de bicicletas possíveis!
A equipa feminina, a fazer o aquecimento em rolos com as rodas fininhas, grande estilo, elas eram as estrelas da Maratona, televisão, entrevistas, grande estilo mesmo!
Ena, tantas coisas no Jersey...

A fila para a partida a aumentar.

O vídeo da partida,7 minutos, a vê-los a passar.
A prova correu bem a todos, tendo o Peralta (de barba) ficado entre a 30ª e a 40ª posição e o último da equipa ficou a 15 minutos dele, numa prova com mais de 1400 participantes.
Foi bom ter ido com o pessoal, poupei gasóleo, não polui o ambiente ao conduzir um automóvel com apenas um ocupante e mais importante, fiz duas viagens bem divertidas e sempre em festa com pessoal amigo.

Grande Sábado!
Amanhã,falarei do que vi na exposição e das rodas 29.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Bicross em Portugal mais uma Pista!

Uma visita ao blog Velocipedia, deu-me a ver uma reportagem sobre a inauguração de uma pista de BMX, Bicross, ou BMX Supercross, com dizem agora.
Fiquei bastante satisfeito por ver que esta modalidade está a renascer apesar de existir apenas 3 ou 4 pistas em Portugal.
É óptimo ver os miúdos a saltar e a descer com toda a sua potência para aqueles segundos de corrida.
É óptimo ver que existe a classe cruiser (roda 24"), os infantis (11 a 12 anos) e a classe dos nostálgicos e pais de filhos,a minha classe, a classe dos veteranos(mais de 30).
É óptimo ver a Federação Portuguesa de Ciclismo, envolvida.
20 anos separam esta fotografia da actualidade, estou de sweat-shirt branca, já aqui falei sobre esta fotografia.
Creio que isto começa a ser um sonho recorrente, ainda bem que as bicicletas de BMX estão mais baratas... Tenho mesmo que ira a Castelo Branco, num destes fim de semana.
O Bicross neste Blog.
O Bicross em Portugal.

A 34ª Meia-Maratona da Nazaré.

Na noite de Sábado fui até à Nazaré para levantar o chip, no site da prova anunciou que a hora de abertura do secretariado seria as 20:00, mas quando cheguei eu e o mais participantes, vimos que afinal a hora tinha sido alterada para as 21:00. Fui até à pastelaria Batel, beber um galão e comer a famosa broa de mel, que desde o inicio desta prova, é oferecida no final dos 21kms.
Já em casa verifiquei que o dorsal este ano seria personalizado.
No domingo de manhã, lá estava eu mais 1300 participantes, desta vez optei por não levar a bolsa à cintura, pois no ano passado estorvou mais do que ajudou, como costumo correr com uns calções de praia que tem um bolso atrás foi aí que meti tudo o que precisava, o telemóvel com mp3 e rádio, a chave do carro e 4 gels da Decathlon, dois maiores de Endurace e mais dois de bisnaga. Como é hábito foi a Rosa Mota que deu a partida e lá começamos a correr.
Devagar devagarinho para não me esgotar logo ao principio e rapidamente fui vendo aquela massa de atletas a passarem-me... Quando começo a descer para a praia 4 kms depois a minha esposa telefona-me a perguntar aonde é eu estava, porque já tinha passado quase todos os participantes...
Passo por ela e pela minha filha e dirijo-me à marginal novamente para seguir em direcção ao porto de abrigo, por vezes alguém grita o meu nome, sensação estranha mas agradavelmente motivadora, a consequência de levar o dorsal com o nosso nome. Depois de passar o Porto de abrigo começo a fazer as curvas que me levam em direcção a Famalicão da Nazaré, começo a notar que o relevo do alcatrão nas curvas causa-me algum mau estar nos tornozelos, mas tudo bem, ainda é cedo.
Fico perto de um grupo em que uma atleta começo à um ano a correr e já tinha participado em mais de três ou quatro meias-maratonas, o seu objectivo tinha sido perder peso, tendo tirado 15 cms da cintura e pela conversa, agora a corrida já não era apenas perder peso, mas sim divertir-se saudavelmente. Entretanto passa por nó o único participante em cadeira de rodas, não consigo evitar um tremor pelo corpo cada vez que vejo um atleta com cadeira de rodas, eu e o pessoal batemos palmas em sinal de respeito pela força e motivação. Mas logo de seguida arrependi-me te ter batido palmas, e meti-me na posição deste corredor: "Porque carga de água, estão a bater-me palmas? Acham que sou menos do que eles? Estarei a fazer alguma coisa que eles não estejam a fazer? Não estamos todos na mesma corrida? Ou o meu suor é diferente do deles?" Na verdade as palmas que batemos a este atleta não foi por ele ser deficiente e estar a fazer uma coisa "espectacular", mas sim, por respeito à sua força de vontade e de não se resignar e manter o seu coração a bater e a suar. Essa sensação é única e comum a todos os que ali estavam e por isso creio que para a próxima vez que me cruzar com um outro atleta com deficiência não voltarei a bater palmas porque para isso teriam que bater palmas a todos o outro que ali estavam.
Depois, um outro corredor mostra-me o hematoma que fez ao ir de encontro a uma das divisórias que estavam no meio do percurso, estava bem negro, começamos a falar e sem nos darmos conta avançamos a um ritmo mais rápido para o ponto de viragem da corrida ao Km 12 ou 13, o pelotão da corrida já à algum tempo se tinha cruzado connosco. Antes de cada posto de abastecimento de água tomava um gel, isto repetiu-se 5 em 5 kms, boa opção pois nunca me senti cansado por falta de alimento.
Eu e o meu companheiro de corrida lá fomos correndo um ao lado do outro, falando disto e daquilo, sem reparar no local onde no ano passado cheguei a andar, passei a correr, mas à medida que os kms se aproximavam do fim, uma dor na perna direita ia aumentanto assim como o meu ritmo cardiaco (160bpm de média).
A 2 kms do fim, não consegui acompanhar o meu companheiro a perna direita estava a queixar-se e abrandei o ritmo apesar da motivação que ele deu. Felizmente eu sei os meus limites e sei que tenho que os respeitar, ele segui em frente e é assim que gosto que as coisas se passem, estamos juntos em quanto der se um de nós ficar para trás o outro tem que seguir a sua corrida, umas vezes ficou eu para trás, outras vezes sou eu que sigo em frente.
Recta final, na marginal é incrível a quantidade de garrafas e tampas espalhadas pelo chão, temos que ter cuidado para não tropeçarmos entretanto passa por mim a carrinha com os painéis com a marcação dos Kms, já estão poucos atrás de mim, passo a meta, 2:18 minutos.
Encontro-me com o meu companheiro de prova, agradecemos a companhia um ao outro, entrego o chip e levanto o saco com os brindes deste ano, meto a mão lá dentro para apanhar a broa de mel que como de imediato, telefono à família e vou para o carro a coxear da perna direita, o dia de Sábado no Festival Bike tinha deixado mazelas, já não andava de bicicleta à duas semanas e creio que puxei demais por mim quando testei 5 bicicletas...
Quando vou para o carro passam os dois últimos corredores, um Português e um Inglês, com mais de 50 anos a correr com uma camisola de um clube algarvio.
Hoje, segunda feira só me doi a perna direita a esquerda está boa, até os tornozelos estão bons...
Vou deixar o Voltaren fazer efeito...