Estou sem palavras...13 minutos de explicação.
Mais imagens aqui.
Mais um modelo 29er da Gary Fisher em carbono.
Descobri este site agora mesmo HumanCalendar.
Analisando a prova do ponto de vista da roda 29, posso dizer que se por um lado havia algumas rectas em era possível acelerar mais, havia também muitas curvas. Já é certo que a roda 29 tem alguma vantagem em recta e descidas, é um facto, mas já não é tão unânime o seu comportamento em trilhos mais técnicos. Eu continuo a preferir fazer estes trilhos com a roda 29, está bem até pode não reagir tão rapidamente como uma 26 mas eu até gosto disso, pois ela dá-me "uma aviso" antes que alguma coisa corra mal, podendo algum erro ser corrigido. Também posso dizer quer pelo facto da roda 29 ter mais superfície de contacto com o chão a tracção aumenta e por isso arrisco mais nas curvas ao inclinar mais a bicicleta. A geometria do quadro com um slopping bastante baixo e com o conceito Genesis 2.0 (video com a explicação) também tem um papel importante.
O prato pedaleiro grande (não gosto de dizer talega...) com 42 dentes foi um sucesso. Nas tais rectas utilizei-o bastantes vezes, aumentando mais o rendimento das pedaladas em comparação com o de 32 dentes e com o beneficio de poder pedalar com uma cadência mais alta, poupando mais as pernas.
O almoço foi bom e acompanhado por muita Coca-cola e já no ficam por uma(s) cervejas preta!!! Lembrança original não é? Prova a repetir para o ano.
Já que lá estava aproveitei para pesa-la, está com 12.42 kg, menos 400 gramas em relação à última vez que a pesei, as mudanças não foram muitas:
Tirei umas coisas e meti outras, passei as rodas a Tubeless, troquei os pedais, mudei o selim e o suporte de bidon. Por outro lado passei a utilizar os avanços.
A última alteração foi o prato pedaleiro XT de 44 dentes, que foi substituído por um de 42 da Race Face. Esta modificação não pelo peso mas sim pela melhoria de rendimento oferecida por esta relação. Fiz 1o kms a caminho de casa que foram sempre feitos com este prato com uma cadência mais elevada sem ter quere correr à pedaleira do meio.
Cheguei a beber várias vezes desta e outras fontes do Pinhal de Leiria, agora a água é considerada imprópria para consumo.
Acho que tenho uma boa pressão nos pneus (não sei qual é, foi a dedo) mesmo assim, nos paralelos... Vejam os raios!!!! A câmara do telemovel é que tem uma velocidade lenta.
Praia de São Pedro de Moel
Na Praia Velha cruzei-me com o Carlo e o Edgar, acabei por acompanha-los até à Nazaré e depois até à Marinha Grande.Boa conversa e bom ritmo.
Depois de ter bebido duas garafas com pós, a falta de energia estava a tomar conta de mim, apesar de faltar apenas uns 7 kms para chegar a casa, parei numa estação de serviço, um gel e uma Coca-Cola fresca, num instante as baterias ficaram carregadas.100 Miles of Nowhere from Noodle on Vimeo.
100 Miles to Nowhere, é uma iniciativa do site Fat Cyclist, para recolha de fundos para a causa da lunta contra o cancro. A ideia foi juntar separadamente uma serie de ciclistas para fazer 100 milhas (160 Kms) nos rolos ou num circuito bastante pequeno. Muitos se juntaram a esta iniciativa .
Fiz parte do percurso ao contrário, parece que vai haver muitos single tracks e em alguns sitios um pouco saltitante, quem quiser ultrapassar vai ter que esperar. Só falta inscrever-me. As mudanças teimam em saltar, tenho que levar a bicicleta a um profissonal...
Ainda sem conta-quilómetros, fui pedalando sem ter grande noção das distâncias sabia que Caldas da Rainha ficava a 40 quilómetros de casa, a partir daí não pensei mais na distância mas sim em ir chegando aos ponto que queria passar.
9:20 Saio de casa em direcção a Alcobaça, primeira paragem Mosteiro de Alcobaça. Caldas não é muito longe, mas pelo Facho até há estrada nacional é quase tudo a subir.
10:50 Chego ao MacDonalds das Caldas da Rainha, como ainda estava fechado (abria ás 11:00) fui até ao Centro, passei em frente do Hospital Termal das Caldas da Rainha, grande confusão, é dia de mercado.
11:20 MacDonalds, um Hamburger e uma Coca-cola, nada de batatas fritas e encher as garrafas. Hora de escolher a próxima paragem, Foz do Arelho ou Óbidos, talvez os dois?
Vila de Óbidos, havia muitos turistas e crianças. A última vez que aqui estive foi no natal com a minha filha. Ao sair de Óbidos virei à esquerda e segui para Arelho, mal feito, o que eu queria mesmo era ir para Foz do Arelho...
Manteiga de amendoim com mel.
Passei nesta estrada de brita 4 vezes, primeiro virei à esquerda, quando cheguei a Vau, vi que estava enganado, depois segui à direita, aí andei mais, cheguei até ao cruzamento para Pedras d'El Rei, foi aqui que tive que voltar novamente para trás. Nestes enganos, subi e desci muito.
Depois de voltar a Caldas da Rainha, tomei a direcção de Foz do Arelho. Não encontrei a tal ciclovia, devo ter tomado outro caminho, mas lá cheguei. Nova paragem para comer uma tosta mista, beber uma Coca-cola e encher novamente as garrafas, não convém parar muito tempo, já bastou estar à espera 1o minutos pela tosta.
Novamente na estrada, estou a curtir mesmo este dia comigo e a minha bicicleta. Há pessoal que não gosta de pedalar sozinho, eu aprecio ter companhia, mas também gosto de sair comigo mesmo.
São Martinho do Porto, já estou mais perto de casa.
Nazaré, não consigo evitar, tenho que passar pela marginal, apesar de ser dia de semana, o transito já é muito. Faltam 15 kms para chegar a casa, mas mesmo assim ainda bebo um Compal e mais uma metade de pão com manteiga de amendoim com mel.
16:20 chego a casa, com a satisfação de ter passado 7 horas a andar de bicicleta, com tantos enganos mais valia ter ido até Peniche, fica para a próxima, talvez com companhia para almoçar um peixe grelhado, talvez uns chocos...
- BMX nas AsMinhasPedaladas
... e andar uma hora no rolo, mas ás 21:00 horas saí porta fora, bem vestido(roupa quente) montado na de estrada.
A minha bicicleta ficou em casa, porque tinha que aproveitar a oportunidade que tive para levar a Gary Fisher Roscoe III para os trilhos do Juncal!!!
All mountain, 12,5 quilos de bicicleta com 140 mm de curso e cheia de coisas com nomes todos Hi-Tec: Geometria G2, DRCV, ABV, E2; TUBE SHAPING, RP 24, etc. Como destas coisas não percebo nada, vejam os links, e o video do próprio Gary Fisher a explicar a filosofia desta bicicleta.
Este é o amortecedor Fox RP 23 de câmara dupla, mas o que quero mostrar são os tubos gordos e redondos, simplesmente belos!!!
Direcção, trilhos de Chiqueda, perfeito para ver o que era esta bicicleta com 140mm de curso e uns pneus 2.4! Trilhos de pedra cheios de curvas, num constante sobe e e desce.
Hoje para além de experimentar as sensações da Roscoe, também pude testar, quase todas as bicicletas do Clube BTT do Juncal.
Já que todos quiseram ver como era andar nesta bicicleta.
Bem, já devem ter percebido que sou um entusiasta da Gary Fisher, portanto sou suspeito, mas o que é certo é que adorei andar nesta bicicleta.
Os pneus 2.4 e o curso de 140 mm deram-se a sensação de estar montado numa XR!!!
Fiquei com vontade de experimentar esta bicicleta numa prova dessas que há agora tipo avalanche, mas como tenho receio (é mesmo medo!) de saltos...
Nos últimos meses andei na clássica Onibla. Estas voltas, serviram para ver se gostava mesmo de andar de bicicleta de estrada.
Porquê bicicleta de estrada?
Na volta de ontem deu para ver isso mesmo, ainda por cima tenho as mãos pequenas. Os braços e mãos têm que se habituar a estas novas posições, portanto, não me vou atrever a fazer mais de 100 kms nos próximos tempos.
Influências e inspirações.
Fenómeno Lance.
Bem, chega de conversa, a mecânica já aprovou, mais uma para limpar e meter a ferramenta a trabalhar, ainda bem que gosta destas coisas!!!Mais tarde falo da bicicleta propriamente dita, o modelo é o 1.7.
Estou cheio de vontade de fazer esta subida, mãos nas manetes, a sentir o sol a queimar ,de rabo levantado e o suor a cair!!!