terça-feira, 10 de novembro de 2009

Chuva, Rolo e Voltas.

Na semana passada dei inicio ás sessões de rolo. Água, isotónico e o comando da televisão e toca a pedalar, vi o campeonato do mundo de ciclismo. A única maneira de me aguentar no rolo, é a ver qualquer coisa relacionada com bicicletas na televisão ou PC.

No Sábado apesar do vento e da chuva fui até Leiria ter com o António para mais uma volta, desta vez quase sempre em plano até à Vieira, depois São Pedro de Moel e casa.
Quando saí ás 16:00 o vento era muito e havia umas nuvens mais carregadas no horizonte, mas acabamos por contorna-las e não ouve nenhum encontro com a chuva. Mais tarde, tive o meu primeiro furo na bicicleta de estrada. Ainda bem que tenho o hábito de levar o material sempre comigo, a bomba que é que não era grande coisa mas deu para desenrascar. Um vidro. Ainda bem que não ia a curvar. Vou passar a andar com 2 câmaras de ar.
No Domingo não andei, a minha mecânica emprestou-me uns reflectores...

Ontem, como ainda não tinha uma câmara de ar para a estrada, saí na Gary Fisher e ainda bem!!! Que saudades de ir até à Nazaré na minha querida Azulinha. Desde que tenho a Trek 1.7 de estrada, nunca mais fiz estrada com ela. O que está errado, pois para além dela ficar triste comigo, eu esqueço-me de como se anda nela, as melhores relações, a habituação do corpo à geometria e não menos importante de verificar se está tudo bem afinado e lubrificado!

Sai com a vontade de que de uma vez por todas tenho que meter a máquina a trabalhar a uma rotação maior. Depois de um aquecimento a passar os semáforos e o centro da Marinha Grande, faço-me à estrada. Rapidamente o coração sobe acima dos 160 bpm, acabo por conseguir manter assim até à Nazaré. Subia mais um pouco nas pequenas lombas e inclinações que apareciam porque fazia uma espécie de sprint. No topo deixada o coração baixar mais um pouco mas logo tentava voltar acima dos 160 bpm. Não sei a velocidade, não tenho conta-quilómetros na GF. O prato de 42 dentes fez com que andasse muito tempo em 42x11, mas como a bicicleta é para BTT não há problema! A única paragem foi para documentar a volta com uma fotografia.
De volta para casa, encontro-me com o meu fiel companheiro, o Vento!!!
Não me deixou voltar acima das 160 bpm, o regresso foi feito a 155 bpm, tudo por causa das relações utilizadas. Ou era demasiado pesada e eu não tinha pernas para manter uma cadência suficientemente vigorosa, tipo acima das 80 para manter a FC onde queria (160bpm) ou reduzia e as pernas rodavam tipo batedeira com uma cadência certamente acima das 110 rpm. Optei pela mudança pesada.

Mas voltei contente pois na Nazaré tenho um percurso onde conto o tempo de passagem de modo a ir acompanhando a minha condição física. O percurso passa pela subida dos correios, escola primária escola secundária até à rotunda que vai para o sitio. Não digo que tempo fiz para não ficar envergonhado mas posso dizer que consegui fazer com a Gary Fisher que tem pneus 2.2 um segundo abaixo do que fiz com a Trek de estrada há 5 semanas atrás e 2 minutos ao que tempo que tinha feito na GF!!! Acho que não estou melhor fisicamente, talvez tenha sido a cabeça que forçou mais o corpo. Será?

Treinos? Está mais que visto que não tenho tempo, nem disciplina para treinar como deve de ser. Isto é, treinos com determinadas séries, X vezes X segundos com um descanso de outros X segundos e no treino seguinte acrescentar mais 10 minutos ou 10 segundos, etc, etc, etc.
Mas o que posso fazer é tirar destes planos de treinos, alguns princípios básicos e é isso que pretendo fazer no futuro.

Tinha dito que não ia andar mais ás voltinhas em provas de circuito este anos, mas na verdade, estou inscrito para as 3 Horas BTT na Batalha no próximo Domingo.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Comam chocolates Cadbury...



Sei que é uma estratégia de marketing e das boas, está a fazer com que eu e outros a divulguem. Mas pelo menos alguém beneficia com isso.
5000 bicicletas, vão seguir para o Gana.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Volta Nocturna

Ás 18:30 eu e o António, saímos para mais uma volta, desta vez de 47 kms.
Marinha Grande>Praia da Vieira> São Pedro de Moel>Marinha Grande
Sem grandes pressas, só a rolar e a conversar.

Fizemos Praia da Vieira> São Pedro de Moel com as luzes apagadas.
Muito bom se for possível experimentem.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

XC , estrada e chuva

No Domingo passado o meu colega de voltas veio ao meu encontro para irmos até Porto de Mós ver a última prova do campeonato de XC. O pessoal do Juncal, também iria passar por lá mas de BTT, nós fomos de estrada.
Pouco tempo depois de nos termos encontrado começa a chover, ainda sugeri ao António voltarmos a minha casa meter a bicicleta dele no meu carro e ir confortavelmente até Porto de Mós, mas nada disso. Estávamos ali para andar de bicicleta e foi isso que fizemos.

Ao chegarmos a Porto de Mós seguimos para o local da pista, uma subida que a determinada altura tinha 14% de inclinação. Chegados lá a primeira coisa que fiz foi arranjar um guardanapo de papel para limpar os óculos, estavam sujos e embaciados. Não pudemos andar muito pela pista, eu como ainda ando com os sapatos de BTT tinha alguma liberdade de movimentos, mas se o António metesse lama nos cleats da Speedplay, a coisa complicava-se. Ficamos a ver a prova na descida de terra e pedra que antecedia a chegada à recta da meta. A lama e a pedra escorregadia transmitia alguma insegurança aos atletas, mas outros passavam cheios de confiança e atitude! Uma coisa que gostei bastante de ver foi as meninas a participar, ainda eram algumas, que bom.
Será que a minha filha irá gostar de andar de bicicleta?

Por mim, voltava para casa e fazia uns 60kms mas o António estava cheio de vontade de fazer a volta por Chão das Pias, por isso, lá partimos nós, eram umas 11:30. Começamos a subir, não estou nos meus melhores dias e a vontade de pedalar não era muita, por isso não me entusiasmei em ir atrás da roda. Optei por meter um ritmo relativamente confortável, a 160 bpm e a tentar manter uma cadência de 80 ppm. Quase a chegar lá acima carreguei mais um pouco e cheguei-me ao António, estávamos ao lado do acesso a uma das descidas de Downhill mais antigas do país (vejam o vídeo).

Mais umas descidas e umas subidas, felizmente levei um impermeável, fechava-o nas descidas abria-o nas subidas. Passamos por uma localidade onde havia um mercado, estávamos na hora de almoço e o cheiro de um frango verdadeiramente, assado nas brasas passou-me pelo nariz...

Pouco tempo depois entravamos na estrada que dá acesso às grutas de Santo António. As subidas ganham novamente mais inclinação e distância, apesar do pequeno almoço ter sido há mais de 5 horas parece que a digestão ainda não estava feita e por isso ia-me dando umas cólicas. Agora acho que sei o que foi, é que comi mueslies com iogurte, normalmente faço uma papa com os mueslies, como estes ficam cozidos adianta um bocado o trabalho da digestão, desta vez como foi tudo ao natural, o estômago teve mais trabalho que o habitual e não gostou.
Chegamos ás grutas de Santo António parámos para beber uma Coca-cola, é uma chatice usar óculos, mas depois de passar pelo ritual de os lavar, sinto-me como que rejuvenecido, tudo fica literalmente mais claro, mais visível. Bebo a Coca-cola, na esperança que o gás resolva alguma coisa lá no estômago! Subimos mais 100 metros e estamos no topo da Serra de Santo António, começamos a descer para Alvados.

Em Porto de Mós seguimos para a Batalha, e na Batalha viramos para Fátima, para depois virarmos para a s Cortes em direcção a Leiria. Mais uma subida... Para ser solidário com o António começo com uma relação de 50x23, vou na roda dele, mas depois numa altura mais difícil passo para 34x18?, pronto 17km/h e lá vai ele embora. Pouco tempo depois, meto 50x25, volto a conseguir manter a estonteante velocidade de 20/22km/h, são só mais dois dentes mas fazem toda a diferença!!! Isto de andar na estrada tem realmente muito que se lhe diga...
Depois foi sempre a rolar até Leiria.

Mais 105 kms feitos, não tenho jeito nenhum a curvar, estou cada vez mais à vontade em cima da bicicleta de estrada, mas as curvas e as rotundas ainda são um problema e rotundas, quando vou com o pessoal, fico sempre para trás... Ainda não me habituei à ideia que consigo inclinar-me com menos de 1cm de pneu a tocar na estrada, então com chuva...

Ás 3 da tarde estava em casa a tomar um banho.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

As músicas e a voz de António Sérgio

Ficarão para sempre marcadas na minha alma, foi com as músicas que ele passava no seu programa, "Som da Frente", que cresci.
Naquela altura não havia youtubes nem myspaces, era ele que nos traziam outros mundos, outras sonoridades, outros sons que nos fazia sentir mais perto de nós próprios.
Enquanto existirem pessoas como ele, vais ser sempre bom entregarmo-nos ás sugestões músicais destes exploradores musicais. Viva a rádio.

Notícia do Público.

Ainda na sexta-feira passada ouvi o seu programa na Radar ...
(Esta semana na RadarFM irão ser emitidos os programas "Viriato 25 " que António Sérgio tinha gravado para serem apresentados esta semana. Quem não é de Lisboa, como eu, pode ouvir as emissões de rádio da Zon box e online) .
Hoje ás 17:00 na Radar no programa "Fala com ela" de Inês Menezes, entrevista a António Sérgio e das 13:00 até à meia noite poderemos ouvir a voz e as músicas de António Sérgio.


Porque nem todos são lembrados depois de partirem.

Um forte abraço.
Imaginário, mas sentido.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Tour de France 2010

O Tour interpretado pelos Kraftwerk 4 versões diferentes.


1983 Cycling Version



1983 Com imagens do Tour


2006
(Muito bom)

KraftWerk ao vivo em 2009

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Festival Bike 2009

Foram 4 dias passados em Santarém. Este ano inscrevi-me para participar na Maratona com os colegas do ClubeBTT do Juncal, mas acabei por não participar, já que estava ocupado com outras tarefas mais ligadas ao lado promocional. Foi cansativo mas recompensador pois deu para rever muitos amigos do pedal. Não é todos os dias que nos nos cruzamos com Cédric Gracia.

Novidades deverão ter havido muitas, mas o que chamou mais a minha atenção foi o facto de este ano haver ainda menos bicicletas com roda 29... Do que ví apenas 3 marcas estavam representadas, a Orbea, a Pivot e a Specialized, ainda menos do que no ano passado. A Gary Fisher também não esteve representada.
Apesar das maiores marcas terem modelos com roda 29, estas não foram apresentadas em Portugal. O insólito disto tudo, é que as marcas dizem que não há interesse nas rodas 29 em Portugal, por outro lado a não apresentação destas bicicletas na exposição, contribui muito para que não haja esse interesse.
Não digo isto com a intenção de que toda a gente tenha uma 29er, nada disso. Digo isto porque há pessoas que gostam de rolar com estas bicicletas, e por isso vão ao maior certame de bicicletas em Portugal, procurar esses modelos e não os encontram...
O lado positivo é que perguntei ás maiores marcas de bicicletas expostas se um cliente encomendasse uma bicicleta com roda 29 eles teriam bicicletas para entrega eles indicaram que sim. Menos mal, quem gosta ainda pode comprar!
Ainda não andei umas horas numa bicicleta em titanium, aqui a Seven Sola com as cores tugas.

As bicicletas de BMX estarão sempre no meu coração.
Duas bicicletas que também me chamaram a atenção
A Schwinn Madison com o seu cubo fixie e roda livre, super bela para mim, a bicicleta mais linda da exposição (há gostos para tudo...), só lhe tirava os autocolantes da rodas. A Trek District com transmissão por correia, eles também têm uma com transmissão por corrente branca e dourada, só não sei é se tem a opção de carreto fixo. A Trek Madone Serie 6! Tive a oportunidade de a agarrar, é leve... Como é que deve ser andar numa bicicleta destas???? Sabem porque é que esta bicicleta se chama Madone? A resposta aqui.

Para o ano tiro mais fotografias.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Estou a sair


... para mais uma volta nocturna com o pessoal.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

3º GeoRaid Series Lousã - Os 3 dias

Depois de uma conversa com o António, surgiu a ideia de participar no GeoRaid. Demos algumas voltas de bicicleta de estrada, vimos que os nossos feitios eram compatíveis. Estávamos prontos para o fim de semana de 18 e 19 de Outubro do 3º Geo Raid Series Aldeias de Xisto - Lousã. Sexta-feira, depois de jantarmos uma pizza, partimos em direcção à Lousã. Custou um pouco, mas ao longo da viagem lá me fui habituando à ideia da bicicleta ir em cima do carro...Fomos directos ao hotel onde estava a realizar-se o briefing da prova, já chegamos atrasados, mas ainda deu para carregar o GPS e rever alguns amigos tais como o "Torpedro"que conheci numa das voltas das 24 Horas de Lisboa de 2008 e conhecer outros como o "Frinxas" que conseguiu o 2º lugar nas 24 Horas de Viseu deste ano.
Não ficamos no Melia porque como jovens que somos, preferimos ficar na Pousada da Juventude juntamente com mais dois colegas do Clube BTT do Juncal. Depois de muita conversa e histórias lá acabamos por adormecer.
De manhã a confusão do costume, a bicicleta estava com o dorsal e lubrificada mas ainda faltavam as barras, os geis, a água, os hidratos líquidos, etc... Será que estava tudo?
A equipa "Os Manos Valentes", Sérgio e Jorge Valente, ficaram em 3º lugar.
Eu e o António, a manhã estava um pouco fria. Mas depois da partida, os 12 kms de subida, proporcionaram logo um bom aquecimento.
Em Gondramaz, uma das aldeias de Xisto.
Parámos algumas vezes para comer e esticar as pernas. Talvez não seja a melhor coisa a fazer durante uma competição, mas por outro lado, não quisemos descuidar a alimentação e as subidas que se seguiam mereciam o nosso respeito.
Optámos por levar o Camelbak, foi um pouco difícil para mim carregar 1,5 litros de água e ferramentas ás costas. Como treinei mais com a bicicleta de estrada não andei com este peso ás costas, sofri um pouco com isso.Havia também algumas descidas.
As zonas com os eucaliptos eram as menos atrativas.Os quilómetros nas pernas já eram muitos quando chegamos ao último parque éolico.
Depois de virarmos à esquerda iniciamos a parte final do primeiro dia, já não havia aquelas subidas enormes e o cenário era bastante mais interessante. Não vimos desta vez os veados. A descida foi fantástica, super rápida, sempre na nossa mão pois a estrada é frequentada pelo transporte do pessoal do downhill .
Primeiro dia feito!
O António Girão já tinha chegado. Este atleta partiu o dropout a 50 kms da meta. Como só conseguiu montar com a relação que vemos em baixo, teve que fazer grande parte do percurso a pé. O mérito de conseguir terminar pertence também ao colega de equipa que levava uma corda para puxa-lo quando era possivel. A vontade de concluir a a 3ª prova deste ano era grande pois quem concluisse as 3 provas recebia este fim de semana um jersey de Finisher. No dia seguinte estavam na linha de partida com a bicicleta da esposa!
A descida para a meta deixou algumas marcas...

Depois de um grande jantar adormecemos mais rapidamente que na noite anterior, porque será???...
Uma das caracteristicas do GeoRaid é que a classificação final é igual para todos, não há escalões. Para equilibrar mais as diferenças de idade e de sexo havia os handicaps, que se resume a que quem tinha mais idade saia mais cedo assim como as senhoras. No Domingo a primeira equipa a sair partiu ás 7:53. Nós, partiamos ás 8:30. Mas o tempo não estica e atrasamo-nos um pouco, quando estávamos a ir para a zona da partida passamos pelos outros participantes, que já estavam em prova. Depois de nos apresentarmos na zona de meta lá fomos nós. Mas não fomos os únicos pois o Team Amarante, João Marinho e o José Silva, estavam a chegar de carro!!! 10 minutos depois passaram por nós e terminaram em 4º lugar!!!O António à frente com o GPS e eu na roda.
Mais uma vez subimos, desta vez 20 kms. Apesar das barras de proteinas que comi no dia anterior, o corpo está dorido assim como os gluteos, resultado de uma nova afinação dos cleats. Na verdade até estava satisfeito com esta dor, era sinal que a afinação estava a dar resultado, mas este assunto fica para outro post.
Chegamos ás antenas, vamos descer!
O segundo dia teve paisagens fantásticas. quando era possivel, olhava para os outros montes e viamos as nuvens de pó dos colegas a descer.
No aeródromo mais alto de Portugal.
Uma das zonas mais bonitas da prova.
O António teve que me chamar, tirei umas 5 fotografias aqui!!! Depois foi sempre a pedalar ,mais um gel e toca a andar. Estavamos a chegar ao fim da prova, tinhamos vindo a andar bem mas a gerir o esforço até aqui. Agora era dar o que tinhamos. Apanhamos uma equipa, que depois se afasta, mais tarde tornamos a apanha-la e conseguimos passar mais duas.
Não sabiamos o que nos esperava, não tinhamos feito nenhum reconhecimento do segundo dia... As equipas que tinhamos passado aproximam-se novamente sempre a puxar... Umas vezes vai o António à frente outras vezes vou eu. Depois foi um outro colega de prova. Mas logo nos metemos à frente. Resumindo, foi sempre a puxar até ao fim, nos dois minutos após a nossa chegada, chegaram 4 equipas.
Não corriamos para pódio nenhum, ficamos em 75º lugar em 109 participantes, mas este final foi como se pedalassemos para o primeiro lugar. Foi um gozo enorme, também estávamos alí para isso. Queriamos tirar essas sensações do nosso corpo, da nossa cabeça. Foi isso que aconteceu. Ao passarmos a linha de meta fiquei com a sensação de que dei o meu melhor. Nunca tinha dado tanto de mim numa prova, como já tinha dito antes, queria desenvolver mais este lado competivitivo em mim e resultou.

No dois dias de prova a organização organizou um pequeno buffet para matar a fome, altura para encontrarmos amigos e falar de bicicletas.
Estão a ver esta bicicleta???
Sim, é uma ???!!!
Gary Fisher Superfly !!!
Na Sexta-Feira no briefing encontrei o Nuno Luz e fiquei a saber que tinha trocado a sua suspensão total Hi-Fi Pro 29 pela Superfly. No Domingo finalmente tive a oportunidade de andar na 29er mais famosa do mundo, 10kg de bicicleta.
A bicicleta ideal a condizer com o meu equipamento!!!! A rigidez é fantástica, cada pedalada resulta num disparo para frente sente-se que não há desperdício nenhum de energia. Habituado a suspensão total, fiquei com vontade de fazer um teste de umas horas numa rígida, pode ser mesmo numa 26!!!!
Eu e o Nuno Luz com as nossas montadas.
Na prova para além das duas Gary Fishers, estava mais uma Orbea Alma 29er. Foram 3 bicicletas 29ers em prova, para o ano serão mais. Em conversa com o João Marinho do Team Amarante ele disse que iria experimentar uma 29er!
O Geo-Raid terminou, valeu o trabalho e os treinos. Quando surgiu a ideia de fazer o GeoRaid, estava um pouco apreensivo em fazer equipa. Mas quando começei a treinar com o António vi que a equipa iria funcionar bem e não me enganei. Esperámos sempre um pelo outro, não nos chateamos, não discutimos. O final dos dois dias foram espectaculares, sempre a puxar. Excelente equipa, fiquei com vontade de voltar para o ano que vem.
Mais fotografias aqui.

domingo, 18 de outubro de 2009

3º GeoRaid Aldeias de Xisto

Adorei.
Grande trabalho em equipa.
Talvez para o ano consigamos fazer as 3 provas do Geo-Raid Series.

Amanhã aquela descrição longaaaaaaa.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

24 Hour of Moab, Utah, USA

Um dia vou estar nesta linha de partida. Talvez em 2011 ou 2012.
Talvez mais tarde, mas vou lá estar!

Vejam o vídeo deste ano.