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quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

E três meses depois: bicicleta

Ao fim de três meses sem pedalar, saí. Estava hesitante entre fazer-me às subidas e descidas por pedra molhada e lama (com a suspensão total) ou dar uma volta maior ao longo do rio Lis (com a single speed). Esta paragem levava-me a ser razoável, por isso optei por não me alargar muito, nem em tempo nem em distância. Estou à porta de casa, pronto para sair: uma inspiração mais profunda, um clique do pé no pedal e arranco em direcção ao Lis.
Uma foto aqui, uma foto ali e depois de ziguezaguear no meio de tantas poças, estava na praia da Vieira. Tudo muito fácil - se voltasse agora, seria como uma das outras voltas. Mas hoje precisava de mais, sentia falta deste movimento forçadamente cadenciado que é pedalar. Queria esticar a corda, ir um pouco mais além.

Depois de tanto tempo parado (e não falo só dos últimos três meses), tinha vontade de fazer mais do que tenho feito. E, por esta ser a primeira volta de 2018, pus-me a caminho do Pedrógão e da Lagoa da Ervideira. Eram só mais uns quilómetros, mas os suficientes para me sentir já a fazer mais qualquer coisa.
O tempo fechado, com uma chuva miudinha e aquele nevoeiro escuro no fim da recta enorme em direcção à praia do Pedrógão fez-me sorrir por dentro. À primeira subida ligeiríssima, uma ameaça de cãibra. Já estava a contar com isso, e pus-me em pé sem forçar. As pernas só precisavam de mudar de posição. Consigo ou não consigo fazer isto sem grandes esforços?


Uma pedalada a seguir à outra e lá estava na lagoa. Meio objectivo cumprido, faltava voltar.

Pequena pausa para beber água e comer mais uns frutos secos e já estou de novo a pedalar. A sensação do regresso põe-me num lugar bom.
É altura de escolher o caminho de volta. Há alternativas, mas não as estudei, por isso não arrisquei. A areia molhada dava-me vontade de me enfiar neste ou naquele trilho, obrigando a orientar-me, mas o bom senso manteve-me na ciclovia até à praia, onde voltei para os caminhos nas margens do Lis.
Fiz 75 km, uma distância maior do que o maior percurso que tinha feito em 2017, que foi de 60 km. Não foi nada de especial, mas para quem tem estado tanto tempo parado, pedalar quatro horas e meia e acabar a sentir-se bem, já é motivo para algum contentamento.

Será que farei 100 km este ano, com esta bicla? Quem sabe... O que interessa agora é que as pedaladas de 2018 começaram bem.




terça-feira, 5 de maio de 2015

Volta de Domingo


Ainda não me cansei de pedalar nesta bicicleta. A suspensão total com mudanças continua em casa. 
Será por ter apenas uma velocidade, ou por ser um quadro de carbono com um peso e design espectacular? 
Será por andar em BTT com suspensão total há mais de 8 anos? 
Será que se tivesse  mudanças ainda seria mais divertida? 
Rápida seria certamente, mas não é isso que nesta altura quero. 

domingo, 22 de março de 2015

Primeira Volta em Single Speed

Finalmente pedalei em Single Speed. Na verdade não foi a primeira vez, se tiver em conta os anos que pedalei com as minhas BMXs. Mas isso agora não interessa nada!Depois de uma série de trocas e baldrocas, lá consegui montar esta bicicleta.
Segue a lista do material:
Quadro: TREK Superfly Pro SL, tamanho 19,5"
Suspensão: Fox Terralogic G2 ( A trocar On-One Monocoque Carbon)
Rodas: DT Swiss 1700 29
Pneus: Bontrager XR2 Team Issue 2.2 (Tubeless)
Discos: Shimano SLX 160mm
Pedaleira: Race Face Atlas
Pedais: Shimano SPD Plataforma ( A trocar por Shimano XT)
Corrente: Shimano 9 Velocidades
Prato Pedaleiro: AbsoluteBlack Oval 32 dentes
Prato Traseiro: Surley 19 dentes
Esticador: Surley Singleator
Tubo Selim: 400mm
Selim: WTB Rocket V
Avanço: Bontrager RXL 100mm
Guiador: Bontrager RL 720mm 5º
Travões: Shimano Deore
Punhos Bontrager RL
Foram apenas 24 quilómetros mas gostei, por várias razões.
Quadro rígido, há muitos anos que não pedalava em BTT com um quadro rígido. Os últimos sete anos foi sempre com suspensão total. A leveza e a elasticidade do carbono quase fez lembrar a suspensão total. Quando for possível, vou trocar a Fox Terralogic G2 por uma On-One Monocoque de Carbono. A ideia é tornar esta bicicleta o mais simples possível.
Pedalar só com uma mudança é um misto de sensações. Para pedalar em estrada plana com 32x19 é preciso não ter muita pressa, apreciar a paisagem e pensar na vida. Se houver urgência em chegar ao destino, pedalar a 100 ppm durante muito tempo vai tornar-se extenuante tanto fisicamente como mentalmente. Quando entramos nos trilhos as curvas, os buracos e as mudanças de ritmo adaptam-se bem a esta relação. As subidas se forem relativamente curtas, com um pouco de esforço, também dão para fazer. Mas isso depende da nossa condição física, como a minha tem sido praticamente nula alguém com algum treino irá desenrascar-se melhor do que eu!
Para além de estar a pedalar só com uma velocidade, também experimentei uma outra sensação, pedalar o com o prato pedaleiro ovalizado da AbsoluteBlack de 32 dentes. Não que o prato ovalizado tenha sido uma novidade para mim, uma vez que a minha MBK de 1989, tinha o Biopace da Shimano, mas esse prato tinha esse princípio aplicado ao contrário, e por isso foi esquecido. A Rotor, voltou a trabalhar nos pratos ovalizados e mais tarde a AbsoluteBlack também. Para já não tenho grande opinião. Estou habituado a ter uma pedalada redonda, o prato ovalizado, resultou numa pedalada meio estranha, mas não notei grande diferença a não sem quando a cadência era muito grande. Mais umas voltas e chegarei a uma conclusão.
Mas porque é que optei pela single speed. Primeira razão foi a simplicidade do conjunto, daí a vontade de mais tarde trocar a suspensão pela forqueta rígida, Depois tudo o que advém de pedalar com uma só velocidade. A cadência condicionada, a imposição do relevo nas nossas pernas. Com a single speed, não é a bicicleta que se adapta a estas condições externas, ao desmultiplicar os andamentos.  mas sim as nossas pernas e os nosso corações. Logo o relevo impõem-se muito mais directamente em nós.


Solo Twenty-Four from Sixth Row on Vimeo.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

As últimas foram assim!



                    
                             
           
           
                         
                   
            
            
                          
           
           


terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Já está pronta!

Só falta um conjunto de pastilhas de travão e uma volta para acertar as geometrias.

 Faltam 2 semanas para o primeiro evento dos Randonneurs em Vila Franca de Xira.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

O regresso...

... aos trilhos de pedra e lama está para breve!!!

domingo, 26 de dezembro de 2010

2011

Não é bem isto mas quase...



Em 2011 vou fazer umas trocas:
quadros, componentes e ... 
... pedalar também!

terça-feira, 4 de maio de 2010

Uma 29er a descer


(Video, dado a conhecer pelo Luís Ferreira via Facebook.)
Esta é a Santa Cruz Talboy e já as há a rolar por Portugal. Não sei descer como ele mas acreditem que desço mais depressa agora com a 29er do que antes com a 26er.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

As novidades 29er em Sea Otter

A mais importante exposição de bicicletas dos EUA, já arrancou e as novidades, já foram anunciadas. A marca alemã Focus, está lá com uma 29er.
A Yeti também apresentou a sua 29er, levou tempo mas aqui está.Um pouco em cima do joelho aqui está o que talvez seja uma das mais estranhas bicicletas do evento. Uma 29er Trek!!! Mas reparem o pormenor do logótipo na frente da bicicleta!
Sim é o logo da Gary Fisher. Parece que a Trek está a dizer, "sim vamos ter uma 29er mas ainda não está pronta e por isso espetámos com um autocolante nosso em cima do da Gary Fisher!" Mais aqui.

domingo, 21 de março de 2010

Maratona do Centro 2010

Missão cumprida, mas um jersey de Inverno num dia de Primavera, não foi a melhor escolha. Desidratei-me e as caimbras instalaram-se durante os 50 kms finais. Quase nessa altura e por causa da lama, apareceram os chupões da corrente. Resultado, muitas das subidas finais feitas a pé.
Adorei a primeira hora e meia, consegui manter um ritmo como eu nunca tinha conseguido a aselhice do jersey impediu-me de fazer um pouco melhor. Mas acabei com a sensação de ter conseguido os meus objectivos.
Adorei a minha Gary Fisher desta vez com a pressão correcta nos pneus (20/24 psi) mesmo com o pneu de trás quase careca aguentaram bem. A maior parte das subidas foram feitas sem o Propedal a trabalhar. Tal como a suspensão, o conjunto funcionou bastante bem e "comeu" as pedras. Tanto a subir como a descer. E que descidas, a bicla voava, mesmo com calhaus grande, ela aguentou-se maravilhosamente bem!!!Adoro a minha bicicleta!!! Melhore que esta só uma Superfly FS100 ou uma HI-FI deste ano que tem exactamente a mesma geometria que a Superfly.
No final falei rapidamente com uns amigos e meti-me no carro.
Tinha o sol da minha vida à minha espera em casa dos avós.

Tempo: 05:42:37
Distância: 74,78 km
Ganho de elevação: 2.299 m
Calorias: 3.740 C
Uma grande dor de pernas...

A volta no Garmin.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Festival Bike 2009

Foram 4 dias passados em Santarém. Este ano inscrevi-me para participar na Maratona com os colegas do ClubeBTT do Juncal, mas acabei por não participar, já que estava ocupado com outras tarefas mais ligadas ao lado promocional. Foi cansativo mas recompensador pois deu para rever muitos amigos do pedal. Não é todos os dias que nos nos cruzamos com Cédric Gracia.

Novidades deverão ter havido muitas, mas o que chamou mais a minha atenção foi o facto de este ano haver ainda menos bicicletas com roda 29... Do que ví apenas 3 marcas estavam representadas, a Orbea, a Pivot e a Specialized, ainda menos do que no ano passado. A Gary Fisher também não esteve representada.
Apesar das maiores marcas terem modelos com roda 29, estas não foram apresentadas em Portugal. O insólito disto tudo, é que as marcas dizem que não há interesse nas rodas 29 em Portugal, por outro lado a não apresentação destas bicicletas na exposição, contribui muito para que não haja esse interesse.
Não digo isto com a intenção de que toda a gente tenha uma 29er, nada disso. Digo isto porque há pessoas que gostam de rolar com estas bicicletas, e por isso vão ao maior certame de bicicletas em Portugal, procurar esses modelos e não os encontram...
O lado positivo é que perguntei ás maiores marcas de bicicletas expostas se um cliente encomendasse uma bicicleta com roda 29 eles teriam bicicletas para entrega eles indicaram que sim. Menos mal, quem gosta ainda pode comprar!
Ainda não andei umas horas numa bicicleta em titanium, aqui a Seven Sola com as cores tugas.

As bicicletas de BMX estarão sempre no meu coração.
Duas bicicletas que também me chamaram a atenção
A Schwinn Madison com o seu cubo fixie e roda livre, super bela para mim, a bicicleta mais linda da exposição (há gostos para tudo...), só lhe tirava os autocolantes da rodas. A Trek District com transmissão por correia, eles também têm uma com transmissão por corrente branca e dourada, só não sei é se tem a opção de carreto fixo. A Trek Madone Serie 6! Tive a oportunidade de a agarrar, é leve... Como é que deve ser andar numa bicicleta destas???? Sabem porque é que esta bicicleta se chama Madone? A resposta aqui.

Para o ano tiro mais fotografias.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

29ers...

...são pastelonas, não gostam de percursos técnicos, pesam mais...

TRETAS!!!

Experimentem uma e depois falamos.

Vídeo apresentado pelo Macrobiotico.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Gary Fisher Paragon Vende-se

Tenho uma amigo meu que tem esta Gary Fisher Paragon de 2009 para venda.
Está equipada com Fox RL, Sram X9, Juicy 3, e com o guiador Bontrager Race Lite Big Sweep, 640mm width, 12d backsweep, 31.8mm( estes 12ºs dão cá um jeito!)
O tamanho é um 17,5"/M, eu tenho 1,82 com 85cm entre pernas e a minha GF Hifi tem a mesma medida, a única modificação foi um avanço com 100 mm em vez do de 90mm que vem de origem.
A verdade seja dita, esta bicicleta está bem mais bonita do que o modelo de 2010...

Só teve 3 saídas e está como nova e é da zona da Marinha Grande. A razão para esta venda é que ele gostou de mais de andar em 29er e por isso quer desfazer-se desta para conseguir comprar uma ainda mais topo de gama.
Quem estiver interessado na Paragon 29er, pode-me enviar um email:
asminhaspedaladas@gmail.com

Eu não fico com ela porque estou a pensar numa outra bicicleta...