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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Tubeless VS Eu - Quem Ganhou o 1º Round?

O pneu...
Fiz como fiz anteriormente.
Amanhã ganho eu (espero...).
Vai com o compressor.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Mecânica, pesos e tunnings.

Esta semana agarrei na Gary Fisher e fui à BTTerra, no fim de semana tentamos dar conta do desviador mas parece que não ficou a 100%. Agora está melhor, mas mesmo assim, quando me levanto e meto mais força nos pedais a corrente passa para outra mudança... Conclusão quando um desviador se dobra, o mais certo é ter que meter um novo, ainda vou tentar fazer a II Resistência da Martingança com este, logo se vê como corre a coisa. Já que lá estava aproveitei para pesa-la, está com 12.42 kg, menos 400 gramas em relação à última vez que a pesei, as mudanças não foram muitas: Tirei umas coisas e meti outras, passei as rodas a Tubeless, troquei os pedais, mudei o selim e o suporte de bidon. Por outro lado passei a utilizar os avanços.A última alteração foi o prato pedaleiro XT de 44 dentes, que foi substituído por um de 42 da Race Face. Esta modificação não pelo peso mas sim pela melhoria de rendimento oferecida por esta relação. Fiz 1o kms a caminho de casa que foram sempre feitos com este prato com uma cadência mais elevada sem ter quere correr à pedaleira do meio.
Apesar dos poucos quilómetros, creio que esta modificação vai trazer melhorias significativas na eficiência das pedaladas a unica vantagem do prato de 44 dentes era em estradões a descer e em estrada, mas quantas vezes é que apanhamos estas condições???
Acho que todas as 29ers deveriam vir de serie com um prato de 42 dentes, fica aqui a dica para os outros 3 utilizadores de 29er que conheço em Portugal, o Marco, o Carlo e o Nuno!!!

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Sabes Afinar as Mudanças?

A corrente partiu-se nas 24 horas porque as mudanças não estavam a entrar como deve de ser quase desde inicio da prova. A determinada altura, desejei ter uma Single Speed, 29er claro! Não sei se foi por isso que o dropout dobrou-se e a corrente partiu, o que sei é que tenho que saber como é que se afina uma bicicleta.



quarta-feira, 6 de maio de 2009

Depois dos trilhos...

... é hora da limpeza.
Se queremos que as bicicletas sejam fiáveis temos que também ajuda-las a sê-lo. Nada como uma boa banhoca e uma boa escovadela para tirar todo o pó que se agarrou ao quadro e transmissão.
Mais uma vez tive o apoio da minha sempre prestável mecânica!É um trabalho sujo mas tem que ser.
Sei que não adianta muito, mas tento tirar toda a porcaria que posso, então nas rodas do desviador...
Massa nos cabos, agora há uns cabos todo bons com teflon, estes funcionam à maneira antiga, mas com massa funcionam igualmente bem.
Adaptador do pipo, já falei nele aqui, mas torno a falar, é barato e pode dar um jeitão.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Amortecedor e suspensão

Está na hora de ir ver os registos do número de horas passadas em cima da bicicleta, pois acho que já passei em muito a hora da revisão.
Já estive a ver, a GF tem 60 horas de utilização em 2009, a Fox recomenda uma revisão à suspensão ás 50 horas, não está muito longe e tenho que estima-la! O amortecedor também foi para dar uma vista de olhos. Depois conto todos os pormenores!

Desculpem, não há muito para dizer...


Gostava de estar a trabalhar num sitio que desse para ir de bicicleta, ter recepções assim e com tanta cerveja (talvez a causa desta recepção)!!!

quarta-feira, 25 de março de 2009

A minha corrente

Dois dias antes da Maratona do Centro reparei que a corrente tinha alongado, nada de extraordinário, as correntes têm tendência para com as utilizações esticarem qualquer coisa. A minha estava assim!
Tirei-lhe dois elos e pronto, agora, o esticador continua com a mola toda recolhida e sem tensão mas sem corrente a mais.
Só tenho que ter mais cuidado para não cruzar a corrente ao andar no prato maior de 44 dentes e nos 34 dentes da cassete. Como eu fiz ainda fica uma pequena margem de elos para qualquer engano. Ao fazermos como manda a regra creio que o desviador ficam demasiado esticado quando mal utilizado, portanto fica aqui duas maneiras de fazer isto!
Já agora fica aqui um link para ficarem a saber como é que monta e desmonta um elo rápido como deve de ser, depois de ter visto este vídeo é que me apercebi de como fui um grande nabo quando desmontei um pela primeira vez!!!
Sempre a aprender!

segunda-feira, 16 de março de 2009

Tubeless, como fiz.

No Domingo foi a volta de teste, não houve nenhum problema, não tomei nota da pressão com que saí, mas foi qualquer coisa entre 35 e 40 psi, dá para baixar mas para já, fica assim.

As rodas Bontrager Rythm Elite, são assimétricas, daí a furação ficar assim. Ao fundo a minha princesa.

A fita do lado de contacto do aro, também não é simétrica montei com o lado da aba maior, do lado dos furos.

Montou-se muito bem pensava que seria difícil, mas não foi. Mas se repararem, se do lado esquerdo a fita ficou a tocar no lado do aro, do lado esquerdo ficou afastada um ou dois milímetros!!!

Mas estava certo de que tinha encomendado as fitas correctas para os aros assimétricos.Foi então que vi esta inscrição na fita, OSB.

As iniciais, OSB - Offset Stroke Bed, portanto em principio não haveria problema, mas se alguém me pode explicar isto melhor, diga alguma coisa, pois ainda não tenho muita certeza se fiz bem!

Água e sabão para ver se havia fugas.

A confusão na oficina ao ar livre!
Não sou um maluquinho do peso mas fica aqui algumas pesagens, do antes e depois.

Roda da frente com pneu e câmara de ar, 1998gr.

Roda da frente já convertida tubeless e com selante, 1896gr.

Roda de trás com câmara de ar, 2604gr.

Mesma roda em Tubeless, 2556 gr.
Ficaram com uma diferença de 100gr na roda da frente e de 48 na roda de trás, nesta roda aumentei a dose se selante.

Desde que tenho válvulas com pipo fino(Presta) utilizo este adaptador, assim posso também dar ar com as bombas para pipo grosso.
A montagem fez-se bastante bem, como andei uns meses com estes pneus, estes fizeram-se bastante bem ao aro, para encher nem foi preciso compressor, enchi-os bastante facilmente com a bomba de pé. Na embalagem do selante recomendavam 60 ml para roda 29 polegadas, mas pelo sim pelo não meti 100. Rodei as rodas, dei uma voltinha pela estrada, no dia seguinte estava tudo bem, vamos a ver, para já está tudo bem!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Furos no rolo?!!!

Sim, é possível quando a fita da roda acusa o peso da idade e do desgaste. Nas duas últimas semanas tive dois furos enquanto treinava no rolo.
A pressão da câmara de ar é tanta que deve ter entrado dentro dos furos para os raios.
Agora existem estas fitas plásticas.
Dá um certo trabalho a montar, mas já está. Um conselho empírico que dou é começar pelo furo da válvula e meter-lhe alguma uma chave de fendas ou uma esferográfica, para ela não sair desse sítio, porque depois custa mais acertar com o buraco.
Reparem a linha do desgaste deixado na câmara de ar. Ontem já rolei uma hora a 65% FCM para recuperar da volta de domingo e até agora, ainda tem ar!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Próximo Domingo Alvaiázere.

Mais uma prova com chuva, ou então com o piso molhado... Já começa a ser demais, mas não vale a pena lutar contra isso, nada a fazer. Quando fui lavar a bicicleta, vi que tinha mais um furo, creio que este deve ser o meu 5º furo, já comprei mais 8 remendos e tenho uma câmara de ar nova guardada na bolsa da GF, pelo menos já se encontram câmaras de ar 29" à venda!
O pessoal da organização promete trilhos espectaculares e pronto, lá teremos que ir lá vê-los. Uma coisa é certa no final vai haver um almoço valente e já disseram que no reforço vai haver barras e bebidas energéticas para o pessoal.
Na verdade, já participei numa prova da mesma organização e no fim de uma subida lá estavam os gels e barras energéticas à disposição do pessoal, não é como certas organizações em que vemos no inicio da prova, caixas de "Touro Vermelho" a passarem de um lado para outro para depois não as tornarmos a ver...
Bem, logo à noite tenho uma câmara de ar para remendar. Nunca mais chega as fitas tubeless...

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Como montar uns Tubeless Ready


Em quanto não chega a fita para passar a tubeless, vou vendo uns vídeos para saber como se faz.

Após visitar o site devo dizer que para as rodas Bontrager 29 ou 26 a válvula para tubeless tem que ser mesmo da Bontrager. O kit das fitas e das válvulas não é caro, o selante é que é mas também não é por aí além.
Já que as minha GF veio com pneus (Jones ACX) e rodas Tubeless Ready(Rhythm Elite) à que aproveitar. Sempre se vai poupar umas gramas, ganhar conforto e aderência com a vantagem de evitar os enfadonhos furos.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Ano novo pilhas novas.

O conta quilómetros e a fita do medidor de frequência cardíaca, precisaram de um transplante, se tem material Sigma, esta é a referencia das pilhas.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Rodas do esticador

Depois de 4000 km de pedaladas, chegou a hora de trocar as rodas do esticador
Já parecia uma estrela dos Ninjas...
O kit das rodas, vinha com uma tampa com dois furos (esquerda), eu optei por manter o que já estava, pois evitava que mais areia e lama entrassem para dentro.
A minha mecânica, a gozar com a falta de jeito do pai.
Serviço terminado, mas mal acabado, ao pôr aqui as fotografias reparei que a roda da ponta ficou ao contrário do que estava originalmente (vejam a primeira fotografia), acho que não tem muita influência, mas como vou ficar a pensar nisso terei que tornar a mexer misto...

Ainda não tenho um suporte, mas este improvisado dá para o gasto.
O elo rápido estava difícil de tirar, por isso telefonei ao Pedro Belo, o meu colega de voltas... O conselho foi limpar primeiro o elo, foi o que fiz e lá saiu. Corrente com WD40, uns abanos e já está.
Saíram os elos e também os roletes, das pontas da corrente, ainda bem que tinha o resto da corrente guardada, pois sem isso a corrente teria ficado curta de mais.
Cabos das mudanças lubrificados, óleo na corrente e pronta para mais umas voltas.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Curso da Suspensão

Ontem também testei o amortecedor de trás!
A suspensão à frente esgota-se e a detrás só fazia metade do curso. Nas descidas maiores e mais irregulares ainda sentia uma bocado de vibração.
O O-ring na maratona de Idanha, não desceu mais do que isto:Portanto, achei melhor baixar um pouco a pressão. Na volta de ontem notei que a traseira comeu melhor as pedras e as irregularidades, a subir não notei um grande bombear mas se isso acontecer poderei sempre activar o bloqueio!

sábado, 17 de maio de 2008

De volta à corrida.

Na Sexta-feira ao fim do dia não me apeteceu ir para o rolo por isso, vesti os calções, calcei as sapatilhas e fui correr!
E que bem soube, 35 minutos a correr, 154 ppm média, 170 ppm máxima, já não corria desde a Meia Maratona da Nazaré à 6 meses atrás. Tenho a sorte de viver com pinhal à volta de casa, só tive que cruzar por duas vezes o alcatrão, o resto do percurso foi feito em trilhos de areia, ás vezes mais dura outras vezes mais mole, tem também umas subidas, para tornar as coisas mais difíceis. Na maratona de Idanha naquelas descidas mais longas, senti os braço mais fracos, sem força, por isso levei uns pesos de 0,5kg e notei diferença até nos abdominais...
Com as 24 horas aí, terei que ter um pouco mais de resistência... Claro que não é um treino para ser campeão, mas gostava de conseguir mais de 12 a 15 horas em cima da bicicleta.
Fiquei com as pernas e os tornozelos um pouco doridos, mas para a semana voltarei a correr. .

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Road Bike Rider - Uma Newsletter interessante

Hoje em conversa com um amigo destas andanças, falamos sobre técnicas de treino para as maratonas, por isso lembrei-me de falar de um site que está aqui nos links do blog:

Road Bike Rider é um site com bastante informação para ciclistas de estrada.
O site tem dois níveis, um básico com alguma informação, já por si interessante e uma outra versão a Premium, que para acedermos temos que pagar...
No entanto se subscrevermos a Newsletter enviada quinzenalmente, enviam-nos um pequeno e-Book em PDF chamado "29 Pro Secrets For Roadies" com informação bastante interessante (indíce).
E já agora para mais informações sobre técnicas e alimentação, treinos, bike fit, etc. Descobri um outro site também bastante interessante: 53x12.com (Dá para passarmos horas de volta deste site)

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Sapatos e posicionamento do CLEAT

A maratona dos Pisões,deverá ter sido a última vez em que os meus fiéis sapatos da Nike me acompanharam!Os substitutos ainda não chegaram, mas creio que serão os Spiuk ZS2M com 3 fechos de velcro.
Entretanto tenho tentado informar-me à cerca de como deverei montar os CLEATS, mais para a frente ou mais para trás? Para o lado direito ou para o lado esquerdo.
Fica aqui um texto tirado do site FIX WERX que nos poderá dar uma ajuda:

Pedal and cleat adjustment is one of the most complicated and important aspects of a properly fit bicycle. Up to half the time I spend with people in a fitting session is on the feet. While it is too broad a subject to cover all the important aspects and individual variations here, in general, the following guidelines can be used to help achieve proper cleat position:

Fore/Aft Adjustment – The ball of the foot at the second metatarsal head is the central leverage and balance point of the foot and provides a powerful and stable point for the pedal to contact the foot. To locate the ball of the foot, find the joint where the foot pivots during walking and move slightly back from it (usually the widest portion of the foot). The center of the cleat should be aligned close to this point, directly under the ball at the second toe.
The primary implications of moving fore or aft of the ball are the potential of uneven pressure distribution on the foot, a common cause of foot numbness and discomfort, as well as less balanced muscle recruitment. Moving the cleat ahead of the ball will usually encourage more load on the calf muscles, shins and the quadriceps (much like standing on your toes), while more aft cleat positions tend to favor recruiting the muscles of the upper legs, often at the expense of lower leg muscles. This being said, pedaling technique and saddle position are usually more influential variables than cleat position in this regard.

Lateral “Q” Adjustment - The term “Q Factor” is used loosely in cycling to describe everything from the lateral width of the feet on the pedals, to the stiffness of a crank, to how a rider’s legs are proportioned. For this reason, “Q Factor” can be a misleading term and I’m going to refer to pedal and cleat width simply as “lateral adjustment”.
During pedaling, the rider’s feet should be in as natural and straight a line with the hips as possible. Feet that are set wider or narrower than a rider’s natural stance, can diminish power output while putting strain on the knees, ankles and hips. The width between the bony protrusions at the front of the pelvis (Anterior Superior Iliac Spine) are often good indicators of natural stance. The goal is to set the width between the rider’s left and right second toe rays to a similar width during riding. A laser guide and tape measure can be helpful in checking this on the bike.
Because bicycles were designed based on mechanical limitations of the era, before much thought was put into the biomechanics of the ride, bikes tend to be wider than optimal at the pedals for most riders. For this reason, most riders should have their cleats placed towards the outside of the shoe, allowing the feet to be as close to the crank as possible. Rider’s with wider than average hips are the exception to this and they should move the cleats more towards the inside of the shoe so that the feet are further apart.
Pedal and shoe models and brands vary widely in regards to the widths they allow, so be aware of your individual situation when considering options. The April 2003 “Tech Support” article in Triathlete discusses how this relates to some of the more popular pedal options.

Float and Cleat Angle - While some pedal systems, like Speedplay’s X Series, are virtually free floating (allowing the foot to pivot almost indefinitely on the pedal), most systems have adjustable or limited float. Limited float systems can actually be better for many riders, but they also require closer attention to proper cleat alignment on the shoe to prevent unnecessary strain and discomfort on joints. While the “keep adjusting the cleat angle until it does not hurt any longer” technique is still popular, you can minimize the risk of injury and optimize efficiency from the start with the help of a qualified technician and specialty tools like the R.A.D. (Rotational Adjustment Device) that help eliminate the guesswork.

Cants - Cant wedges have become more common in cycling recently as more riders realize the power and stability benefits foot support can offer. The concept behind cant wedges is to accommodate for the natural twisting of the forefoot (varus or valgus) that most people have. This twisting is associated with pronation and supination and, like running shoe selection, the proper amount and type of support varies widely from person to person. A sports based medical professional and/or qualified fitter can provide you with a better understanding of your individual situation and whether foot support devices like cant wedges and custom footbeds are worth considering.

Toe Down vs. Heel Down Pedaling - While toe or heel down pedaling might be encouraged slightly by cleat position, in general, it is more of a technique issue that is affected by saddle position than cleat placement. For most riders, a saddle position that allows for a flat heel position at the bottom of the pedal stroke, while still allowing for full leg extension without hyper-extension, minimizes the likelihood of cramping while allowing for optimal power output.
Proper cleat and pedal set-up, in conjunction with proper foot support, is one of the most effective ways to improve biomechanical alignment while improving power output you can do. For the most consistent and safe results, make sure you choose equipment that is well suited and adjusted properly for your individual needs.
Enjoy the season!
Ian

FIX WERX

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Próximo Domingo




No próximo Domingo vou participar na Resistência de 6 Horas dos Marrazes, em Leiria.
A previsão meteorológica é que não é a ideal, ainda por cima está tão bom tempo agora... Mas quanto a isso, não há nada a fazer, também tenho o impermeável novo de plástico! O pior é as pernas. e não me posso esquecer de embrulhar os pés com película aderente para a água não chegar lá!

domingo, 27 de janeiro de 2008

Tubo de selim

Ontem comprei um tubo de selim da Race Face na BTTerra, o peso é menos que 300 grs e mesmo sem balança parece mais leve que o FSA 280 e não tem recuo.
Hoje na volta de Domingo deu para ver que a diferença que o tubo do selim faz.
A posição ficou mais confortável, sentei-me mais atrás, enquanto antes acabava por andar mais na ponta, por isso é nas distâncias maiores ficava com o rabiosque, mais dorido, já para não falar na próstata...
Tubo de selim aprovado, agora só falta o selim WTB para o conjunto ficar completo.