Após 3 meses de Mondraker MR101, voltei a andar na Giant Bronco.
Agora tem os pneus 1,5 de estrada da Rubena 7,00€ e com um desenho que parece comportarem-se bem com chuva. Tem novamente os avanço da Onza (Bem antigos, mas levezinhos) e o guiador sobre elevado (pode não ficar muito bonito mas dá muito jeito)
Hoje fiz 83 km, fui até ás Caldas da Rainha ver uma prova de resistência 3horas organizado pelo www.bttcaldas.com. Gostei de ver mas estive lá pouco tempo, pois ainda tinha que fazer os 40 kms de volta... Gostei do regresso à Giant!!! Entretanto tiro novas fotos!!!
Hoje a Giant Bronco saiu do rolo para a estrada!!! Tinha um convite de uns amigos para ir fazer os singles espectaculares da última parte da Maratona do Centro. A suspensão e o amortecedor da GF, tinham sido revistos ontem, seria uma boa oportunidade de a testar nestes trilhos. Mas como tinha chovido a noite toda não quis meter a a minha "American Beauty" na lama! Não tenho nenhum problema em faze-lo, mas bolas! Revisão acabadinha de fazer, óleo e retentores novinhos em folha, hoje não!Tirei a Giant do rolo, vi a pressão dos pneus e toca a andar! Mas logo tive que voltar a casa para regular o ângulo do banco, estava com a frente demasiado descida e ficava escorregar. Depois, novo arranque e logo a seguir já na estrada nova paragem! Começa a chover mesmo forte, altura de tirar a capa de plástico do Camelbak, não queria mesmo voltar para casa!!! Felizmente a chuva foi-se logo embora. Sempre por estrada, aqui em direcção à Praia Velha. São Pedro de Moel. Quando montei a suspensão, não havia muita a noção de que deveria de ficar uma pequena margem para poder ajustar a altura do avanço... Resultado é uma posição demasiado baixa, talvez com avanço um ângulo mais alto fique mais confortável. Próxima paragem Sitio da Nazaré, muitos turistas espanhóis e japoneses. A Nazaré tem algo de especial até japoneses aparecem, mas não é só agora, são muitas as vezes que lá vou e lá estão os séniors sempre de máquina fotográfica em punho!Passagem obrigatória o porto de abrigo.Pela foto dá para ver onde o pneu1.5 tocava no chão! Talvez pela relação de velocidades da Giant 48,36,26, não notei muita diferença de andamento em relação à GF. Concretamente o regresso à roda 26, notei diferença na precisão e rapidez na viragem mas isso para além da diferença 26vs29 que em estrada não se nota muito, também deve-se ao facto de ser uma semi-rigida com uma suspensão de 50 ou 60 mm de curso. Foi giro fazer três horas na minha clássica!
Esta semana estou de férias e por isso foi dar a minha voltinha por estrada até à Nazaré. Desta vez, dei ar aos pneus 1,5 da Giant e toca a pedalar. Já não andava na Giant à mais de 6 meses e deu para lembrar as diferenças entre uma semi-rigida e uma suspensão total... A velocidade média foi a mesma que faço na MR101, portanto esforço-me mais nessa. pois pesa pelo menos, mais 2 kg. Desta vez experimentei uma barra de gel de mel da Decathlon, o sabor não é mau, mas o meu gosto não é de fiar pois gosto de quase tudo.Também, já não estava habituado aos travões Cantilever, que nem V-brakes são... Mas no fim da volta, já nem reparava nisso. Como a volta era pequena, tentei fazer um treino intervalado, isto é, durante 30 a 45 segundo dava o máximo, descansava um minuto e voltava a dar o máximo. Agora as pernas estão a doer um pouco, mas isso é sinal de que valeu a pena.
Uma noite mal dormida, fez-me sair já eram 9:00 horas. Queria fazer estrada na Giant, mas um barulho na roda da frente,provavelmente esferas gripadas, impediu-me de sair com ela. Parti em direcção à Nazaré, mas por outro caminho, desta vez fui por Alcobaça. Subi pelo Casal Mota, o vento não deu descanso, ora em pé ora sentado lá fui subindo. De repente aparece um ciclista de estrada, pouco tempo depois aparece mais um, falamos nas roda 29 e as suas vantagens. Ainda estavam à espera de mais companheiros de volta e por isso segui o meu caminho. Já que estava montado na roda grossa, virei para os trilhos mais perto do mar, o vento era constante, mas quanto a isso não havia nada a fazer. A chuva dos últimos dias, fez-me passar por muitas zonas com lama. Até chegar à baía de São Martinho. Altura de comer e apreciar a paisagem, queria ir até Foz do Arelho, mas estava muito vento e as horas a passarem, fica para a próxima, talvez quando tiver a Giant pronta para voltar à estrada. Coisas novas na bicicleta, uma bolsa maior que a anterior e suporte de garrafa aberta de lado. Os pneus foram com 50 psi, ia fazer estrada, a subir a direito fora de estrada,até não ouve problema, só quando tinha que mudar de direcção é que faltou a tracção dada pela baixa pressão. Desta vez levei o amortecedor com o Propedal na posição 3 (mais firmeza), para ver como se comportava. Meti o O-Ring do ajuste do Sag, bem junto do topo para ver como se comportava. Resultado, nas rectas e subidas, quase não mexe! Apenas 4 a 5 mm, nas descidas nesta posição o O-Ring, já se movimentou uns 2 cms, o que foi optimo, funcionou quando foi preciso, vou considerar mais utiliza-lo nesta posição nas próximas provas de 24 Horas, dependendo dos percursos, claro. Faltam 2 semanas para Portalegre e 3 para Castelo Branco...
Para me sentir melhor e aguentar-me nas maratonas, precisava de treinar mais.Por isso em Fevereiro comprei um rolo para treinar em casa. Com mais ou menos intensidade, lá tenho andado a rolar. Os meus treinos vão desde os 30 minutos a uma hora, mas já cheguei a andar 2 e 3 horas. Dá para suar bem.... Para muitos o rolo é uma seca, mas para mim até gosto, tá bem não estou em comunhão com a natureza, estou fechado em casa, etc. Mas o que eu realmente quero é treinar, quando quero ir para a rua eu vou! Com o rolo consigo estar em casa com a família, vejo televisão e a qualquer hora posso parar e em menos de 1 minuto estou a tomar banho. Mas há outras vantagens mais importantes, tais como: - Consigo concentrar-me na pulsação; - Concentro-me na pedalada redonda; - Consigo fazer melhor um treino intervalado; Provavelmente há mais vantagens que não me estou a lembrar... Primeiro comecei a treinar com a Giant mas depois por causa da geometria passei a treinar com a Mondraker, actualmente estou com a Giant outra vez, pois fiquei com a sensação de que a suspensão não gostava muito daquela roda de trás presa, pois o quadro parecia torcer-se. Esta semana voltei a dar mais uma volta de uma hora, a ideia é começar a treinar para as 12 horas de Proença à Nova.
Para as 24 horas de Lisboa. E eu estou ready to go, só falta meter as coisas no carro. Quero ver se consigo enfiar lá tudo que tenho para levar, quero ver se também consigo meter a Giant, vamos a ver. Vou hoje mais a equipa 4 Clube BTT do Juncal, o Bruno, o Licínio o Marco e o Zé Bacano. Amanhã deverá juntar-se no nosso acampamento o Carlo. Nos últimos 3 dias não pedalei a não ser para ver se estava tudo bem com as bicicletas, deveria ter dado a voltinha do costume até à Nazaré, mas que se lixe, estava a sentir as pernas cansadas e por isso, tomei esta opção. Não há muito mais a dizer a não ser que sei que me vou esquecer de qualquer coisa, só espero que não seja muito importante, se tudo correr bem digo o que foi... Bom fim de semana para todos e para mim também!!!
... para voltar ao parque de Monsanto. Está a fazer um ano que participei nesta prova. Neste espaço de um ano muita coisa aconteceu.Foi a minha primeira participação numa prova de 24 horas e logo a solo.
A solo porque na verdade não gosto de estar dependente de ninguém, do mesmo modo que não gosto que alguém esteja dependente de mim. Sou o responsável por tudo o que me acontece, não posso culpar ninguém, nem ninguém se pode desculpar comigo.
Depois, foi o fascínio que tive pelo filme 24 Solo, as dezenas de vezes que o vi, sempre em cima da Giant montada em cima do rolo a pedalar. Absorvi todos os pormenores, posso dizer que este filme foi o factor que mais contribuiu para estar ali na linha de partida.
Depois dessa prova fiz mais 3 provas de 24 Horas e uma de 12 horas, já aprendi algumas coisas entretanto, a principal é treinar e a alimentação.
Depois de testar uma roda 29 nas 24 horas de Viseu, não olhei para trás e troquei a Mondraker MR101 (grande bicicleta) pela Gary Fisher Hi-Fi Pro 29, mais leve, com melhor material, e outra maneira de abordar os trilhos.
Tenho treinado mais regularmente, não tenho nenhum plano de treinos, mas tenho mais ou menos ideia do que deveria de fazer.
Descobri com a Onibla o gozo de rolar com bicicleta de estrada e desde que tenho uma versão mais moderna de roda fina, "meti-lhe" mais de 25 horas em quase três semanas.
Um ano passou, com muitas aventuras e algumas desventuras pelo meio e estou de volta à grande prova do ano aquela pela qual mais esperei em 2009.
Portanto as expectativas são algumas, os objectivos para Lisboa serão:
- Dar mais voltas do que as 17 d0 ano passado.
- Perder menos tempo nas paragens e no jantar. Sim, quero jantar comida a sério, encher mesmo a barriga , vou precisar disso!
- Quero evitar problemas mecânicos.
- Quero não cair, por isso não vou arriscar, nem que tenha que fazer certas zonas a pé como fiz no ano passado durante a noite...
- Quero passar o menos tempo possível naquela altura da noite em que o cansaço e o sono me fazem cantar aos berros uma lenga-lenga qualquer para não adormecer em cima da bicicleta, esta sensação assemelha-se mais a uma grande bebedeira, esta vai ser, para além do rabo dorido, a altura mais difícil do dia.
- Quero ver a ponte 25 de Abril iluminada durante a noite (fiquei com essa fotografia mental na cabeça) e ouvir os cães a ladrar no canil municipal(quem já por lá passou sabe do que falo)
Bem, chega de divagações!!! A inscrição já está paga, o dorsal é o 1-105, resta-me esperar.
Vejam a reportagem do ano passado, que inclui uma pequena entrevista à vencedora feminina do ano passado, a italiana que ganhou em Single-Speed e em 29er!!! Sim, há mulheres que rolam em 29ers. Vejam também um entrevista com o Ricardo Melo, vencedor do ano passado.
Depois de ter feito os 300km do Brevet Serras e Mosteiros, passei ao meu objectivo principal que chegaria dois meses depois, o Gravel Birds 2026 na versão L'Abetarda com 330km.
Estas coisas entendo que têm de ser feitas por objectivos, metas intermédias que irão servir para testes e reforço emocional para me lembrar do que já fiz isto e a aquilo e por isso poderei conseguir.
GRAVEL BIRDS 2026 em Single Speed. Levei 34x20 em vez do habitual 34x19. Desta vez fiz um vídeo com voz a descrever as 34 horas de prova composta por muita chuva, vento e lama. Mas deu para completar a prova e ainda ficar em 11º lugar da L'Abetarda.
Depois deste evento chegou a nova bike de gravel, que tal como a anterior é um Cervélo Àspero.
A volta inaugural foi por Porto de Mós com pessoal amigo e mais tarde fui de Lisboa até à Marinha Grande pelo percurso que tinha feito ao contrário com a velhinha Giant Bronco de 1991 convertida a gravel pelo guiador curvo.
Mais recentemente voltei em Julho a participar num outro evento organizado desta vez pelo COXE, o Gravilha 300/500 em Ílhavo. Estava preparado para fazer os 300kms mas a vaga de calor com temperatura acima dos 35 e a chegar várias vezes aos 40º. Já na Figueira da Foz com 175 quilómetros feitos e com o aviso de falta de sombras e de pontos de abastecimento de água nos 40 quilómetros seguintes, achei mais sensato abortar este desafio, sem antes ter tentado passar um outro track, agora por estrada para fazer 60 quilómetros até ao inicio a pedalar. Apesar do calor, sentia-me relativamente bem, mas não consegui meter o telemóvel comunicar com o GPS e não queria ter de andar sempre com o telemóvel na mão enquanto pedalava e acabei por chamar um Bolt para me levar de regresso a Ílhavo.
Começou a contagem decrescente para as 24 Horas de Lisboa e como tem sido habitual, antes de alguma prova mais importante vou até à Serra D'Aire e Candeeiros, fazer umas subidas. Talvez seja um ritual, mas gosto de vir aqui. Foto da praxe, agora com a estradista, só falta uma fotografia com a Giant, a Mondraker e a Gary Fisher já cá passaram. Quando descobri esta estrada fiquei cheio de vontade de a fazer, já a fiz!!! Depois de uma paragem no Minipreço para comprar o meu próprio prémio de montanha, lá fui eu para uma outra subida que andava a "namorar", a subida para a serra de Santo António pelo lado de Minde. Não dá para ver bem, mas se clicarem na imagem já dá para ver um pouco melhor. Roda fina. A subir, quando a inclinação era mais forte meti a relação mais leve que tinha disponivel 34x26. Minde lá em baixo, em cima do lado direito dá para ver a autoestrada A1 antes da saida para a A23. Ainda bem que não estava o calor da semana passada, ainda assim deu para suar... Prémio de montanha, uma Coca-Cola, bem fresca, adoro os bolsos dos jerseys dão para levar tanta coisa!
Apreciem esta paisagem, acho que isto já é Santarém. Mas até à verdadeira meta ainda falta pedalar mais um pouco, com menos inclinação mas sempre a curvar e a subir. Grutas de Santo António.Ponto mais alto da volta de ontem, agora é a descer. Dados: 84,84 kms, Velocidade média: 20,5km/h Velocidade máxima: 71,1 km/h!!! Aquilo que mais queria era a altimetria acumulada, mas acho que o Nokia Sport Tracker não dá essa informação... Imagem do dia: A minha sombra... Vi-a muitas vezes, durante as subidas...
Manhã de domingo, enquanto uns dormem, outros vão andar de bicicleta.A confusão do costume, com os "campeões" atrasados, a tentarem chegarem o mais à frente possível, "Com licença(...)é só um jeitinho(...)etc." Os trilhos era muitas vezes apertados e as pernas sabem-no. Bate, bate coração... Um pouco de alcatrão para rolar descontraído. Nestas alturas usei o pop-lock, tanto atrás como à frente, ouve também muitos estradões em que bloquei a suspensão. Mas mesmo assim temos que pedalar, pedalar e pedalar... A Tora a trabalhar Pedra e lama, ás vezes a pé ainda era pior... (escorregava mesmo muito) Mas os trilhos apesar de perigosos eram também muito bonitos. Uma paragem para uma fotografia de uma subida. E outra subida. Aqui a chuva ameaçou aparecer, assim como o vento e o frio.Depois de uma paragem mesmo no fim da grande subida um abastecimento com bebidas e gel da Powerbar. Abastecimentos que vieram mesmo na altura certa pois ainda havia mais uns 15 km pela frente. A descida tecnicamente nem era muito difícil, mas como era bastante longa e com aquelas pedras todas, mesmo com suspensão total mostrou-se um bom obstáculo, mostrando que nem sempre dá para descontrair nas descidas. Fiz a descida atrás de um bttista com uma rígida e V-brakes, ainda trocamos umas palavras sobre a "mão de obra" que a descida estava a dar... Lembrei-me de quando fazia as descidas com a minha Giant Bronco .
Boa maratona apesar dos chuveiros estarem um bocado sujos(quem é que manda chegar tarde...), mas água era quente, deu para lavar a bike e o almoço(jantar??) caiu bem. Não ouve também falta de ambulâncias que creio que estavam em todos pontos chave. Venha a próxima.