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quinta-feira, 2 de abril de 2009

Vai um "pêxinho" grelhado?

6 dias depois da minha última volta em duas rodas, voltei à estrada, mas na Gary Fisher.
A Onibla ficou em casa e não tenho a certeza se voltarei a andar nela! a razão desta paragem é que estava com uma dores nos joelhos, nada de muito intenso, mas realmente não quis arriscar. Creio que a causa disto ter acontecido foi:
- A diferença de tamanho dos crencos na Onibla é de 170mm e na GF 175.
- Relação das mudanças que a Onibla têm mais leve é 49x21
- Ter andado à procura de subidas.
Preparar a Onibla, para um uso mais frequente, implica algum investimento em:pneus, cabos de mudanças, guias, calços, pedaleira,etc. A segurança dada por uma bicicleta mais moderna com uns com mudanças no guiador e travões potentes é mais tentadora, portanto, o Fio-Dental como diz o Myrage, fica em casa, mas entretanto já estou à procura de substituta.

Hoje no caminho para casa ainda não tinha decido que tipo de treino iria fazer. Com mais uma hora de sol poderia ir correr durante uma hora, podia ir fazer umas séries em casa no rolo, ou podia ir dar uma volta na GF. Como tinha montado um avanço emprestado com 100mm (de origem tem 90mm) e levantei o selim mais 2 cms queria ver como é que tudo tinha ficado. Direcção à Nazaré.
Calças, casaco e uma manga de tecido polar no pescoço pois a Primavera já chegou mas ainda está frio! A semana de descanso fez-me bem! As pernas não estavam cansadas, antes pelo contrário, mostraram-se à altura. Fiz grande parte da volta em 44 e com o motor entre os 75 e 85%, nas subidas carregava mais um pouco para manter a velocidade e claro lá tocava nos 90%, não gosto muito das series prefiro ver uma subida marcar a altura em que esta termina ou se for muito comprida marcar um sinal de transito ou outra coisa qualquer para puxar mais um pouco. Mais conforto e rendimento com o avanço, quando andei em pé também notei bem a diferença e para melhor! Desta vez foi a subida para o Sitio da Nazaré! Não me canso de vir aqui! É tão bonito de manhã como ao fim do dia, apesar de que o cheiro do peixe grelhado, dá-me vontade de ficar e jantar por ali!!!No inicio da noite, os pescadores vão para o mar com as suas gambiarras para atrair o peixe e os maravilhosos chocos para serem grelhados com umas batatas cozidas e um fiozinho de azeite.... Big Wheels!!!O meu Unimog!!!19:30 Hora de fechar as lojas. Postais, miniaturas de barcos feitas à mão, camisolas, camisas de pescador, as famosas 7 saias, o sotaque típico, a Nazaré!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Bicicleta Nova!

Um restauro baratinho e fico com uma bicicleta de ciclismo.
A Onibla é um pouco pesada para os standards actuais mas não faz mal. Não sei é se irei conseguir fazer grandes subidas com ela, mas essa é que é a ideia. Trabalhar para conseguir fazer umas subidas.

terça-feira, 2 de junho de 2009

24 Horas de Lisboa - Faltam 11 dias...

... para voltar ao parque de Monsanto. Está a fazer um ano que participei nesta prova. Neste espaço de um ano muita coisa aconteceu.Foi a minha primeira participação numa prova de 24 horas e logo a solo.
A solo porque na verdade não gosto de estar dependente de ninguém, do mesmo modo que não gosto que alguém esteja dependente de mim. Sou o responsável por tudo o que me acontece, não posso culpar ninguém, nem ninguém se pode desculpar comigo.
Depois, foi o fascínio que tive pelo filme 24 Solo, as dezenas de vezes que o vi, sempre em cima da Giant montada em cima do rolo a pedalar. Absorvi todos os pormenores, posso dizer que este filme foi o factor que mais contribuiu para estar ali na linha de partida.
Depois dessa prova fiz mais 3 provas de 24 Horas e uma de 12 horas, já aprendi algumas coisas entretanto, a principal é treinar e a alimentação.
Depois de testar uma roda 29 nas 24 horas de Viseu, não olhei para trás e troquei a Mondraker MR101 (grande bicicleta) pela Gary Fisher Hi-Fi Pro 29, mais leve, com melhor material, e outra maneira de abordar os trilhos.
Tenho treinado mais regularmente, não tenho nenhum plano de treinos, mas tenho mais ou menos ideia do que deveria de fazer.
Descobri com a Onibla o gozo de rolar com bicicleta de estrada e desde que tenho uma versão mais moderna de roda fina, "meti-lhe" mais de 25 horas em quase três semanas.
Um ano passou, com muitas aventuras e algumas desventuras pelo meio e estou de volta à grande prova do ano aquela pela qual mais esperei em 2009.

Portanto as expectativas são algumas, os objectivos para Lisboa serão:
- Dar mais voltas do que as 17 d0 ano passado.
- Perder menos tempo nas paragens e no jantar. Sim, quero jantar comida a sério, encher mesmo a barriga , vou precisar disso!
- Quero evitar problemas mecânicos.
- Quero não cair, por isso não vou arriscar, nem que tenha que fazer certas zonas a pé como fiz no ano passado durante a noite...
- Quero passar o menos tempo possível naquela altura da noite em que o cansaço e o sono me fazem cantar aos berros uma lenga-lenga qualquer para não adormecer em cima da bicicleta, esta sensação assemelha-se mais a uma grande bebedeira, esta vai ser, para além do rabo dorido, a altura mais difícil do dia.
- Quero ver a ponte 25 de Abril iluminada durante a noite (fiquei com essa fotografia mental na cabeça) e ouvir os cães a ladrar no canil municipal(quem já por lá passou sabe do que falo)

Bem, chega de divagações!!! A inscrição já está paga, o dorsal é o 1-105, resta-me esperar.

Vejam a reportagem do ano passado, que inclui uma pequena entrevista à vencedora feminina do ano passado, a italiana que ganhou em Single-Speed e em 29er!!! Sim, há mulheres que rolam em 29ers. Vejam também um entrevista com o Ricardo Melo, vencedor do ano passado.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Uma volta pequena é melhor que nenhuma volta.

26 kms de estrada em 1 hora. Hoje foi mais para ir à procura de um percurso para treinar perto de casa. Cheguei à conclusão de que se for da minha casa até ao Juncal na bicicleta de estrada com aquelas mudanças super pesadas, já terei sofrimento suficiente para 1 hora de treino.
Quem conhece a estrada de Pataias até ao Juncal sabe há umas subidas e descidas, o ideal para apanhar um empeno em pouco tempo. Quando quiser dar uma volta mais plana ainda que com uma subidinha poderei ir até à Nazaré ou a São Pedro de Moel ver o mar!
A Onibla até se está a portar bem mas para ficar melhor precisa de uma revisão geral , as descidas têm sido feitas devagar, pois ainda não me sinto lá muito confiante, começo a pensar que um cabo dos travões se pode partir...
Em fim, desculpas para poder pensar nesta Trek de estrada, a 1.9...

sábado, 16 de maio de 2009

Back on the road - 2º Dia

Ainda sem conta-quilómetros, dei ontem a minha segunda volta na estradista. Volta de 1:30, nas mesmas estradas da volta que antecedeu as 24 Horas de Castelo Branco, mas com outra bicicleta.
Nos últimos meses andei na clássica Onibla. Estas voltas, serviram para ver se gostava mesmo de andar de bicicleta de estrada.
Porquê bicicleta de estrada?
Andar na estrada com uma BTT é perfeitamente possível, foi o que fiz nos últimos 3 anos, não tem mal nenhum, apenas custos. Custos de manutenção, transmissão, suspensões, pneus, etc. A bicicleta de estrada está sempre limpa, a transmissão está sempre afinada, sem lamas, nem pós, quer dizer, pelo menos comparando com uma BTT.
Depois são as sensações transmitidas. Fazer subidas em estrada com uma BTT, dava aquela sensação de peso e de arraste. Numa de estrada, é tudo mais directo e rápido.
Tenho por principio de não ir para fora de estrada sem companhia, portanto tinha mesmo que andar na estrada. Não estou a dizer que é mais fácil, pois com a falta de suspensão todas as irregularidades vão directamente para os braços e traseiro...Na volta de ontem deu para ver isso mesmo, ainda por cima tenho as mãos pequenas. Os braços e mãos têm que se habituar a estas novas posições, portanto, não me vou atrever a fazer mais de 100 kms nos próximos tempos.
Influências e inspirações.
Todos os dia, passo alguns minutos, nos EUA, no Brasil, na Austrália e Europa. Muitos sites, estão ligados tanto ao BTT como ao ciclismo de estrada, fui-me habituando a ver bicicletas de estrada, muitos dos ensinamentos para treino só dão para aplicar na estrada, onde encontramos estradas com pisos mais regulares, dando para fazer as tais séries, cadências e todas essas coisas de treinos... Aos poucos e poucos a vontade de andar de estrada, foi aumentando.

Fenómeno Lance.
Confesso que quando Lance Armtrong conquistou as voltas à França, não liguei muito a isso, mas no ano passado começei a acompanhar, o seu regresso com mais atenção. Bem como as Voltas, e o ciclismo e o ciclismo em geral. Comecei a interessar-me por ver como funciona uma volta por etapas, uma prova de um dia, as chamadas clássicas de um dia como Paris-Roubaix e Liège-Bastogne-Liége as minhas favoritas.
Ao ver estas provas na televisão, fiquei com vontade de ir para a estrada e rolar por aí,. Quem sabe um dia não vou de férias até França e em dois ou três dias passo pelas mesmas estradas e pavés (paralelos) que os grandes icons do ciclismo já fizeram nos 260 kms da Paris-Roubaix? Talvez subir Alpes D'Huez? Comparar o meu tempo miserável com os tempos de Marco Pantani, Lance Armstong e parar um pouco na estátua de homenagem a Joaquim Agostinho?
Talvez, um dia... Para já tenho o meu Tour des Grottes para fazer e será muito brevemente!!! Ainda por cima descobri agora mais uma subida para a Serra de Santo António pelo lado de Minde!!! Vai doer, mas será aquela dor boa!!!!
Bem, chega de conversa, a mecânica já aprovou, mais uma para limpar e meter a ferramenta a trabalhar, ainda bem que gosta destas coisas!!!Mais tarde falo da bicicleta propriamente dita, o modelo é o 1.7.
Estou cheio de vontade de fazer esta subida, mãos nas manetes, a sentir o sol a queimar ,de rabo levantado e o suor a cair!!!

domingo, 14 de fevereiro de 2010

L'Eroica (Actualizado)


meti o rabo num Brooks e gostei, mas têm que estar montado numa bicicleta com um look mais clássico. É um daqueles selins que tem um certo protocolo de funcionamento, o "quebrar" o banco, passar o creme próprio, esticar o couro.
Quanto à L'Eroica... É tão bom andar de bicicleta não é? A ONIBLA, seria a bicicleta ideal para fazer esta prova.
Haverá alguma prova clássica em Portugal que possa reportar a este estilo de prova?

Neste momento no deserto de Arizona, 24 Horas de Old Pueblo.

Só mais um filme super interessante( para mim), Reportage sur le 11e Tour cycliste du Saint-Laurent en 1965. (Canadá). Uma preciosidade para quem gosta da América, ciclismo clássico com música a condizer.
Se és um Rockabilly ciclista este vídeo é para ti!

sábado, 21 de março de 2009

Sexta-Feira

Almoço especial de preparação para a Maratona do Centro! O hamburguer não é carne de vaca mas sim de galinha, pelo menos é o que eles dizem... As calorias do almoço.
Estou a gostar de andar na Onibla, a possibilidade de ter uma bicicleta para fazer unicamente estrada, abre um leque de novas possibilidades de treino e uma nova perspectiva sobre o ciclismo.
Com esta bicicleta, não gasto os pneus que foram feitos para andar no monte, as mudanças mais pesadas puxam mais pelas pernas, a falta do conforto da suspensão faz com que o corpo se habitue a sofrer mais...As mudanças são no quadro, o que quase a tornam numa Single-Speed, primeiro ainda não estão afinadas correctamente e um movimento mais exagerado do manipulo pode fazer com que a corrente salte fora, depois nem sempre consigo ir lá com a mão, depois ainda tenho que ir para a frente e para trás até a mudança entrar. Portanto antes de mudar de velocidade tenho pensado se é realmente necessário ou se tenho que me esforçar mais para manter a mudança. A caminho de São Pedro de Moel. Quando cheguei lá, apanhei a calçada e aquilo é que foi tremer. Para quem quer uns pneus 25 para ser mais confortável, andar com 20 em calçada... Foi sempre a andar devagarinho para ver se não furava, ainda bem que enchi-os com 80 psi.
39 km, pela ciclovia, no próximo fim de semana muda a hora e haverá mais tempo para uma voltinha ao fim do dia durante a semana.