
Zorze, um grande obrigado pela montagem da máquina subi o avanço, mas não mexi na posição do guiador, tinhas razão, ficou melhor!

Era a subir mas aqui este gráfico parece mais do que realmente foi. Na sexta utilizei o GPS no carro e não o meti a carregar, resultado, desliguei a função do GPS e trabalhou apenas com os sensores, aguentou-se bem, para a carga que tinha.
A informação da volta aqui.
Depois dos cleats montados (na estrada chamam-lhe travessas não é?) e de um teste no trainer de 40 minutos na sexta-feira. Chega a hora de ir para a rua testar o conjunto!
Sem pedalar no Sábado, tive que no Domingo compensar de algum modo essa falta. Por isso o destino foi a Serra D'Aire e Candeeiros para fazer o Tour des Grottes.
Sem chuva até aqui, começo a ver as nuvens cada vez mais carregadas! Para me motivar começo a pensar neste vídeo.
As primeiras gotas aparecem em Alvados. O tempo até nem estava muito frio por isso não levei as capas, mal feito... Chuva=Pés Molhados até chegar a casa!
Em Minde, já sem chuva, apanho a subida para as grutas de Santo António. 14% de inclinação logo no inicio, depois 11 um descanso de 7 e o regresso aos na curva mais 15% . Por curiosidade, a subida têm 2 kms, com um acumulado de 176mt.
Esta subida é impressionante e custa a fazer mas a subida até ás grutas de Santo António é que faz o gráfico da altimetria chegar lá mesmo acima! Desta vez não parei no Café das Grutas tinha os pés molhados.
Pronto, até parei, mas só para tirar esta fotografia. A estrada que está de baixo dos aerogeradores é a mesma por onde passei na semana passada. Depois daqui a estrada é quase sempre a descer, quando cheguei aos 65km/h achei por bem utilizar mais os travões. A recta que passa em Alvados, perto da Pousada da Juventude fez-se bastante bem, o vento que apanhei de frente até aqui, estava a levar-me na direcção que queria.
No horizonte, nuvens e à saída de Porto de Mós mais chuva, agora bem mais forte e que me acompanhou até à Marinha Grande.
Gostei dos sapatos e dos pedais de estrada, a superfície de apoio é notória, dizem que as bases de carbono aquecem os pés, mas não dei por isso... Eles aqueceram e até ficaram dormentes mas só quando me meti debaixo do chuveiro!!!
4:28 horas exactamente o mesmo tempo da volta do Sábado passada!!! Não tenho andado com nenhuma motivação para as provas que estão agendas, mas estou a gostar bastante de pedalar e isso é que interessa.
Lá em cima estão as Grutas de Santo António, que fazem parte do Tour des Grottes. Ao descer para Alvados aparece o Gaf mais um colega da sua nova equipa a Casa do Benfica de Pataias. Vamos a conversar sobre o óbvio até Alcobaça.
Faltava ver o mar, destino Nazaré.
4 horas e meia de bicicleta.
Depois do almoço mais uma volta com a minha menina no jardim onde que aprendi a andar de bicicleta, já queria ir a pedalar até casa, acho que tenho companheira para as pedaladas em 2020!!!
Domingo de manhã, está a chover a potes, calças ,capas de neoprene ,impermeável de plástico. Só tenho dois dias por semana para pedalar fora de portas, por isso estava decido a sair. Quando chego à rua, sol!!! Já tinha tido a minha dose de montanha no dia anterior, por isso apontei a agulha para Norte em direcção à Praia da Viera.
Recta para lá e recta para cá.
Uma paragem em São Pedro de Moel, depois a rota do costume Nazaré e um regresso mais rápido a casa com o vento a ajudar. O prato 50 nunca se encontrou com a corrente.
Ainda por cima de figos pretos. Mandei lixar a contagem do tempo e parei.
Comi uns 10 figos, eram pequenos mas bastante saborosos.
Esta estrada não tem nada de especial, mas gostei bastante, é estreita, isolada e o asfalto é bom.
Mais umas pedaladas e já estou perto. No final da subida vemos a autoestrada A1 do lado esquerdo, em frente a subida para a Serra de Santo António e lá em baixo Minde. Vinha a fazer conta como supermercado do Minipreço no qual tinha parado numa das minhas voltas por aqui, quando lá chego estava fechado!!! Bolas, queria uma bebida isotónica, uma cola e alguma coisa para comer. Paciência, nas bombas de gasolina logo ali ao lado comprei uma Coca-cola. bebi um pouco e guardei a garrafa, tinha que fazer mais alguma coisa para beber o que faltava!
Hora de beber a Coca-cola e o resto do pão com marmelada, já trabalhei para o lanche! Agora é descer qualquer coisa e tornar a subir para as grutas de Santo António.
Sigo para Alvados.
Depois de lavar a cara e os óculos, ataquei um CBO umas batatas e uma bela cerveja. Não será a melhor alimentação para recuperar, mas ninguém é perfeito.
Depois de um banho ainda deu para ir ver as nuvens e o mar.
Tenho 3 espaçadores no avanço, estava a andar com dois em baixo e um em cima, na semana passada passei o terceiro para baixo. Não me estava a dar problemas, mas com vento meto as mãos nos drops e acabo por ficar com dores no pescoço, no final desta volta não tinha dores nenhumas.Na semana passada combinei com dois amigos meus irmos fazer o Tour des Grottes.
Finalmente iria fazer esta volta, com companhia! No Sábado, combinei tudo, horas, pontos de encontro. Mas... Durante a noite de Sábado para Domingo ás 4 horas da manhã, acordei com uma tremenda dor de barriga!!! Casa de banho... Cama, ás 7, acordo faço o meu pequeno-almoço habitual para os dias de volta, mas não estava em condições de sair de casa. Telefonei-lhes a avisar que não podia ir e fui-me deitar.
Ás 9:30, já me sentia um pouco melhor. Tinha que sair, já não pedalava à uma semana e por isso não podia deixar de sair. Bidons cheios, duas bananas umas barras, mais um toque nos cleats e rua!
Direcção: Marinha Grande, pedaladas sem muita força, a rolar, o objectivo era ver se o novo reposicionamento dos cleats resultava.
Já na Marinha Grande, a barriga deu-me um aviso, acho que foi da golada de água, acabei por chegar a casa com os bidons cheios. Virei para São Pedro de Moel, Pedra do Ouro e nas Paredes nem fui pela praia, virei logo em direcção a Pataias. Acabei por fazer 45kms em 2 horas, a média foi 23 km/h, já há muito tempo que não pedalava tão calmamente, tão descontraído, gostei!!! Quanto à volta até ás grutas da Serra D'Aire fica para a próxima.
Quando ao ajuste dos cleats, posso dizer que gostei bastante, quando cheguei a casa baixei-me e não senti a dor que sentia nos joelhos, portanto resultou.
Nos dois cleats mantive os parafusos nos buracos de cima, mas puxei-os mais para baixo. No sapato esquerdo para além desta alteração não fiz mais nada, se não sentia nada nos joelhos, não se justificava mexer mais nesta posição. No sapato direito, movi-o mais ainda para o lado direito. Assim, consegui afastar mais a perna direita, para fora, uma vez que estava a pedalar com a perna direita mais perto do quadro.
Mas como é que vi que a dor no joelho direito se devia a este facto?
Bem, no domingo do Tróia-Sagres, falei sobre este problema ao Paulo Alves, ele meteu-se atrás de mim e viu que eu pedalava com o joelho a apontar para dentro. Falámos de soluções, um calço na palmilha, calços nos cleats, posicionar o cleat mais para o lado, bem, variadíssimas soluções. Depois lembrei-me da minha guerra dos calções, e do sofrimento quando passo mais horas na bicicleta, fico sempre com o traseiro mais amassado do lado direito do que o esquerdo. Já para não falar nos selins que perdem a cor do lado direito. Isto tudo intensificou-se com a bicicleta de estrada porque a distância de um pedal ao outro é menor nas bicicletas de estrada em comparação com as BTT.
Conclusão, a causa dar dor nos joelhos também poderia ser a causa das dores no traseiro (não vale a pena gozar!!!) No final da volta, apesar de pequena não sentia dor nenhuma do lado direito.
Terça-feira tornei a sair, desta vez em direcção à Nazaré, estou com uns planos para uma saida na próxima semana e queria estar com o mínimo de preparação possivel.
Desta vez carreguei com mais na força nos pedais, e confirmou-se, não tive qualquer dor no joelho direito e quando cheguei a casa baixei-me, levantei-me umas quantas vezes e não doeu nada. Achei que estava a conseguir pedalar com mais força, não sentia perda de potência.
Para saberem mais sobre este assunto, e leiam o artigo Footloose. Super interessante, com indicações sobre como posicionar os cleats em função à modalidade de ciclsmo que praticamos.
16:30 Saí de casa em direcção à Nazaré. Um dos objectivos era fazer mais de 120 quilómetros de subidas.
Depois da Nazaré em direcção a São Martinho virei para os 2/3 Kms de subida entre Cela Velha e...
...Cela Nova, sempre em 50x3 velocidade mais leve (não tenho aqui a bicicleta para ir verificar quantos dentes tem...).
Alcobaça e e o seu mosteiro
Nesta subida, fui alternado entre sentado e levantado, a tentar manter a velocidade acima dos 18 kms, nem sempre consegui.
Ainda tinha que passar para lá daquela serra lá ao fundo.
Já depois de Porto de Mós, o inicio das subidas a sério, está quase.
Uma recta para descansar depois de passar Livramento.
Alguns amigos, já me perguntaram o caminho para a subida das curvas por Alvados até ás grutas, pois bem, podemos chegar lá de duas maneiras, ambas passam por esta rotunda.
Ao iniciar a subida, "bateu-me" um certo desanimo, depois de fazer mais de 1 km de plano, estava à frente de uma "parede", não podia ir-me a baixo, estava lá para subir e já a tinha subido antes. Atiro esse pensamento para trás, meto o prato de 34 e a 2ª mais leve (estava a guardar a mais leve, para mais tarde...).
Pouco antes de fazer este cotovelo, tive mesmo que parar, não pelo cansaço (que tinha) mas pelo suor que caiu nos olhos. Ainda tentei seguir, mas estava mesmo a arder. Parei, passei os olhos por água e continuei.
Não é a fotografia ideial, estava ocupado a pedalar, mas dá para ver parte do dito cotovelo lá em baixo!
19:00 Horas, está a ficar tarde.
Mira D'Aire lá ao fundo.
A tal subida e cotovelo.
O outro acesso sem curvas até ás grutas dos Alvados.
O caminho de regresso é mais rápido.
No total, foram 95,9 kms feitos em 3:55 horas, não foi aquilo que queria fazer, mas fiquei satisfeito, cheguei a casa com a sensação que teria conseguido fazer mais. A verdade, é que se nos alimentarmos como deve de ser, o corpo consegue recuperar e seguir caminho.